Wagner Moura corre por fora contra medalhões da TV no Globo de Ouro

A missão de Wagner Moura no Globo de Ouro desta noite não é nada fácil. Para sair vencedor na categoria melhor ator em série dramática, o brasileiro terá de desbancar três medalhões da TV na premiação, uma das principais do mundo do entretenimento: Jon Hamm (de Mad Men), Bob Odenkirk (Better Call Saul) e Liv Schreiber (Ray Donovan). A cerimônia, apresentada pelo comediante Ricky Gervais, será realizada neste domingo (10), a partir das 22h, em Beverly Hills, com transmissão ao vivo do canal TNT.

Moura concorre pela primeira vez ao Globo de Ouro, feito conquistado pela polêmica temporada de estreia de Narcos, da Netflix, na qual interpreta o traficante colombiano Pablo Escobar. O ator recebeu severas críticas, principalmente na Colômbia, por causa de seu sotaque. Para os colombianos, a dicção de Moura passou longe do modo como falam os moradores do Estado de Antioquia, terra de Escobar. Seria quase a mesma coisa que um ator com sotaque baiano interpretar um bandido carioca da gema.

O brasileiro é uma zebra na disputa, que tem Jon Hamm como franco favorito. O protagonista de Mad Men, série que terminou no ano passado, concorre pela sexta vez ao Globo de Ouro _venceu uma, em 2008. Hamm é o atual detentor do Emmy de melhor ator em série dramática. Bob Odenkirk, o advogado malandro de Better Call Saul, está na briga pela primeira vez, mas é um veterano nas premiações da TV desde os tempos do humorístico Saturday Night Live, programa que o revelou, e depois com Breaking Bad (2008-2013).

Liev Schreiber, o implacável Ray Donovan, é outra figurinha carimbada das premiações e nome forte na disputa. Essa é a quarta vez que ele está no Globo de Ouro, três delas por Ray Donovan. Fecha o quinteto Rami Malek, que roubou a cena em Mr. Robot. Assim como Moura, Malek é café pequeno nesse embate de gigantes.

DIVULGAÇÃO/MONTAGEM/USA NETWORK/FOX

Rami Malek (à esq.) em Mr. Robot e Terrence Howard em Empire; qual a melhor série de 2015?

Qual a melhor série de 2015?

Como o Globo de Ouro sempre é entregue em janeiro, os vencedores recebem o rótulo de melhor “alguma coisa” do ano anterior _no caso, de 2015. Fora isso, a premiação tem uma tendência de eleger séries novatas na categoria drama, o que ocorreu 15 vezes em 45 oportunidades. No ano passado, deu The Affair, série estreante. The Sopranos (2000) e Homeland (2012) também venceram no primeiro ano.

O paradigma dá esperança para Mr. Robot e Empire, duas boas estreias do ano passado. Uma (Mr. Robot) tem uma trama mais cabeça, inovadora. Outra (Empire) apresenta uma fórmula tradicional e bem estruturada das batidas brigas familiares vistas aos montes na TV. Ambas têm os respectivos valores e méritos.

Mas o prêmio não deve escapar de Game of Thrones, pela quinta e melhor temporada da série. Atual vencedora do Emmy, o prêmio de melhor série dramática daria à produção da HBO a dobradinha Emmy-Globo de Ouro. A última vez que isso aconteceu foi em 2008-2009, com Mad Men.

REPRODUÇÃO/FX/MONTAGEM/DIVULGAÇÃO/ABC

Elas deram show em 2015: Kirsten Dunst (à esq.) em Fargo e Regina King em American Crime

Fargo x American Crime

A categoria minissérie tem um duelo à parte: Fargo contra American Crime. Cada uma das produções tem praticamente dois prêmios certos: melhor atriz para Kirsten Dunst (Fargo) e melhor atriz coadjuvante para Regina King (American Crime). O embate será na categoria principal do gênero, não deixando espaço para American Horror Story: Hotel, Wolf Hall e Flesh & Bone, os outros concorrentes.

E as comédias?

A organização do Globo de Ouro surpreendeu ao anunciar a categoria de melhor série de comédia ou musical, no mês passado, sem a presença de nomes tradicionais, como Modern Family e The Big Bang Theory, e a adição de séries desconhecidas, como Casual e Mozart in the Jungle. Essa é uma das categorias mais imprevisíveis da noite, o que dá esperança para Orange Is the New Black. Mas Veep e Transparent são os nomes mais fortes.

