Zero Dark Thirty( A hora mais escura)

Os ataques terroristas sofridos pelos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 deram início a uma época de medo e paranoia do povo americano em relação ao inimigo, onde todos os esforços foram realizados na busca pelo líder da Al Qaeda, Osama bin Laden.
Maya (Jessica Chastain) é uma agente da CIA que está por trás dos principais esforços em capturar Laden, por ter descoberto os interlocutores do líder do grupo terrorista.
Com isso ela participa da operação que levou militares americanos a invadir o território paquistanês, com o objetivo de capturar e matar bin Laden.

Curiosidades

Morte surpresa

A produção foi pega de surpresa com o anúncio da morte de Osama Bin Laden. A história girava em torno da caçada ao terrorista.

Mudanças no roteiro

Mark Boal reescreveu o roteiro para centrar a trama diante do assassinato de Bin Laden.

Troca de nome

O título do filme seria Kill Bin Laden.

Sob investigação

O Pentágono investigou a produção para impedir que ela revelasse segredos confidenciais da operação militar.

O Paquistão não é aqui

Um grupo radical indiano não gostou do fato do filme ser rodado na Índia mesmo com a história se passando no Paquistão. A diretora Kathryn Bigelow não conseguiu autorização para rodar neste país.

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Homeland:. Claire Danes e o terrorismo, o transtorno bipolar e o marido curioso


Alemão, naturalizado canadense, Harold Von Kursk já escreveu para diversas revistas americanas e europeias. Aos 52 anos, tem uma vasta experiência entrevistando as maiores estrelas de Hollywood. Ele conversou com a atriz americana Claire Danes, soberba no papel de uma agente da CIA na série Homeland, grande sensação do Emmy deste ano:

Ser a estrela da série preferida de Barack Obama tem suas vantagens e Claire Danes nunca se sentiu melhor sobre sua carreira ou sua vida do que agora. Como a estrela da aclamada série Homeland, Claire estabeleceu-se como uma das melhores atrizes de Hollywood. Ganhou um Emmy por seu trabalho como a analista bipolar da CIA Carrie Mathison apenas um ano depois de ganhar o mesmo prêmio por seu trabalho interpretando uma mulher autista em Temple Grandin.

Homeland tem encantado espectadores com um enredo central dinâmico: o personagem de Claire é obcecado pelo fuzileiro naval Nicholas Brody (o britânico Damian Lewis), que retornou aos EUA depois de oito anos em cativeiro da Al-Qaeda. Será ele um terrorista ou um herói de guerra?

A ex-estrela infantil e protagonista de filmes como Romeu e Julieta tem apenas um grande medo: ver seu casamento acabar por não poder contar ao marido, fã de Homeland, o que vai acontecer.

Q: Há muita tensão em interpretar uma bipolar como Carrie?

É apenas desgastante. Você tem de colocar tanta energia. Com Carrie, o meu desafio é manter os níveis de variação de obsessão e fixação. Ela não está apenas preocupada com a luta contra o terrorismo, mas também tem de cuidar de sua doença e de não perder o controle. Ela está em um estado constante e crônico de alerta máximo.

Q: Como você pesquisou para seu papel na CIA?

Fui apresentada a uma mulher de alto escalão da CIA que me levou para a sede em Langley (Virgínia) e falou-me de alguns detalhes sobre sua experiência e o tipo de operações que eles realizam. Eu cheguei a conhecer o chefe da divisão de inteligência da CIA no Paquistão, que tinha acabado de voltar e estava profundamente envolvido no assassinato de Bin Laden.

Q: Você aprendeu alguma coisa sobre o trabalho de inteligência?

Nada que eu possa falar (Risos).

Q: Você também fez um monte de pesquisas sobre o transtorno bipolar.

Sim. Não é assim tão fácil entender a doença porque ela se manifesta de muitas maneiras diferentes e os médicos ainda estão tentando entender mais sobre o assunto para tratá-la de forma mais eficaz. Conheço vários psicólogos. Passei um bom tempo com uma mulher que é bipolar e tem escrito extensivamente sobre a doença. Eu também tenho um bom amigo psiquiatra que diagnosticou o personagem e receitou até mesmo o tipo de medicamento que ela estaria tomando.

Q: Por que é melhor trabalhar na TV do que no cinema?

Não faz muito tempo havia um certo estigma ligado a trabalhar em uma série de TV. Era visto como um sinal de fracasso. Mas o ambiente mudou completamente. Basta olhar para o número de séries em circulação. Breaking Bad, Mad Men e Boardwalk Empire são soberbamente escritas e fazem parte desse renascimento da TV que já se arrasta há alguns anos. Eu adorava assistir The Wire e esses tipos de programas estão abrindo espaço e criando oportunidades incríveis para atores.
HAROLD VON KURSK
postado por Kiko Nogueira-Diário do centro do Mundo

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