SÉRIES DA BBC SERÃO OFERECIDAS PELO ENTERPLAY, PLATAFORMA DIGITAL

Sherlock

A BBC Worldwide, braço comercial da BBC, anuncia sua parceria com o EnterPlay, disponível no Brasil para assinantes. Com isso, o público brasileiro poderá acompanhar diversas produções britânicas, como seriados, programas infantis e documentários.

“A integração de nossos conteúdos a plataformas de vídeo streaming, como a EnterPlay, é
fundamental para a estratégia de crescimento da BBC Worldwide no Brasil e no resto da
América Latina, já que nos permite complementar a presença de nossa marca na região e
levar a novas audiências alguns dos grandes títulos que conquistaram a fama de nossa empresa ao redor do mundo”, afirma Anna Gordon, Vice-Presidente Executiva e Gerente
Geral da BBC Worldwide para a América Latina/US Hispanic .

As séries ficcionais da BBC que já estão disponíveis no EnterPlay são:
Sherlock (três temporadas),
Doctor Who (oito temporadas),
Ripper Street (três temporadas),
Misfits (três temporadas),
Call the Midwife (três temporadas),
Luther (três temporadas),
Death in Paradise (duas temporadas),
Life on Mars (duas temporadas) e
Inside Men (minissérie).

No EnterPlay também está a série canadense Orphan Black (três temporadas), coproduzida pela BBC América. Vale lembrar que o site de streaming Netflix também oferece as mesmas séries em seu catálogo, com exceção de Death in Paradise, Life On Mars e Inside Men.

O EnterPlay é uma plataforma de conteúdo digital que reúne, em uma mesma interface, TV aberta e por assinatura, música, vídeos sob demanda (VOD), jogos e aplicativos, acessados por computador, tablet, smartphone, TV ou set-top-box.

Segundo divulgado pela empresa, o catálogo de VOD possui mais de 3 mil títulos (para assinatura e aluguel individual), contendo lançamentos recentes e campeões de bilheteria. Informações sobre como assinar aqui.

Fernanda Furquim(Veja)

Advertisements

Wagner Moura no Jimmy Fallon Show

Durante entrevista ao comediante americano Jimmy Fallon no programa “Tonight show”, nesta sexta (8), o ator Wagner Moura contou, em tom de bricadeira, que sua escalação para o papel de Pablo Escobar na série “Narcos” foi um grande erro.

“Foi um enorme caso de erro de elenco. Eu estava super magro e eu não falava uma palavra de espanhol. Então quando me escolheram eu pensei ‘esses caras estão loucos'”.

Moura disse que mesmo antes da Netflix, produtora da série, saber que ele era considerado para o papel, ele viajou para Medellín, na
Colômbia, onde se matriculou em um curso de espanhol para estrangeiros.

O ator concorre ao Globo de Ouro de Melhor Ator por sua atuação em Narcos. A premiação acontece neste domingo (10), em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Veja as séries que passaram de ano e as que foram canceladas em 2015

 

A semana que passou quebrou o marasmo típico dessa época do ano nos bastidores da TV norte-americana com o anúncio de renovações de seis séries. Elas se juntam a outras 53 atrações que irão ter novas temporadas em 2016 (veja lista abaixo). Em contrapartida, séries como Under the Dome, Downton Abbey, Revenge, CSI e Hannibal deram adeus neste ano. No total, 31 produções foram canceladas ao longo de 2015.

A onda de renovações dos últimos dias começou na terça (8), com a divulgação da quarta temporada de The Blacklist, e finalizou na quinta (10), com a informação de que a HBO dará para The Leftovers a terceira e derradeira temporada.

A grande surpresa ficou por conta de Wayward Pines, que terá mais um ano. A atração produzida pelo cineasta indiano M. Night Shyamalan esteve longe de ser um fiasco, mas foi previamente construída para ter somente uma temporada _ou seja, elaborada como uma minissérie. Tanto que praticamente todos os protagonistas morreram no episódio final. Só sobrou um, o garoto Ben Burke (Charlie Tahan). Mas a Fox não anunciou se Burke retornará nem como será a trama da nova leva de episódios.

Com The Leftovers, a HBO ignorou os números ruins de audiência nos Estados Unidos e deu crédito à inovação e ousadia de Damon Lindelof, um dos criadores da série, para que ele termine de contar a sua história _uma das melhores do ano, aliás.

O canal Showtime também também anunciou que Homeland vai para a sexta temporada e que The Affair, atual detentora do Globo de Ouro de melhor série dramática, terá o terceiro ano. Já a Netflix foi mais longe: sem ao menos ter estreado a segunda temporada da comédia Grace and Frankie, protagonizada por Jane Fonda e Lily Tomlin, já confirmou a terceira.

Não se mexe em time que ganha

Sucessos da TV norte-americana tiveram novas temporadas anunciadas sem nenhuma surpresa, como aconteceu com as séries Game of Thrones, The Walking Dead, Veep, Fargo, entre outras. Como de praxe, a Netflix deu novas temporadas para todas as séries estreantes do ano, caso de Bloodline, Narcos, Sense8 e Demolidor.

Séries estreantes ganharam força também em outros lugares, como a USA Network dando a segunda temporada para Mr. Robot, o Lifetime para UnReal e a NBC para Blindspot.

Além de Wayward Pines, outras atrações tiveram sobrevida inesperada. Casos de Mistresses, Tyrant e Aquarius.

DIVULGAÇÃO/CBS

A atriz Rachelle Lefevre em cena de Under the Dome, cancelada na terceira temporada

Fim inevitável

Já algumas séries não conseguiram se desvencilhar do destino certo: sair do ar. Assim foi com Under the Dome, que apesar de ter obtido uma popularidade alta no primeiro ano, ficou cansativa nas temporadas seguintes e recebeu o fatídico rótulo de “vai tarde” após o anúncio do cancelamento. Outras atrações que se enquadram nesse status indigno são Graceland, The Whispers, The Player e Proof.

Um adeus não foi tão triste. A série original de CSI, ambientada em Las Vegas, acabou após 15 temporadas. A despedida não foi tão dolorosa porque a magia do drama policial persiste em CSI: Cyber. Já com Hannibal foi diferente. Fãs de todo o mundo clamaram para que algum canal ou plataforma streaming, de preferência a Netflix, pegasse a série e continuasse a história do amado serial killer canibal. Mas não rolou. O fim veio na NBC mesmo, após três temporadas.