Veja os indicados nas categorias de TV do Globo de Ouro de 2016:

Melhor série dramática:

Empire (Fox)

Game of Thrones (HBO)

Mr. Robot (Space)

Narcos (Netflix)

Outlander

 

Melhor série de comédia ou musical:

Casual

Mozart in the Jungle

Orange Is the New Black (Netflix)

Silicon Valley (HBO)

Transparent

Veep (HBO)

 

Melhor minissérie ou filme feito para TV:

American Crime (AXN)

American Horror Story: Hotel (FX)

Fargo

Flesh & Bone

Wolf Hall

 

Melhor atriz de série dramática:

Caitriona Balfe (Claire Beauchamp em Outlander)

Eva Green (Vanessa Ives em Penny Dreadful)

Robin Wright (Claire Underwood em House of Cards)

Taraji P. Henson (Cookie em Empire)

Viola Davis (Annalise Keating em How to Get Away with Murder)

 

Melhor ator de série dramática:

Bob Odenkirk (Saul Goodman em Better Call Saul)

Jon Hamm (Don Draper em Mad Men)

Liev Schreiber (Raymond Donovan em Ray Donovan)

Rami Malek (Elliot Alderson em Mr. Robot)

Wagner Moura (Pablo Escobar em Narcos)

 

Melhor atriz de série de comédia ou musical:

Gina Rodriguez (Jane Villanueva em Jane The Virgin)

Jamie Lee Curtis (Cathy Munsch em Scream Queens)

Julia Louis-Dreyfus (Selina Meyer em Veep)

Lily Tomlin (Frankie em Grancie and Frankie)

Rachel Bloom (Rebecca Bunch em Crazy Ex-Girlfriend)

 

Melhor ator de série de comédia ou musical:

Aziz Anzari (Dev Shah em Master of None)

Gael Garcia (Rodrigo De Souza em Mozart in the Jungle)

Jeffrey Tambor (Mort/Maura em Transparent)

Rob Lowe (Dean Sanderson Jr. em The Grinder)

Patrick Stewart (Walter Blunt em Blunt Talk)

 

Melhor ator em minissérie ou filme para TV:

Idris Elba (John Luther em Luther)

David Oyelowo (Peter Snowden em Nightingale)

Patrick Wilson (Lou Solverson em Fargo)

Mark Rylance (Thomas Cromwell em Wolf Hall)

Oscar Isaac (Nick Wasicsko em Show Me a Hero)

 

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV:

Felicity Huffman (Barbara Hanlon em American Crime)

Lady Gaga (Elizabeth em American Horror Story: Hotel)

Kirsten Dunst (Peggy Blumquist em Fargo)

Queen Latifah (Bessie Smith em Bessie)

Sara Hay (Claire Robbins em Flesh and Bone)

 

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie, ou filme para TV:

Joanne Froggatt (Anna Smith em Downton Abbey)

Judith Light (Shelly Pfefferman em Transparent)

Regina King (Aliyah Shadeed em American Crime)

Maura Tierney (Helen Solloway em The Affair)

Uzo Aduba (Suzanne Warren em Orange is the New Black)

 

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV:

Alan Cumming (Eli Gold em The Good Wife)

Ben Mendelsohn (Danny Rayburn em Bloodline)

Christian Slater (Mr. Robot em Mr. Robot)

Damian Lewis (Henry VIII em Wolf Hall)

Tobias Menzier (Frank Randall em Outlander)

Original: http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/wagner-moura-corre-por-fora-contra-medalhoes-da-tv-no-globo-de-ouro-10149#ixzz3wro41fls
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Sons Of Anarchy 7×10: Faith and Despondency

“Nem todo dia é dia de perder.”

Estamos oficialmente na reta final de Sons Of Anarchy e o episódio dessa semana pode ser considerado como um dos melhores da série. Quase uma hora e dez minutos de boas atuações, roteiro, trilha sonora, surpresinha e boa dose de amor. E amor, nesse caso, vem em diversas formas, mas todas se resumindo em cenas de sexo nada gratuitas. Começamos com uma sequência que nos leva por caminhos bem interessantes, nos quais praticamente todo o elenco vira protagonista.  Gemma sai um pouco do centro das atenções e os rapazes do clube aparecem. Depois da morte de Bobby, nada como esse olhar mais íntimo.

O episódio ganha ainda mais importância à medida que os vieses psicológicos ganham abertura e todos ficam mais complexos. Não é fácil criar uma série em que o público torce pelos vilões de tal forma que eles se transformem em mocinhos. É preciso construir um universo todo em que essa situação seja crível e possível e em SOA é isso que acontece. Claro que não quero reduzí-los a algo tão unilateral, mas demonstrar a complexidade de cada personagem. No “mundo real” eles seriam criminosos e ponto final. Na ficção, eles têm um ar heroico.

Sendo assim, ficamos felizes quando nossos heróis da Samcro promovem uma bela vingança contra August Marks e seus companheiros. Tudo perfeitamente arquitetado, inclusive os “ratos”, até chegarmos à sinfonia de bombas e tiros de metralhadoras, que culminam com o literal “olho por olho”. Jax vinga Bobby de modo épico e nos mostra que, às vezes, o dia é de sorte. Foi um bom dia também para Eglee. Salva pela rápida ação de Unser e pelo protecionismo do clube. A xerife Jarry, obviamente, fica perturbada ao ver que por mais que tente, não tem lá muito poder sobre o que acontece em Charming.

Aliás, repito. Jarry é a primeira xerife (à parte de Unser) a ser “querida”, de certa forma. Engraçado o modo como ela conseguiu mostra esse lado “bad girl” rapidamente e como ela segura bem a confusa relação com Chibs. A cena dos dois, com distribuição de pancadas e sexo violento é um exemplo disso. Os diálogos, é claro, são bem colocados para mostrar o quanto aquilo é surreal.

Numa linha mais suave, temos Tig e Venus, em mais uma relação que desafia a compreensão de muita gente. O preconceito que ele sofre e que ela sofre por associação foi colocado na medida, mas no fim toda a dor e medo em ambos virou uma das mais românticas cenas da TV. Olhares e palavras resumindo muito bem o que aquilo tudo significa.

Happy e Juice não escapam da “dose de amor” e enquanto um segue um tanto misterioso, o outro vira esposa de nazista. Sempre fiquei esperando saber mais de Happy, mas acho que ficaremos nisso mesmo. Juice, por sua vez sofre mais um golpe da vida e se consagra como um dos personagens mais zicados da série. Tive pena, ao contrário de Jax, que até incentiva esse namoro atrás das grades.

Inclusive, Jax demonstra sua fragilidade ao escolher mulheres que são bem parecidas com Tara, fisicamente falando. Ele chora e sente a perda, mas começa a entrar na fase de aceitação. Pelo menos, até o cliffhanger do episódio. Prova disso é que até Wendy, que vem provando sua recuperação, ganhou o merecido reconhecimento como mãe de Abel. Foi mais uma cena bem bonita, que não ficou melhor por motivos de “criança robô”.

Mesmo com uma dupla de atores mirins tão ruim, o fato é que eles têm cumprido um papel importante. Começo a ver a falta de emoção e alma dos menininhos como um plus. Abel é, afinal, uma criança traumatizada e age como tal. Kurt Sutter aproveita essa falta de expressão para mostrar um garotinho frio e capaz de processar informações bem complexas, virando o jogo em seu favor.

 O que ele faz com Gemma é impressionante, assim como a cena em que vai ao banheiro e olha aquele garfo planejando um importante passo no plano que estruturou. O final, com aquela frase tão inocente e ao mesmo tempo tão bem colocada é pra fazer pensar. Foi por acaso que ele disse ou o moleque aproveitou o momento para terminar de destruir a avó? Gemma não faz ideia que seu maior inimigo é alguém tão próximo e tão inesperado. Mas convenhamos, a culpa é toda dela. Com essa, ela aprende a não falar mais em voz alta com gente morta.

P.S*Nero vendendo a parte dele para o pessoal dos Mayans: vai dar merda.

P.S*Courtney Love toda repuxada me dá um baita medo.

P.S* Já viram o elenco de Sons Of Anarchy em entrevista no Conan O’Brien? Procurem pelo programa do dia 11 de novembro, que está sensacional! Tem um monte de quadros inspirados na série, assim como essa reprodução da abertura:http://teamcoco.com/video/conan-sons-of-anarchy-cold-open

FATIANDO O DEXTER: PERSONAGEM GANHA BOLO EM TAMANHO REAL!

Para celebrar a temporada final de Dexter no Reino Unido, o canal FOX (que exibe o drama do Showtime por lá) encomendou um bolo em tamanho real do nosso querido “serial killer” à artista Annabel de Vettenhttp://www.annabeldevetten.co.uk/Com as mesmas dimensões do ator Michael C. Hall, o bolo demorou 100 horas para ficar pronto. Vejam o resultado:

E aí, alguém ficou desejando um pedacinho? 😛

Fonte: BuzzFeedhttp://www.buzzfeed.com/periwinklejones/dexter-cake-is-deliciously-murderous-adho
http://caldeiraodeseries.blogspot.com.br/2013/07/fatiando-o-dexter-personagem-ganha-bolo.html#more

Game of Thrones” é muito mais do que sangue e seios

Publicado originalmente no Guardian.(DCM)

POR AYELET HAIMSON LUSHKOV

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Como professora de literatura clássica, eu fico muitas vezes à procura de material para fazer a ponte entre o passado e o presente, e Game of Thrones é ideal para isso. Muitos de nós, inclusive eu, não conseguimos nos cansar dessa série, mas dificilmente ela é a primeira história de derramamento de sangue em busca de uma coroa.