Confira abaixo quais séries foram canceladas em 2015 e quais irão ter novas temporadas no ano que vem:

Séries renovadas

2 Broke Girls (para a sexta temporada; da Warner)

Agent Carter (para a segunda temporada; do AXN)

American Crime (para a segunda temporada; do AXN)

American Horror Story (para a sexta temporada; do FX)

Aquarius (para a segunda temporada)

Ballers (para a segunda temporada; da HBO)

Banshee (para a quarta temporada; do Cinemax)

Bates Motel (para a quarta e quinta temporada; do Universal)

Better Call Saul (para a segunda temporada; da Netflix)

Bloodline (para a segunda temporada; da Netflix)

Blindspot (para a segunda temporada; da Warner)

Clube de Cuervos (para a segunda temporada; da Netflix)

Chicago Fire (para a quinta temporada; do Universal)

Chicago PD (para a quarta temporada; do Universal)

Demolidor (para a segunda temporada; da Netflix)

Episodes (para a quinta temporada)

Devious Maids (para a quarta temporada; do Lifetime)

Fargo (para a terceira temporada)

Fear The Walking Dead (para a segunda temporada; do AMC)

DIVULGAÇÃO/HBO

Lena Headey em Game of Thrones; drama da HBO vai ter mais uma temporada em 2016 

Game of Thrones (para a sexta temporada; da HBO)

Girls (para a quinta temporada; da HBO)

Halt and Catch Fire (para a terceira temporada; do AMC)

Homeland (para a sexta temporada)

House of Cards (para a quarta temporada; da Netflix)

Humans (para a segunda temporada; do AMC)

Longmire (para a quinta temporada; da Netflix)

Man Seeking Woman (para a segunda temporada; do FX)

Marco Polo (para a segunda temporada; da Netflix)

Masters of Sex (para a quarta temporada; da HBO)

Mistresses (para a quarta temporada; do Sony)

Mike & Molly (para a sexta temporada; da Warner)

Mr. Robot (para a segunda temporada; do Space)

Murder in the First (para a terceira temporada; da TNT Séries)

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

Pelo papel de Pablo Escobar em Narcos, Wagner Moura concorrerá ao Globo de Ouro de 2016

Narcos (para a segunda temporada; da Netflix)

New Girl (para a quinta temporada; da Fox Life)

Orphan Black (para a quarta temporada; do A&E)

Orange Is the New Black (para a quarta temporada; da Netflix)

Scream (para a segunda temporada; da Netflix)

Silicon Valley (para a terceira temporada; da HBO)

Secrets and Lies (para a segunda temporada; do Sony)

Sense8 (para a segunda temporada; da Netflix)

The Affair (para a terceira temporada)

The Americans (para a quarta temporada)

The Blacklist (para a quarta temporada; do AXN)

The Comeback (para a terceira temporada; da HBO)

The Last Ship (para a terceira temporada; da TNT)

The Leftovers (para a terceira temporada; da HBO)

The Odd Couple (para a segunda temporada)

The Strain (para a terceira temporada; da Fox)

The Walking Dead (para a sétima temporada; da Fox)

Togetherness (para a segunda temporada; da HBO)

Tyrant (para a terceira temporada; do FX)

Um Drink no Inferno (para a terceira temporada; da Netflix)

Unbreakable Kimmy Schmidt (para a segunda temporada; da Netflix)

UnReal (para a segunda temporada)

DIVULGAÇÃO/HBO

Veep, estrelada por Julia Louis-Dreyfus, é a atual detentora do Emmy de melhor comédia

Veep (para a quinta temporada; da HBO)

Wayward Pines (para a segunda temporada; da Fox)

You’re The Worst (para a terceira temporada)

Zoo (para a segunda temporada; do Space)

 

Séries canceladas

Awkward (MTV)

Battle Creek

Beauty and the Beast (Universal)

Constantine (Space)

CSI (AXN)

Defiance (Syfy)

Dominion

Downton Abbey (GNT)

Extant

Forever (Warner)

Graceland

Hannibal (AXN)

Justified (Space)

Looking (HBO)

Melissa & Joey (Sony)

Mr. Robinson

Proof (TNT Séries)

Resurrection (AXN)

Revenge (Sony)

Stalker (Universal)

Strike Back (Cinemax)

Rookie Blue (Universal)

The Astronaut Wives Club

The Bastard Executioner

The Brink (HBO)

The Comedians

The Following (Space)

The Player (Universal)

The Whispers (AXN)

Under the Dome (TNT)

Wicked City

Original: http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/veja-as-series-que-passaram-de-ano-e-as-que-foram-canceladas-em-2015-9946#ixzz3uE9Ddavy
Follow us: @danielkastro on Twitter | noticiasdatvoficial on Facebook

“Game of Thrones” glamorizes rape: That was not consent, and rape is not a narrative device

There was no consent in a brutal “Game of Thrones” scene. It’s time for rape to stop being cable’s narrative device

"Game of Thrones" glamorizes rape: That was not consent, and rape is not a narrative device

Last night’s “Game of Thrones” episode “Breaker of Chains” was shocking, which is saying something in a show that has consistently expanded the threshold for shocking us. Sure, some of the show’s most perverse scenes come from George R.R. Martin’s brain. But the show runners continue to take strange liberties with the source material, particularly when it comes to sexual violence.

At this point, audiences have come to expect that there are no limits to the brutality these characters will be forced to endure. At its best, “Game of Thrones” tempers this brutality by embroiling its very compelling characters in all manners of intrigue. At its worst, “Game of Thrones” makes brutality seem gratuitous, unremarkable and, at least within this fictional world, inevitable.

In last night’s episode, Cersei was raped by her brother and lover Jaime, next to the corpse of their son Joffrey. Jaime was enraged because Cersei had asked him to kill Tyrion Lannister, their brother, whom she blames for the murder of Joffrey. There was no ambiguity to the scene. Cersei repeatedly said no. She said, “Stop.” She said, “Not here.” She said, “This is not right.” She resisted Jaime’s efforts, to no avail. The scene was unequivocally a rape scene and it was not merely shocking. It was thoroughly senseless. The episode’s director, Alex Graves, said, of the scene, “Well, it becomes consensual by the end, because anything for them ultimately results in a turn-on, especially a power struggle.” He goes on to add, “That’s one of my favorite scenes I’ve ever done.”

Whatever Graves’ artistic intentions may have been, something went terribly wrong here. What ended up on the screen was sensationalized rape. In the books, Cersei and Jaime do, indeed, have a sexual encounter as Joffrey’s corpse lies in repose, and that scene is rough — but Cersei’s consent is clear. It is curious that the show once again decided to take a consensual sexual encounter, as written in the books, and turn it into rape for the television audience. It’s a shame that they knew they could take this liberty without consequence.

Plenty of smart people are talking about the episode and the show’s overall treatment of women as disposable objects onto whom physical and emotional violence are relentlessly enacted. Sexual violence is so pervasive on the show that nearly every woman on the show has been raped or threatened with rape. The show, and the books, reveal the disturbing and cavalier facility with which rape becomes a narrative device. Rape is used to punish. Rape is used to make a woman more sympathetic or to explicate their anger or other unlikable qualities. Rape is used to put women in their place.

“Game of Thrones” may be uniquely extreme, but it is far from the only recent TV show to use rape to prop up narrative. We saw rape used as an explicatory plot device in ABC’s “Scandal” when we learned that Mellie was raped by Big Jerry, her husband Fitz’s father. This trauma, the show made it seem, explained why Mellie was so hardened, so craven in her ambitions, so impenetrable to her husband. Shonda Rhimes, whose work I largely admire, is no stranger to this narrative tactic. She introduced a rape story line to “Private Practice,” in which confident and hard-edged Charlotte King was brutally raped in her office and then several episodes were given over to King’s attempts to overcome her trauma. This device has also been used in “Mad Men,” “House of Cards,” “Breaking Bad,” “The Sopranos” and “Downton Abbey.” There is no end in sight.

In some ways, it’s useful for television shows to acknowledge the extent of sexual violence in our culture. These narratives allow necessary stories to be told. But the execution is too easy. From daytime soap operas to prestige cable shows, rape is all too often used to place the degradation of the female body and a woman’s vulnerability at the center of the narrative. Rape is used to create drama and ratchet up ratings. And it’s rare to see the brutality and complexity of a rape accurately conveyed on-screen. Instead, we are treated to an endless parade of women being forced into submission as the delicate and wilting flowers television writers and producers seem to want them to be.

 

Roxane GayRoxane Gay’s writing has appeared in Best American Short Stories 2012, Oxford American, the Rumpus, the Wall Street Journal and many other publications

Seis atrizes de ‘Game of Thrones’ já fizeram filmes pornô

Seis atrizes da cultuada série Game of Thrones atuaram (algumas ainda atuam) em filmes pornôs.

A atriz alemã Sibel Kekilli em cena de Game of Thrones - Créditos: Reprodução

A atriz alemã Sibel Kekilli, por exemplo, no início dos anos 2000, bem antes de dar vida à amante de Tyrion Lannister na série, já era bem conhecida no cenário de filmes adultos. Uma rápida procurada pelo nomeDilara em sites especializados e você verá do que estamos falando.

Sahara Knite (à esquerda) e Esmé Bianco em cena de Game of Thrones - Créditos: Reprodução

Uma das prostitutas de Petyr Baelish na série, Sahara Knite (foto  abaixo), que fez a personagem Armeca, também pode ser vista em filmes pornôs. Na segunda temporada, ela protagonizou uma das cenas mais quentes de Game of Thrones ao ir para a cama com a ruiva Esmé Bianco.

Maisie Dee (ao centro) fez a prostituta Daisy na série Game of Thrones - Créditos: Reprodução

Já a britânica Maisie Dee, que faz a garota de programa Daisy na série, é conhecida no mundo de filmes adultos por gostar de spanking (gosta de tapas na hora da transa). Ela mantém um blog onde fala de sua vida e do mundo pornô.

Aeryn Walker entrará na quarta temporada de Game of Thrones - Créditos: Reprodução/Twitter

A australiana Aeryn Walker, que será uma das esposas de Craster na quarta temporada de Game Of Thrones, é atriz pornô amadora. Seu site oficial denuncia seu gosto na cama; Naughty Nerdy (algo como “Nerd safada”). Uma rápida visita e você verá Aeryn usando pouca roupa, fazendo cosplay e deitada em cima de um monte de cartas de Magic…

Samantha Bentley irá participar da quarta temporada de Game of Thrones - Créditos: Reprodução/Instagram

A britânica Samantha Bentley também aparecerá na quarta temporada deGame of Thrones, mas seu papel ainda não foi revelado. No mundo pornô já levou prêmios importantes por sua “performance”, como o de Melhor Atriz Pornô no UK Adult Producers Awards.

Jessica Jensen irá participar da quarta temporada de Game of Thrones - Créditos: Reprodução/Twitter

Jessica Jensen também é uma atriz com papel misterioso, ninguém sabe o que ela fará nesta temporada de Game of Thrones, mas o que ela já fez, a gente conta. Estreou no pornô em 2011. Em 2012, ganhou o prêmio de Melhor Novata no UK Adult Producers Awards.

http://cenapop.virgula.uol.com.br/2014/04/12/38596-seis-atrizes-de-game-of-thrones-ja-fizeram-filmes-porno/

“Game of Thrones ” : Como Westeros é uma fantasia de extrema-direita

"Game of Thrones": How Westeros is a right-wing fantasyland

Fãs da HBO hit ” Game of Thrones ” pode finalmente escapar de volta ao mundo de George RR Martin de dragões, espadas e nudez gratuita quando quarta temporada da série começa no domingo. No entanto, os contos épicos de guerra e traição não são tão grandes como uma fantasia que pode parecer à primeira vista. Telespectadores americanos que querem viver em uma terra como Westeros tem uma opção fácil à sua disposição : Apenas votar nos republicanos . O , mundo violento TV altamente sexualizada tem uma série de paralelos perturbadores para onde a política do Partido Republicano está dirigindo o país :

Desigualdades de classe enormes: “Game of Thrones ” segue as histórias de senhores e cavaleiros, mas a maioria da população vive na pobreza anônimo , como as massas miseráveis ​​lutando para sobreviver na favela Flea inferior subsistindo em ” bowls o ‘ marrom . ” A elite viver no luxo opulento, conquistada através do trabalho de pessoas que trabalham , a maioria dos quais não têm nenhuma esperança de escapar a sua sorte fétido .