O que torna Game of Thrones particularmente um bom embaixador para a “velha literatura” é que o seriado abre não uma associação, mas todo um mundo de associações literárias. Por um lado, o novo noivo de Margaery, o jovem rei Joffrey, é um vilão que, apesar de parecer de desenho animado, tem o carisma de um personagem de Shakespeare. Um herdeiro da persona teatral de Ricardo III, Joffrey cumpre todos os clichês tirânicos, deleitando-se em caprichos cruéis e obcecado com sua permanência no poder.
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Mas Game of Thrones não é uma simples reencenação de Shakespeare. Acho que, enquanto Ricardo, pelo menos no palco, manifesta sua maldade em sua deformidade, Game of Thrones rompe essa junção de aparência e caráter. Joffrey executa todo o tipo de vilania enquanto exibe sua boa aparência dourada; seu tio Tyrion, entretanto, embora ridicularizado por seu nanismo como “o demônio” ou “meio-homem”, rouba os holofotes com uma mistura de encanto, ressentimento, astúcia e escrúpulo ocasional.

Margaery e Loras ficam ambos esperando uma chance com a tentativa malfadada de coroar Renly, não apenas o marido de Margaery, mas também amante secreto de Loras. Esse é um dos meus enredos favoritos, apesar da insistência dos meus alunos de que qualquer coisa a ver com Robb Stark deve ser infinitamente superior. Mas eu mantenho a minha preferência, até porque a história de Renly e Loras tem o pedigree de um bom clássico de Virgílio.

Na Eneida, Virgílio conta a história de Niso e Euríalo, um casal de jovens amantes de Troia que faz uma incursão ousada contra o inimigo e encontra sua morte prematura. A primeira coisa que ouvimos sobre Loras Tyrell é que ele é jovem, bonito e conhecido como o “Cavaleiro das Flores”. Em Virgílio, encontramos um paralelo: quando Euríalo é morto, o poeta o compara a uma flor roxa, cortada pelo arado, uma papoula, com a cabeça caída sob o peso da chuva. É um dos momentos mais tocantes da Eneida, e os campos de papoula da Flandres o tornaram um símbolo ainda mais comovente da tragédia da juventude desperdiçada.

Logo no início da Eneida, Niso e Euríalo participam de uma corrida, que mais tarde se transforma em uma corrida desesperada para salvar suas vidas. Assim, também, o grande “Torneio da Mão” no início de Game of Thrones abre o caminho para as verdadeiras batalhas que virão, com a perda de Renly no torneio, descrito no romance original, prenunciando a morte do jovem.

Mais de uma vez eu quis perguntar ao autor, ao diretor e aos roteiristas se eles tinham dado uma olhada em Virgílio ou Shakespeare. Eu não posso dizer o que eles pensam. Mas, realmente, isso importa?

A literatura é um processo de associação criativa. Game of Thrones, apesar de seu interesse lascivo em sangue e seios, tem musculatura intelectual suficiente para acomodar muitas associações literárias – e o inverno (da série) ainda está por vir.

Atriz de “Game of Thrones” comenta sobre polêmica de nudez na série

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A atriz Oona Chaplin, a Talisa Maegyr de “Game of Thrones”, contou que uma das atrizes da série não quer mais fazer cenas em que aparece nua por achar que isso denigre seu trabalho.

“Uma das meninas da série que mais teve seu figurino arrancado nas primeiras temporadas agora não faz nada, porque ela disse: ‘Eu quero ser conhecida pela minha atuação não pelos meus seios”, contou a neta de Chaplin ao jornal inglês “The Telegraph”, sem revelar o nome da atriz.

Segundo a publicação, a atriz em questão seria Emilia Clarke, a princesa Daenerys Targaryen, que voltou a aparecer nua no último episódio do seriado.

Oona afirmou não ter problemas com cenas de nudez e disse apreciar o corpo das mulheres. “Se as cenas são feitas de um modo bonito, que exalte as formas femininas, fico feliz em vê-las”, contou. Sinto-me confortável em tirar minhas roupas, então, se quiserem, eu direi, ‘sim, mandem ver, estou nua, nenhum problema”, acrescentou.

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Dexter_Review 7×3 – Buck the System


Eu ainda me lembro das promos e notícias da 5° temporada (ou seria da 6°?), nas quais os produtores afirmavam que Dexter voltaria a ser o que era na 1° temporada. Eles prometiam que Dexter voltaria às origens, mas não foi o que eu observei.
Não é segredo para ninguém que até então minha temporada preferida foi a 1°. Porém, diferentemente do que eu possa transparecer, não é apenas por causa do digníssimo Ice Truck Killer. A primeira temporada é a que me mais chama atenção por ser muito introspectiva, explorar pouco os personagens coadjuvantes e por propor-se a mostrar os conflitos de Dexter, mais que qualquer outra coisa. Okay, Gabriel, mas por que você está falando da primeira temporada? Esta sétima temporada está me fazendo sentir como eu me sentia ao assistir à primeira. Buck the System foi um episódio muito bom! Nota 9, ou 8,5 talvez?