Não estamos longe de um cenário como esse na América, onde algumas famílias possuem a maior parte da riqueza, enquanto o resto de nós é dito que se contentar com empregos no Wal -Mart e McDonald. Nós já vimos o top 1 por cento double sua parte da renda nacional desde 1980, a partir de 10 por cento para quase 20 por cento , e eles devorado quase todo o crescimento econômico desde a Grande Recessão . Políticas republicanas que enfraquecem as leis trabalhistas , aleijado sindicatos e manter o salário mínimo deprimido, tudo ao mesmo tempo reduzir os impostos para os ricos , só vai acelerar a nossa descida para plutocracia .

Dito isto, é possível subir a partir do fundo para o mais talentoso : Graças à sua imensa velocidade e habilidade , Bronn subiu do nada para se tornar uma espada contratado para Senhor Tyrion e Davos Seaworth escapou de Flea inferior , tornando-se o contrabandista mais inteligente na terra . É o ideal conservador de puxar a si mesmo pelos cadarços – apenas não importa as lutas dos outros 99 por cento de vida nos campos e favelas , que nunca fazem isso.

Armas em todos os lugares : Fale sobre o seu pé chão. Na guerra – rasgado Westeros todo mundo está armado , e os viajantes precisam estar preparados para uma luta em todos os momentos . Apenas sobre cada encontro casual nos resultados de estrada em uma luta de espadas , alguém ser capturado sob ameaça de violência , ou de ambos. Ferreiros deve estar fazendo uma fortuna. É como mundo de fantasia da ARN .

n o mundo real , o lobby das armas em aliança com o Partido Republicano conseguiu anular praticamente qualquer legislação que em tudo restringir o acesso de armas, e passou Esteja sua terra ou ” atirar primeiro ” as leis em vários estados, resultando em várias instâncias onde homens brancos assassinados adolescentes negros desarmados , sem repercussão. Os republicanos dão a impressão de que não vai descansar até que cada homem, mulher e criança se recusa a sair de casa sem ser armado com uma pistola, ou talvez um AR-15 . Basta ligar HBO para ver o que vem a seguir. Matar ou ser morto.

Sucessão legítima ignorado : Quando o rei Robert Baratheon morreu, o direito sucessório era clara: Seu irmão Stannis era para subir ao trono. Ned Stark tentou insistir que a sucessão ser seguido, e perdeu a cabeça para seus problemas . Vários pretensos reis ignorou a lei em favor de suas próprias ambições eo resultado foi uma guerra civil na qual incontáveis ​​vidas foram perdidas. O que importa é a aquisição de poder, e não os meios de adquiri-lo .

Nos Estados Unidos , nós ostensivamente aderir a eleições livres e justas , com um padrão de uma pessoa, um voto. Em vez disso , os republicanos fazem tudo ao seu alcance para manter as pessoas que eles acham que vai votar Democrata longe das urnas . Isso significa destruindo a Lei dos Direitos de Voto e implementação de leis de supressão de eleitores em todo o país , incluindo purga rolos de voto , limitando os dias de votação antecipada e exigindo eleitores para apresentar uma identificação com foto antes de lançar uma cédula. A lei não importa; princípios democráticos , não importa ; tudo o que importa é o aparelhamento voto para obter republicanos no escritório .

Ameaças existenciais ignorado também : No primeiro episódio da série, Ned Stark, geralmente um dos personagens mais razoáveis ​​, ignora relatos de zumbis de gelo quando ele executa uma solda por deserção . Não importa que os zumbis de gelo vai se transformar em uma ameaça existencial contra o reino . ” Os caminhantes brancos foram desaparecido há milhares de anos”, Stark diz a seu filho depois. ” Um louco vê o que vê . “

Na terceira temporada , os rumores atingiram o continente que Daenerys Targaryen é a construção de um exército , que inclui três dragões. Tywin Lannister , até então o governante de facto do continente, rejeita os relatórios. ” Curiosidades do outro lado do mundo não são ameaça para nós”, ele prega .

A esse respeito , ele se parece muito com os republicanos nos Estados Unidos, que construíram toda uma indústria em torno de negar a ciência do clima e da ameaça do aquecimento global, afirmando que é uma farsa liberal , quando na verdade esmagador consenso científico concorda que as atividades humanas estão esquentando o globo.

Pervasive estupro e violência contra as mulheres : Quando Brienne de Tarth é capturado pelo bando de caçadores de Locke , ele deixa claro que ela vai ser estuprada por seus homens para o esporte e lazer. Ela é salva, no momento, pela intervenção oportuna de Jaime Lannister , embora não até depois que ele zomba dela, ” Nenhum desses homens que já esteve com um nobres . Você deseja ser sábio para não resistir. “

Outras mulheres no show não são tão afortunados . Kal Drogo estupra Daenerys Targaryen repetidamente após o casamento até que ela aprende a assumir o controle do ato sexual e, finalmente, se apaixona por ele ( cue republicanos : ela realmente gostava dele o tempo todo ) . E algumas das exposições mais terríveis de crueldade vêm do Rei Joffrey , que tem duas prostitutas vencer uns aos outros com um cetro de chifre de veado e depois enche um com setas de besta .

Ao todo , a mostra dá Todd ” estupro legítimo” Akin , Richard ” algo que Deus planejou ” Mourdock e outros membros do Partido Republicano pró- estupro asa abundância de forragem se masturbar mais . Já para não falar de todos os republicanos que atrasaram reautorização da Violência Contra a Mulher por um ano .

Gays são demonizados : Dois nobres gays , Renly Baratheon e Loras Tyrell , são objecto de farpas constantes por parte dos outros personagens . “Que bom que ele [ Ser Loras ] poderia ser? Ele foi esfaquear Renly Baratheon durante anos, e Renly não está morto ! ” Um Lannister solda rachaduras. Própria tia Mesmo Loras ‘refere-se a ele como ” A- engolidor de espadas , de ponta a ponta . “

Mas as pessoas gays em Westeros têm mais com que se preocupar do que insultos, como o Rei Joffrey comenta que ele pode implementar a pena de morte para o ” perversão “.

As atitudes da população do show de encaixar muito bem com o da vida real republicanos, que têm consistentemente opõem direitos civis das pessoas LGBT , incluindo a igualdade no casamento e proteções de emprego. Loons como Jerry Fallwell culpar regularmente desastres como 9-11 sobre as pessoas homossexuais , e é grupos fundamentalistas norte-americanos que estão apoiando leis draconianas como Uganda do que pedem prisão de gays e inicialmente incluía a ameaça de punição capital.

O caos é uma escada : Lord Petyr ” Mindinho ” Baelish resume a filosofia do show muito bem com seu ” caos é uma escada ” discurso , ressaltando que o ambicioso pode usar confusão e destruição a sua vantagem para tomar o poder. “Somente a escada é real”, Mindinho diz Lord Varys . ” A subida é tudo que existe . “

Republicanos no Congresso têm certamente tomado a idéia de coração , atrasando judiciais e executivos de agências de nomeações por rote , fechando o governo no ano passado e criar repetidas crises de dívida – teto , porque eles esperam usar o caos, o que tem consequências reais para pessoas reais , a sua vantagem política.

Para ambos os personagens de “Game of Thrones ” disputando a coroa e para os republicanos que disputam cargos eletivos , o poder é um jogo, procurou para seu próprio bem e para enriquecer aqueles que segurá-lo, nunca exercido para o bem real das pessoas. É francamente medieval.

Aaron Kase é um escritor freelance de Filadélfia . Siga-o no Twitter em @ Aaron_Kase .

Texto em português by Uncle G.
—————————————————————————————————————————————

Texto Original

“Game of Thrones”: How Westeros is a right-wing fantasyland

Fans of the HBO hit “Game of Thrones” can finally escape back to George R.R. Martin’s world of dragons, swordplay and gratuitous nudity when the show’s fourth season kicks off on Sunday. However, the epic tales of war and betrayal are not as big a fantasy as they might appear at first glance. American viewers who want to live in a land just like Westeros have an easy option at their disposal: Just vote Republican. The violent, highly sexualized TV world has a number of disturbing parallels to where GOP policy is steering the country:

Enormous class inequities: ”Game of Thrones” follows the stories of lords and knights, but most of the population lives in anonymous poverty, like the wretched masses struggling to survive in the Flea Bottom slum subsisting on “bowls o’ brown.” The elite live in opulent luxury, earned through the toil of the working people, most of whom have no hope of escaping their fetid lot.

We aren’t far from such a scenario in America, where a few families own most of the wealth while the rest of us are told to be content with jobs at Wal-Mart and McDonald’s. We’ve already seen the top 1 percent double their share of the national income since 1980, from 10 percent to nearly 20 percent, and they’ve gobbled up almost all the economic growth since the Great Recession. Republican policies that weaken labor laws, cripple unions and keep the minimum wage depressed, all while cutting taxes for the rich, will only hasten our descent into plutocracy.

That said, it is possible to climb up from the bottom for the most talented: Thanks to his immense speed and skill, Bronn rose from nothing to become a hired sword to Lord Tyrion, and Davos Seaworth escaped from Flea Bottom by becoming the smartest smuggler in the land. It’s the conservative ideal of pulling oneself up by the bootstraps — just never mind the struggles of the other 99 percent living in the fields and slums who never make it.

Weapons everywhere: Talk about standing your ground. In war-torn Westeros everybody’s armed, and travelers need to be prepared for a fight at all times. Just about every chance encounter on the road results in a swordfight, someone being captured under threat of violence, or both. Blacksmiths must be making a fortune. It’s like the NRA’s fantasy world.

n the real world, the gun lobby in alliance with the Republican party has managed to quash just about any legislation that would at all restrict gun access, and has passed Stand Your Ground or “shoot first” laws in numerous states, resulting in multiple instances where white men murdered unarmed black teenagers without repercussion. The Republicans give the impression they won’t rest until every man, woman and child refuses to leave the house without being armed with a handgun, or maybe an AR-15. Just turn on HBO to see what comes next. Kill, or be killed.

Lawful succession ignored: When King Robert Baratheon died, the law of succession was clear: His brother Stannis was to ascend to the throne. Ned Stark tried to insist that succession be followed, and lost his head for his troubles. Several would-be kings ignored the law in favor of their own ambitions and the result was a civil war in which untold lives were lost. What matters is the acquisition of power, not the means of acquiring it.

In the United States, we ostensibly adhere to free and fair elections, with a standard of one person, one vote. Instead, Republicans do everything in their power to keep people they think will vote Democrat away from the polls. That means trashing the Voting Rights Act and implementing voter suppression laws across the nation, including purging voting rolls, limiting early voting days and requiring voters to present a photo ID before casting a ballot. The law doesn’t matter; democratic principles don’t matter; all that matters is rigging the vote to get Republicans into office.

Existential threats ignored too: In the show’s very first episode, Ned Stark, usually one of the more reasonable characters, ignores reports of ice zombies as he executes a solder for desertion. Never mind that those ice zombies will grow into an existential threat against the kingdom. “The white walkers have been gone for thousands of years,” Stark tells his son afterward. “A madman sees what he sees.”

In the third season, rumors have reached the continent that Daenerys Targaryen is building an army, which includes three dragons. Tywin Lannister, by then the de facto ruler of the continent, dismisses the reports. “Curiosities on the far side of the world are no threat to us,” he preaches.

In that respect he sounds a lot like Republicans in America, who have built up an entire industry around denying climate science and the threat of global warming, claiming that it is a liberal hoax when in fact overwhelming scientific consensus agrees that human activities are heating up the globe.

Pervasive rape and violence against women: When Brienne of Tarth is captured by Locke’s band of hunters, he makes it clear that she will be raped by his men for sport and pleasure. She is saved, for the moment, by the timely intervention of Jaime Lannister, though not until after he mocks her, “None of these men have ever been with a noblewomen. You’d be wise not to resist.”

Other women in the show aren’t so fortunate. Kal Drogo rapes Daenerys Targaryen repeatedly after their marriage until she learns to take control of the sex act and ultimately falls in love with him (cue Republicans: she really liked it all along). And some of the most horrific displays of cruelty come from King Joffrey, who has two prostitutes beat each other with a stag-horn scepter and later fills one with crossbow arrows.

All told, the show gives Todd “legitimate rape” Akin, Richard “something that God intended” Mourdock and other members of the GOP’s pro-rape wing plenty of fodder to masturbate over. Not to mention all the Republicans who delayed reauthorization of the Violence Against Women Act for a year.

Gays are demonized: Two gay nobles, Renly Baratheon and Loras Tyrell, are the subject of constant barbs by the other characters. “How good could he [Ser Loras] be? He’s been stabbing Renly Baratheon for years, and Renly ain’t dead!” a Lannister solder cracks. Even Loras’ own aunt refers to him as “A sword-swallower, through and through.”

But gay people in Westeros have more to worry about than insults, as King Joffrey muses that he might implement the death penalty for the “perversion.”