O começo do episódio foi de tirar o fôlego. Mesmo sabendo que os assassinatos impulsivos eram frutos da imaginação capciosa do nosso serial killer, ainda sim eu não pude evitar os sustos. As cenas foram muito bem feitas, e segredinho ~eu sempre tive vontade de ver o Masuka morrendo~, mas ele é um personagem que faria falta.
Antes que eu foque em “Debxter”, gostaria de pedir para vocês exporem suas teorias sobre Quinn e a máfia Russa. Vocês acham que a stripper realmente está a fim dele ou foi apenas um plano astuto para conseguir informações sobre Viktor? Vou explicar minha dúvida:
1) teoricamente o intuito de a Nadia se aproximar do Quinn era conseguir mais informações sobre Viktor. 2) A máfia já descobriu que Viktor está morto, e eles devem ter quase certeza de que foi o Dexter o autor do crime.
Agora entra minha dúvida: como vai ficar a relação do Quinn com a Nadia? Se a máfia já descobriu o que queria, qual o propósito em os produtores terem feito essa aproximação da moça linda com o caveirudo Quinn? Não consegui achar resposta ainda.

A única coisa boa na LaGuerta é a sua imprevisibilidade (e não estou sendo irônico!). No 6×12 ela apoia a Deb na busca por Travis nos arranha-céus de Miami, mesmo gerando gastos no departamento e não resultando na captura do Doomsday Killer. Outros vários momentos ela se mostra apenas uma cadela recalcada (no sentido comum da palavra). Sobre isso, achei bacana ela ter sido racional com a Deb. Outra coisa que gostei, foi ela ter sido bem usada para refletir algo na trama principal, prova disso foi a tenente ter perguntado “se você soubesse que tem um assassino aí for, e pudesse fazer algo para impedi-lo antes que ele matasse de novo, você o deixaria ir?” e ter recebido “nós somos policiais, Deb, nós seguimos a lei” como resposta.
Não consigo esconder minha surpresa e frustração quanto à morte de Louis. Pra mim esse foi o ponto baixo do episódio e, talvez, da temporada. Quando, na review passada, eu disse que os produtores não sabem trabalhar com muitos personagens e muitas tramas paralelas, a morte de Louis vem como prova disso. Assim como o sumiço da psicóloga e do quero-dar-pro-Dexter da Deb, o caso da Santa Mierda e a entrada e saída rápida do Mike Anderson.
Os verdadeiros psicopatas são os produtores [risos], nos iludem nas promos e nas histórias secundárias, mas as deixam de lado, acabando com nossa esperança. Eu me sinto frustrado quanto ao Louis, esperava muito mais da parte dele! Ainda mais depois do “breakdown” do episódio. Louis se mostrava perfeccionista obsessivo por várias coisas, claramente tinha baixa tolerância à frustração e era muito inteligente. Poderia ser um “adversário” para o Dexter que não fosse um assassino! Seria muito interessante para a série. Uma pena ter acabado dessa maneira. Ou será que não acabou? Porque afinal de contas, sua morte aconteceu no Slice of Life, e o Louis falou que Dexter estava “ferrando com ele”.
O descontrole de Dexter com o John Lennon foi ótimo! Gostei bastante também do modus operandi do Speltzer. Gostaria de ter visto a explicação para a Deb estar na casa do assassino e sobre como tudo acontece. Não estou dizendo que não tem explicação, só digo que queria ter visto como eles lidaram com isso. Assim como eu gostaria de ter visto explicação para Dexter ter ido morar com a Deb e o Harrison ter subitamente sumido. Eu sei que podemos inferir que o pequeno está com a Jamie, mas para mim isso não basta. Falando nisso, cadê o pimpolho loirinho?

Deb está se mostrando uma personagem volúvel e demanda crescimento rápido e constante. Não foi diferente este episódio, aparentemente ela passou para outro nível de entendimento sobre o dark passenger. Talvez nos próximos episódios encontremos alguma situação que demande que a Deb escolha salvar Dexter em detrimento de seguir as leis. Não tenho ideia de como vai ser.
OU TALVEZ (minha teoria), Dexter lide com ela da maneira que funcionou com Harry. Inicialmente Harry visava curá-lo, mas certamente não se empenhou muito nisso. Quando teve necessidade, Harry viu que poderia usar Dexter para tirar o lixo da sociedade, iniciando suas matanças em série com a enfermeira. Talvez Deb se veja numa situação que ela precise da ajuda do lab geek e aceite o estilo de vida do Dexter. O que vocês acham?
Talvez não seja assim que se encaminhe a temporada, mas este episódio já deu bons indícios de que isso é possível. Dexter expos Deb às contingências que ele vive, isto é, ele parou de contar o que ele faz com os assassinos, como ele faz e o porquê de ele fazer. Agora ele está fazendo com que a Deb viva a vida que ele vive, dessa forma ela pode entender melhor o que de fato acontece com ele.

(Sobre a Hannah, CASA COMIGO, SUA LINDA!)

E vocês, o que acharam do episódio? Não deixe de comentar!

Obs.: desculpem os possíveis erros de concordância e continuidade no texto. Eu estudo e trabalho e faço as reviews, e enfim… paciência comigo, por favor haha (:

Die die, Dexterous!

@Gabrielbarros42-Dexter Brasil

Homeland:. Claire Danes e o terrorismo, o transtorno bipolar e o marido curioso


Alemão, naturalizado canadense, Harold Von Kursk já escreveu para diversas revistas americanas e europeias. Aos 52 anos, tem uma vasta experiência entrevistando as maiores estrelas de Hollywood. Ele conversou com a atriz americana Claire Danes, soberba no papel de uma agente da CIA na série Homeland, grande sensação do Emmy deste ano:

Ser a estrela da série preferida de Barack Obama tem suas vantagens e Claire Danes nunca se sentiu melhor sobre sua carreira ou sua vida do que agora. Como a estrela da aclamada série Homeland, Claire estabeleceu-se como uma das melhores atrizes de Hollywood. Ganhou um Emmy por seu trabalho como a analista bipolar da CIA Carrie Mathison apenas um ano depois de ganhar o mesmo prêmio por seu trabalho interpretando uma mulher autista em Temple Grandin.

Homeland tem encantado espectadores com um enredo central dinâmico: o personagem de Claire é obcecado pelo fuzileiro naval Nicholas Brody (o britânico Damian Lewis), que retornou aos EUA depois de oito anos em cativeiro da Al-Qaeda. Será ele um terrorista ou um herói de guerra?

A ex-estrela infantil e protagonista de filmes como Romeu e Julieta tem apenas um grande medo: ver seu casamento acabar por não poder contar ao marido, fã de Homeland, o que vai acontecer.

Q: Há muita tensão em interpretar uma bipolar como Carrie?

É apenas desgastante. Você tem de colocar tanta energia. Com Carrie, o meu desafio é manter os níveis de variação de obsessão e fixação. Ela não está apenas preocupada com a luta contra o terrorismo, mas também tem de cuidar de sua doença e de não perder o controle. Ela está em um estado constante e crônico de alerta máximo.

Q: Como você pesquisou para seu papel na CIA?

Fui apresentada a uma mulher de alto escalão da CIA que me levou para a sede em Langley (Virgínia) e falou-me de alguns detalhes sobre sua experiência e o tipo de operações que eles realizam. Eu cheguei a conhecer o chefe da divisão de inteligência da CIA no Paquistão, que tinha acabado de voltar e estava profundamente envolvido no assassinato de Bin Laden.

Q: Você aprendeu alguma coisa sobre o trabalho de inteligência?

Nada que eu possa falar (Risos).

Q: Você também fez um monte de pesquisas sobre o transtorno bipolar.

Sim. Não é assim tão fácil entender a doença porque ela se manifesta de muitas maneiras diferentes e os médicos ainda estão tentando entender mais sobre o assunto para tratá-la de forma mais eficaz. Conheço vários psicólogos. Passei um bom tempo com uma mulher que é bipolar e tem escrito extensivamente sobre a doença. Eu também tenho um bom amigo psiquiatra que diagnosticou o personagem e receitou até mesmo o tipo de medicamento que ela estaria tomando.

Q: Por que é melhor trabalhar na TV do que no cinema?

Não faz muito tempo havia um certo estigma ligado a trabalhar em uma série de TV. Era visto como um sinal de fracasso. Mas o ambiente mudou completamente. Basta olhar para o número de séries em circulação. Breaking Bad, Mad Men e Boardwalk Empire são soberbamente escritas e fazem parte desse renascimento da TV que já se arrasta há alguns anos. Eu adorava assistir The Wire e esses tipos de programas estão abrindo espaço e criando oportunidades incríveis para atores.
HAROLD VON KURSK
postado por Kiko Nogueira-Diário do centro do Mundo

Arrow 1×01: Pilot_A série mais esperada da Fall Season 2012.

Desde que os críticos de TV americanos tiveram acesso ao Piloto e mais alguns episódios iniciais de Arrow, uma comoção geral se instalou. A série da CW, emissora pequena e geralmente tratada como responsável por produções de gosto duvidoso, impressionou e foi tachada de “melhor estreia da Fall Season”.
Teve quem duvidasse completamente e lançasse mão da máxima de que as opiniões foram compradas pela DC Comics, responsável pela publicação que dá origem à série, mas verdade seja dita, o material promocional de Arrow já denotava algumas qualidades da produção que apenas precisavam de confirmação. Quatro minutos são muito diferentes de quarenta, convenhamos.
Sendo assim, a curiosidade para ver Arrow aumentou e a série apresenta uma Series Premiere que é sim, muito boa. Se essa é a grande estreia do ano, apenas os próximos episódios poderão confirmar, mas o caminho certo para isso está traçado. Vale dizer que, como nunca tive contato com as HQ’s e sei nada sobre o personagem já conhecido por muitos, a opinião sobre o Piloto é completamente livre de comparações. Apenas o produto televisivo está em foco.