The attitudes of the show’s population fit nicely with real-life Republicans, who have consistently opposed civil rights for LGBT people, including marriage equality and employment protections. Loons like Jerry Fallwell regularly blame disasters like 9-11 on gay people, and it’s American fundamentalist groups that are backing draconian laws like Uganda’s, which call for imprisonment of gays and initially included the threat of capital punishment.

Chaos is a ladder: Lord Petyr “Littlefinger” Baelish sums up the show’s philosophy nicely with his “chaos is a ladder” speech, pointing out that the ambitious can use confusion and destruction to their advantage to seize power. “Only the ladder is real,” Littlefinger tells Lord Varys. “The climb is all there is.”

Republicans in Congress have surely taken the idea to heart, delaying judicial and executive agency appointments by rote, shutting down the government last fall and creating repeated debt-ceiling crises because they hope to use the chaos, which has real consequences for real people, to their political advantage.

For both the characters in “Game of Thrones” vying for the crown and for Republicans vying for elected office, power is a game, sought for its own sake and to enrich those who hold it, never exercised for the actual good of the people. It’s downright medieval.

Aaron Kase is a freelance writer from Philadelphia. Follow him on Twitter at @Aaron_Kase.

http://www.salon.com/2014/04/05/game_of_thrones_how_westeros_is_a_right_wing_fantasyland/?source=

Pelo segundo ano, Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV, diz Forbes

NOVA YORK, 4 Set (Reuters) – Sofia Vergara, da série cômica “Modern Family”, da rede ABC, foi pelo segundo ano consecutivo a atriz mais bem paga da TV dos Estados Unidos, recebendo estimados 30 milhões de dólares, segundo ranking divulgado nesta quarta-feira pela revista Forbes.
A voluptuosa atriz de origem colombiana superou com folga Mariska Hargitay, de “Law and Order: Special Victims Unit”, da NBC, e Kaley Cuoco, de “The Big Bang Theory”, da CBS, ambas com um rendimento estimado em 11 milhões de dólares.
A Forbes.com afirmou que Vergara, de 41 anos, é “a rainha dos contratos de publicidade com celebridades (graças em grande parte ao seu portfolio bilíngue)”.
Ela tem uma linha de roupas e produtos domésticos à venda na rede varejista Kmart e é garota-propaganda de marcas como Pepsi e Proctor & Gamble.
A lista da Forbes, disponível em inglês no site Forbes.com, leva em conta cachês artísticos, verbas publicitárias e outros rendimentos, com base em conversas com agentes, empresários e advogados.
A revista estima que as 20 atrizes mais bem pagas da TV dos Estados Unidos tenham recebido, juntas, 183 milhões de dólares no período de um ano até junho de 2013.
images (1)

images (2)

images (3)

images (4)

images (5)

images (6)

images (7)

images (8)

images (9)

imagesmmmmmmmmmmmmm

ASHTON KUTCHER É A PERSONALIDADE MAIS BEM PAGA DA TV – CONFIRA A LISTA COMPLETA

A revista TV Guide  divulgou uma lista com as personalidades mais bem pagas da TV – confira:

COMÉDIA (por episódio)                                                              
                   

Ashton Kutcher (Two and a Half Men) – US$ 750 mil

Jon Cryer (Two and a Half Men) – US$ 650 mil
Kaley Cuoco (The Big Bang Theory) – US$ 350 mil
Johny Galecki (The Big Bang Theory) -US$ 350 mil
Jim Parsons (The Big Bang Theory) – US$ 350 mil
Dan Castellaneta (Os Simpsons) – US$  300 mil
Julie Kavner (Os Simpsons) – US$ 300 mil
Yeardley Smith (Os Simpsons) –  US$ 300 mil
Tim Allen (Last Man Standing) – US$ 235 mil
Patricia Heaton (The Middle) – US$ 235 mil
Alyson Hannigan (How I Met Your Mother) – US$ 225 mil
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) – US$ 225 mil
Josh Radnor (How I Met Your Mother) – US$ 225 mil                                                                                                                           
Jason Segel (How I Met Your Mother) – US$  225 mil
Cobie Smulders (How I Met Your Mother) – US$ 225 mil
Ed O’Neill (Modern Family) – US$ 200 mil
Amy Poehler (Parks and Recreation) – US$  200 mil
Julie Bowen (Modern Family) – 175 mil
Ty Burrell (Modern Family) -175 mil
Eric Stonestreet (Modern Family) – US$ 175 mil
Sofia Vergara (Modern Family) – US$ 175 mil
Robin Williams (The Crazy Ones) – US$  165 mil
Zooey Deschanel (New Girl) – US$ 125 mil
Anna Faris (Mom) – US$ 125 mil
Allison Janney (Mom) – US$ 125 mil dólares

DRAMA (por episódio)                                                                  
Mark Harmon (NCIS) – US$ 525 mil

Mariska Hargitay (Law & Order: SVU) – US$ 400 mil
Simon Baker (The Mentalist) – US$350 mil
Patrick Dempsey (Grey’s Anatomy) – US$  350 mil
Ellen Pompeo (Grey’s Anatomy) – US$ 350 mil
Sandra Oh (Grey’s Anatomy)  – US$ 350 mil
Michael C. Hall (Dexter) – US$ 300 mil
Jon Hamm (Mad Men) – US$ 275 mil
Stephen Moyer (True Blood) – US$ 275 mil
Anna Paquin (True Blood) – US$  275 mil
Alexander Skårsgard (True Blood) – US$ 275 mil
David Boreanaz (Bones) – US$ 250 mil
Emily Deschanel (Bones) – US$ 250 mil
Claire Danes (Homeland) – US$ 250 mil
Damian Lewis (Homeland)  – US$ 250 mil
Michael Weatherly (NCIS) – US$ 250 mil
Bryan Cranston (Breaking Bad) – US$ 225 mil
Laurence Fishburne (Hannibal) –  US$ 175 mil
Lauren Graham (Parenthood) – US$  175 mil
Pauley Perrette (NCIS) – US$ 175 mil
Peter Dinklage (Game of Thrones) – US$ 150 mil
Lena Headey (Game of Thrones) – US$ 150 mil
Aaron Paul (Breaking Bad) – US$ 150 mil
Lucy Liu (Elementary) – US$ 130 mil
James Spader (The Blacklist) – US$ 125 mil

REALITY SHOWS
Howard Stern (America’s Got Talent) – US$15 milhões por ano
Keith Urban (American Idol) – US$5 milhões por ano
Blake Shelton (The Voice) – US$4 milhões por ciclo
RuPaul (RuPaul’s Drag Race) – US$50 mil por episódio
Reza Farahan (Shahs of Sunset) – US$18 mil por episódio

TALK SHOWS (por ano)
Jon Stewart (The Daily Show) – US$25-30 milhões

Jay Leno (The Tonight Show) – US$20 milhões
David Letterman (Late Night) – US$20 milhões
Jimmy Kimmel (Jimmy Kimmel Live) – US$10 milhões
Andy Cohen (Watch What Happens Live) – US$2 milhões
Por Aline Diniz-Omelete

Under the Dome 1×02 :. The Fire

A tensão começou a se espalhar por Chester’s Mill! Uma coisa que senti falta no piloto foi exatamente uma agitação maior por parte dos residentes da cidade “enclausurada”. Todos se comportavam como se a redoma fosse desaparecer a qualquer momento, ao invés de surtarem por estarem presos e não saberem quando terão contato com o resto do mundo novamente. Felizmente as coisas começam a pegar fogo neste segundo episódio, literalmente!

Como cada episódio representa um dia na vida dos “Chestersmillenses”, acompanhamos o segundo dia pós-redoma. Descobrimos algumas informações novas sobre a barreira invisível, como, por exemplo, que ela é capaz de deixar atravessar pequenas doses de água, mas não fumaça. O garoto Joe é um dos únicos estudando a redoma do lado de dentro, e usou seu conhecimento matemático pra calcular o diâmetro da enorme barreira: aproximadamente 10 quilômetros.

Para nos ajudar a entender melhor as “regras da redoma”, o canal CBS liberou uma listinha de coisas relacionadas a misteriosa barreira invisível. Vejamos:

1)Você levará um choque na primeira vez que tocar a redoma, mas depois não vai mais. (hm, curioso…)
2)Aviso: Aqueles com marca-passo ou equipamentos a bateria nunca devem tocar a redoma! (Se o Duke tivesse lido essa regra antes
estaria vivo agora!)
3)A redoma é semipermeável. Vestígios de água podem atravessar de ambos os lados. (Bom saber… ¬¬)
4)A redoma produz seu próprio micro-clima. (Olha só!)
5)As nuvens podem se reunir dentro da redoma. (Ok)
6)Haverá vento dentro da redoma. (Ok[2])
7)A mudança climática da Terra não está afetando a redoma. (Pode estar caindo o céu lá fora, mas dentro da redoma fazendo um maior solzão… É isso?)
8)Não é possível fazer ligações telefônica de dentro da redoma. (Ah…)
9)Não tem wi-fi dentro da redoma. (ME MATA!)
10)Não tem sinais de TV dentro da redoma. (WTF! Sem séries?! ME MATA![2])

Do lado de fora, os militares continuam montando guarda e fazendo experimentos. Porém, estão pouco se lixando pra galera que está do lado de dentro. Tudo bem ignorarem as tentativas da jornalista Julia de fazer contato, mas acho muito estranho os cientistas não perguntarem pro Joe se tava vazando água pela barreira. Como é que eles vão obter respostas se não usarem as pessoas que estão dentro da redoma?! Não faz sentido, faz?

E o desfecho do “cliffhanger” do primeiro episódio foi trágico: o xerife Duke não sobreviveu à explosão de seu marca-passo! E logo ele, que parecia ser um dos personagens principais da série e guardião de alguns dos segredos mais obscuros da cidade… Uma pena. Mas sua morte possibilitou um “rebuliço” na máfia do Propano, que além do Big Jim, tem também o reverendo Coggins como membro. E que reverendo mais f**, esse, hein! E que segredo todo é esse envolvendo propano? Deve ser algum MUITO importante pra justificar tanto alarde…

Falando em morte, tivemos um flashback revelador do embate entre o Barbie e o Peter, marido da Julia. O médico morreu da forma mais clichê possível: num confronto com arma carregada e tiro disparado sem querer, querendo. Bastou um tiro e “ploft”, Peter morreu. Isso serviu apenas pra mostrar que o Barbie não é um “bad guy”, apenas agiu em legítima defesa. Mas ainda temos que descobrir muito mais sobre o “forasteiro” antes de rotulá-lo de mocinho da trama… Embora seus atos estejam se tornando sendo cada vez mais heroicos.

Enquanto isso, Junior continua alimentando seu lado vilão! Continuo não suportando o personagem (e olha que estamos apenas no segundo episódio) e seu ciúme desenfreado pela Angie. Pelo menos descobrimos qual é o objetivo do rapaz: ele quer “curar” a (ex)namorada por achar que sua mente foi afetada pela redoma. Será que a teoria do filho do Big Jim tem algum fundamento? Será que ele sabe mesmo o que está acontecendo, como alegou? Hm, para as duas perguntas minha resposta seria “não”. Ele tá apenas surtado. Não duvido nada que ele fundamente suas suspeitas com religião – é tudo obra do capeta!!!

Ah, e pelo menos a única estação de rádio que ainda funciona na cidade vai ter uma finalidade, digamos, mais vantajosa… Graças a Julia, os residentes de Chester’s Mill agora tem um programa de notícias para informar sobre o que for descoberto sobre a redoma, e o programa se chama… Under the Dome! Taí a justificativa pro nome da série! 😛

O que gostaria de ter visto mais neste segundo episódio era um mergulho maior em alguns personagens, já que é para eles que estou tentando direcionar meu interesse pela série. Por enquanto só tivemos uma abordagem mais superficial, mostrando que ninguém (ou pelos menos algumas pessoas, como o Barbie e o Big Jim) é inteiramente bom ou mau. Isso é bom, pois quando mais nuances tiverem os personagens, melhor a trama pode ficar. E o caos que promete começar a ganhar força – e foi iniciado pelo incêndio na casa do finado Duke –, tem tudo para fazer com que muitos deixam aflorar seu pior lado. Prova disso foi o que aconteceu com o tal policial que surtou e acabou matando o colega ao dar um tiro em direção à redoma — É, ser policial nessa cidade não é uma boa… Te cuida, Linda!

Vamos ver até quando vai durar essa política de boa vizinhança… Logo, logo vai estar todo mundo querendo preservar seu estoque de alimentos e lutando por sua própria sobrevivência (pelo menos é o que espero). Vou ser sincero com vocês, ainda não estou convencido de que Under the Dome é uma série que vale a pena acompanhar. Mas como ela se tornou o “hit do verão” (sério, não se fala em outra coisa! :P), vou continuar assistindo-a e comentando-a por aqui até onde conseguir, blz?