Não há como negar que a história é sim, interessante e as primeiras impressões sobre a transformação de Oliver Queen (Stephen Amell), de playboy a vingador encapuzado, são as melhores. Pelo menos nesse inicio tudo é desenvolvido a contento, sem tirar do espectador o prazer da curiosidade. Um pequeno defeito estaria na edição que poderia ser mais ágil e tornar o episódio mais “alucinante” por assim dizer. A sensação é a de que tudo acontece na maior calma, muito embora, haja novos fatos e informações a todo o momento.
As cenas de ação são boas, os efeitos necessários para a trajetória das flechadas também têm qualidade e, no fim das contas, somando-se tudo isso ao elenco que dá conta do recado muito bem, Arrow se transforma numa produção de potencial. Isso porque nem citei o fato de que, depois do fim de Smallville, ficou aberta a vaga para uma boa série com temática de herói. Arrow parece estar estreando na hora certa.

A premissa de Arrow é a seguinte: Cinco anos após sofrer um acidente de barco em que perdeu o pai, o bilionário Oliver Queen é resgatado de uma remota ilha do Pacífico, onde, ao longo do tempo, ele se transformou numa verdadeira máquina de matar, com habilidades incríveis de combate e no uso de arco e flecha. Sua missão é consertar todos os erros cometidos pelo pai (que se suicida para que o filho tenha uma chance) e, de certa forma, fazer justiça. Para isso, Oliver vai se aproveitar de sua má fama de menino mimado e despistar seus inimigos e a polícia.
Com uso de verde e da roupa com capuz, a referência a Robin Hood é bem obvia. Além do mais, em sua primeira missão, Oliver tenta ser bacana com um dos figurões de Starling City, pedindo “gentilmente” que ele devolva muitos milhões de dólares para as pessoas que haviam sido prejudicadas por ele, mas a coisa não funciona muito bem “pedindo com educação” e é assim que Arrow invade a cena e redistribui a renda com seu jeitinho peculiar. Aliás, peculiar é a palavra certa para descrever a saúde de Stephen Amell, que é o tipo de cara que pode fazer cenas desnudas sem o menor problema. A boa forma do moço é, inclusive, um grande atrativo, mas Arrow não se apoia apenas nisso, apesar da exposição que rola em alguns momentos (para nossa alegria!).

Dentre os demais personagens temos Moira, a mãe de Oliver, que de boazinha não tem nada, Thea (Willa Holland) a irmã traumatizada e envolvida com drogas, Tommy (Collin Donnell) o melhor amigo boa vida , Laurel Lance (Katie Cassidy) a ex-namorada que ainda sofre com a morte da irmã e a traição de Oliver, John Diggle (David Ramsey) o segurança que só leva balão de Oliver e Quentin Lance (Paul Blackthorne) o detetive, pai de Laurel, que investiga a aparição de um vingador de capuz.
Arrow é baseada numa HQ homônima, publicada pela DC Comics. A equipe de produtores Greg Berlanti (“Green Lantern,” “Brothers & Sisters”), Marc Guggenheim (“FlashForward,” “Eli Stone”), Andrew Kreisberg (“Warehouse 13,” “The Vampire Diaries”) e David Nutter (“Smallville,” “Supernatural,” “Game of Thrones”). Melissa Kellner Berman (“Eli Stone,” “Dirty Sexy Money”) é co-produtora. O Piloto foi dirigido por David Nutter, com adaptação de Andrew Kreisberg & Marc Guggenheim e história escrita por Greg Berlanti & Marc Guggenheim.
P.S* Arrow não perde o charme e faz piadas sobre Lost e Crepúsculo. Sensacional!
Series em Serie

Dexter 7×01: “Are you…?”


[Atenção: grandes SPOILERS a seguir!] Todos nós temos escondemos alguma coisa. Alguns segredos são mais leves, outros podem nos expor de tal maneira que o protegemos ao máximo. Com o Dexter não é diferente, e neste começo de temporada vimos o “serial killer” fazendo de tudo para não perder a cabeça e não deixar que seu “Dark Passenger” fosse totalmente descoberto. Acontece que dessa vez a situação saiu mesmo do seu controle.

Do momento em que flagrou o irmão matando o Travis até os segundos finais do episódio, Deb não parou de fazer perguntas! Ela questionou tudo, e parecia que o Dexter tinha todas as falsas respostas na ponta da língua para evitar que sua irmã enxergasse a verdade por traz das mentiras que estava contando. Mesmo com um excelente “jogo de cintura”, o Dexter ficou preocupado com o fato de a Deb ter visto do que ele é capaz. Sua intenção era fazê-la acreditar que aquilo havia sido um deslize, que nunca tinha acontecido antes.