Acesse o Artigo Original: http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2013/07/under-dome-1×02-fire.html#ixzz2YEBHepjE

Por Mano-Caldeirão das Séries

A canadense que enlouquece os Mad Men

LOS ANGELES – Megan Draper está morta? A sexta temporada de Mad Men termina neste mês e esta é uma das teorias que estão circulando pela internet em torno da série. O DCM conversou com Jessica Paré, que faz a mulher de Don Draper — e como era de se esperar, ela não estava disposta a nos revelar qualquer spoiler da história, é claro. Todo ano os fãs da série especulam sobre o tipo de caos que o criador do show, Matthew Weiner, pretende desencadear em Don Draper e companhia.
Tendo emergido como a mais quente novidade do elenco de Mad Men devido à sua versão sexy da música pop francesa dos anos 1960, Zou Bisou Bisou, Paré é agora uma parte integrante do equilíbrio existencial do aclamado show — portanto nos deixaria realmente tristes se ela abandonasse a história. “A última temporada foi muito interessante e me foquei em trazer as camadas mais profundas da personalidade de Megan”, disse ela para nós. “Trabalhar com um grande elenco como o de Mad Men te coloca em um nível diferente. Hoje estou muito mais confiante sobre quem eu sou como atriz.”
Mad Men foi uma oportunidade esperada durante muito tempo por Paré em Hollywood, depois de ter lutado para encontrar trabalho desde que se mudou de Montreal para Los Angeles, há nove anos. Tendo feito sua estreia como atriz aos 17 anos no vencedor do Oscar Stardom, seguido por uma aparição em Assunto de Meninas, a carreira de Paré ficou à deriva por vários anos. Apesar de papeis recorrentes em séries de TV, como Jack e Bobby (2005) e Life (2007), ela estava resignada a trabalhar em filmes canadenses obscuros como The Trotsky (2010) e A Ressaca (2010), estrelado por John Cusack. Mas quando ela fez o teste e ganhou o papel da secretária Megan Calvet no meio da quarta temporada de Mad Men, Paré finalmente teve a chance de deixar sua marca.
Aos 31 anos, Paré é filha de Anthony Paré, diretor do Departamento de Educação na prestigiada Universidade McGill, em Montreal, e Louise Mercier, uma tradutora de conferências. Alta e escultural, Paré fala perfeito francês e inglês. Confira abaixo a nossa conversa com ela, na qual a atriz revela que nunca ficou inibida com cenas de nudez e que não liga de ter fotos suas de topless circulando pela internet.
Jessica, antes de encontrar trabalho em Mad Men, você estava pensando em desistir da atuação?
Eu não tinha certeza do que eu ia fazer. Fiz testes para vários papeis, mas não encontrei nada que me agradasse e fiquei bastante triste. Pensei que talvez eu devesse ir para casa, em Montreal, e repensar na vida. Mas eu sabia o quanto eu amava atuar e que realmente não havia nada que eu estava treinada para fazer além disso. Então eu decidi ficar em Los Angeles e eu tinha a sensação de que, eventualmente, alguma coisa iria dar certo para mim. E então eu consegui um teste para Mad Men e tudo na minha vida mudou.
Isso é um sinal de força de vontade?
[rs] Eu não tenho certeza! Acho que todos neste negócio, especialmente atores, precisam ter muita autoconfiança e fé cega. Você simplesmente precisa acreditar que um dia você vai achar que um papel que vai mudar a sua vida.
Por que é que o público se apaixonou por Megan?
As pessoas a admiram porque ela é independente e não se deixa ser manipulada por ninguém. Nem mesmo por Don, que ela tanto ama. Ela quer ter uma vida própria, mas também quer estar com Don e fazer com que seu trabalho seja notado. É uma relação muito complexa que eles têm, mas isso é o que a torna tão interessante. Eles estão testando os limites de cada um. E mesmo que ela o aceite como ele é — e eles têm essa conexão física muito poderosa — ela não vai ser empurrada.
Mas Don não é necessariamente alguém que vai fazer uma mulher feliz.
Isso é verdade. Don não é um homem muito feliz, por isso não é parte de sua natureza espalhar felicidade para os outros ao seu redor, embora ele muitas vezes é nobre de sua própria maneira. Ele quer ser um homem melhor, mas ele foi danificado na vida e possui um trauma que o assombra. Don Draper é uma pessoa individualista.
Você tem alguma semelhança com a Megan?
Nós somos diferentes. Eu tendo a ser mais melancólica, apesar das pessoas falarem que eu adoro rir. Às vezes meu estado de espírito vai do céu ao inferno em questão de segundos. Mas acho que isso é útil quando você é um ator, porque você precisa mostrar diferentes emoções o tempo todo.
Você gosta da tensão sexual entre Megan e Don?
Isso é uma das coisas mais interessantes neste relacionamento. Há essa raiva e paixão, tudo conectado em um nível físico. O sentimento entre eles é muito curioso.
O seu sucesso em Mad Men reacendeu sua carreira, em geral.
Eu estou recebendo mais ofertas agora e há muitas oportunidades lá fora para mim. Houve um tempo em que foi bem difícil arrumar audições para filmes, diferente de hoje.
Você é uma espécie de símbolo sexual agora. Você gosta desse tipo de atenção?
Às vezes eu gosto sair com uma roupa mais sexy. Quando eu era jovem, tinha tem que lidar com muitos comentários e com homens que sempre tentavam me definir pela minha aparência. Eu odiava isso quanto estava começando, quando tentava ser levada a sério como atriz. Hoje, estou tranquila em relação a isso.
Como você lida com as cenas de nudez, como aquela que fez em A Ressaca?
Nunca tive muita inibição sobre isso e nunca foi uma grande preocupação para mim, desde que eu me sinta bem sobre o contexto e o próprio trabalho. Você não necessariamente gosta de ter fotos de topless de si mesmo na internet, mas você aprende a ignorar isso. O sexo é uma força motriz na vida e a nudez está obviamente ligada com isso. Expressar esse aspecto da vida quando você está atuando em um papel é importante. Atitudes também estão começando a mudar sobre nudez em Hollywood e não é mais um grande negócio…
Nós ouvimos dizer que você tem um novo namorado. Verdade?
[rs] Eu sou muito ruim no romance! Mas eu gosto de pensar que eu aprendi algumas lições ao longo do caminho, então talvez haja esperança para mim. Às vezes, você só precisa encontrar o cara certo! [rs]