Para lidar com a situação, nada melhor do que passar o tempo com o que mais lhe acalma: matar! Ele aproveitou o assassino do detetive Mike para praticar seu hobby, acreditando que no fim do tudo tudo iria terminar bem. Acontece que a Debra não parou de pensar um segundo sequer no que aconteceu, e esses questionamentos levantaram suspeitas que estavam enterradas em sua mente e ela nem sabia — fruto do dia em que foi parar na mesa do Brian, o irmão biológico e também serial killer do Dexter. No fim, a Debra já tinha desvendado tudo, e surpreendeu o irmão com a pergunta “Você é…?”. O Dexter não teve mais como mentir… Ele admitiu ser um assassino em série. Wow!

Os flashbacks mostraram que o Dexter quis contar para sua irmã seu segredo quando eram crianças, mas seu pai lhe traumatizou dizendo que se um dia a Deb soubesse da verdade, ele acabaria perdendo-a. Será que é isso que vai acontecer agora? Será que a Debra vai deixar seu lado Tenente falar mais algo do que o fato de se tratar do seu amado irmão? Certamente ela não irá entregar o Dexter agora, pois estamos apenas começando a temporada, então ficamos com a opção dela tentar absorver tudo e procurar ajudar o irmão de alguma forma — talvez o salvando do seu lado sombrio. Confesso que já estava achando que os roteiristas iam manter a Deb no escuro por mais um tempo, e fiquei animado com a reviravolta final.

Enquanto isso, o Departamento de Miami já está focando na investigação do assassinato do Mike — nem me importei com a morte do personagem, tendo em vista que mal tivemos oportunidade de conhecê-lo. Mas tem coisas rolando por lá que podem complicar a vida do Dexter… A LaGuerta encontrou a amostra de sangue que o Dexter colheu do Travis e isso promete se tornar uma grande dor de cabeça para o serial killer em breve. Será que ela vai virar “o novo Doakes”? Se sim, já prevejo ela tendo o mesmo destino do falecido amigo. Sem falar que ainda temos o Louis rondando o Dexter, mexendo nas suas coisas e cancelado seus cartões de crédito (!)… Não faço ideia do que ele pretende, só sei que vai ser mais alguém pro Dexter eliminar para proteger sua vida dupla.

Estava gostando o episódio, mas o final me fez adorá-lo. Achei legal a pegadinha que os roteiristas tentaram pregar ao iniciar o episódio com o Dexter “em fuga”. Mas toda a cena da “caça à vítima (aka Viktor)” na sala de embargue do aeroporto me pareceu forçada demais… Sem falar que o Dexter correu um grande risco ao agir ali. Será que não tem nenhuma câmera por lá?! Só o que falta é o Dexter ficar descuidado agora, pois ele já tem complicações demais vindo em sua direção — ok, quanto mais, melho. Vamos ver como a temporada se desenrola… Mas já começou no lucro, pois só esse episódio foi melhor que a temporada passada inteira!

E mais:
O ator Ray Stevenson (Rome) apareceu rapidamente como Isaac, um dos chefões da máfia ucraniana. Certamente o fato de o Dexter ter matado o Viktor irá atrair Isaac para Miami, e só Deus (e os roteiristas) sabem o que poderá sair daí — Dexter Vs. Máfia?
Nada da Yvonne Strahovski (Chuck) neste primeiro episódio… Estou curioso para ver como ela será introduzida na série e como seu arco será desenvolvido. Espero que ela não seja uma nova Lumen.
O Angel e o Quinn fizeram as pazes… Who cares?
Estou com os cruzando os dedos para que aquela história de romance entre a Deb e o Dexter seja deixada de lado… Mas como fizeram questão de relembrar isso no “Anteriormente em…”, estou certo de que em algum momento o plot virá à tona novamente. =/
Alguém mais acha estranho que demorou tanto tempo pra Deb descobrir que o Dexter não trabalhava até tarde? Sei lá, tudo bem que ela nunca teve motivo pra desconfiar, mas essa “pista” sempre esteve tão na cara! rs
E vocês, gostaram da estreia da 7ª temporada? Comentem!

Acesse o Artigo Original: http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2012/10/dexter-7×01-are-you.html#ixzz28BSELfbF

Novo cartaz da 2ª temporada de Revenge

Por Mano-Caldeirão das Séries

O canal ABC divulgou um novo cartaz da 2ª temporada de Revenge.

Aparentemente os responsáveis pelo material promocional da série não tem muita criatividade, pois eles continuam insistindo em repetir a ideia do cartaz do primeiro ano da série, no qual a nossa queria Emily/Amanda aparece usando seu vestido preto cheio de espinhos.

A diferença é que, desta vez, o cenário da praia dos Hamptons está avermelhado (vem derramamento de sangue por aí?) e o uso do photoshop na Emily VanCamp ficou um pouco menos “amador”. Vejam e digam se aprovaram…

Uma versão “menos caprichada” do cartaz havia sido divulgada antes, mas ainda bem que eles resolveram dar uma melhorada, né?
Revenge retorna no dia 30 de setembro, nos EUA. E a pergunta que fica no ar é: Qual será o próximo passo de Emily?

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