Gwyneth Paltrow’s utterly obnoxious “conscious uncoupling” letter proves she’s the last great star

Gwyneth Paltrow's utterly obnoxious

The movie star uses the opportunity of her divorce to enlighten us all. She should never change

Gwyneth Paltrow’s announcement on her website Goop that she and husband Chris Martin are divorcing may be one of the all-time Gwynethiest things of all time. While it’s reasonable and humane to feel badly for Paltrow, Martin and their two young children, it’s also of a piece with the entertainment Paltrow has provided for the better part of the past decade in its pretension and manic flightiness. In an era of stars taking a backseat, on-screen, to the CGI robots and aliens they’re fighting, Paltrow has proven yet again that she’s one of our great stars, a worthy heiress to the legacy of Joan Crawford and Bette Davis.

Paltrow consistently comes in for criticism for the lifestyle she promotes in Goop — recommending elite fishmongers and three-figure tank-tops as a means of making life simpler. She consistently fulfills the ideal of what a Hollywood star might act like if she opened up to the public, providing a gratuitously satisfying look inside the delusions of Hollywood. That she thinks she has the common touch despite being born into Hollywood royalty and having the time and means to spend all day focusing on her appearance and personal comfort is by far the funniest thing about Paltrow.

And her tips about divorce are as cluelessly airheaded in exactly the same way. The headline of her announcement, “Conscious Uncoupling,” is as woo-woo Eastern-ish philosophical as are much of Paltrow’s post-Oprah-and-Chopra pronouncements, but the text is reasonably normal, describing the couple’s desire for privacy and their year-long separation. (Finally, an explanation to why Paltrow, who’s made it a marriage-long fetish to avoid walking red carpets with Martin,looked so peeved at the Golden Globes!) Good for Paltrow and Martin, if this is what they want. (My colleague Mary Elizabeth Williams feels empathy for Paltrow that I do not, personally, share, but I respect their right to do whatever they want in their marriage — the divorce itself isn’t worth mocking.)

But then Paltrow shares the thoughts of Dr. Habib Sadeghi & Dr. Sherry Sami, apparently experts on what it means to divorce. Sadeghi is “the director of Be Hive of Healing, an integrative health center based in Los Angeles.” Sami is “founder of Happy Kids Dental Planet Homeopathic Dentistry and Orthodontics in Los Angeles.” Credentials (or lack thereof?) when it comes to marriage counseling aside, Sadeghi and Sami’s thoughts are treated as gospel here: The pair draw in evolutionary biology and the structure of the human skeleton (“Life is a spiritual exercise in evolving from an exoskeleton for support and survival to an endoskeleton”) in order to explain why a divorce might happen.

This is so classic it hurts. Paltrow can’t just announce a divorce via press release or in a Vanity Fair story — after all, she’s feuding with the publication ever since it launched and subsequently killed an investigation into why she was so annoying, or something yet more personal. In order to explain to her public why she and her husband might be divorcing, Paltrow had to trot out a phrase invoking mindfulness (she even does divorce better than the plebes do!) and then explain to her public, via the teachings of an integrative health professional and a homeopathic orthodontist, why adults might get divorced. Gwyneth … we already know why.

But she should never, never change. Paltrow has managed to make even the splashiest Hollywood divorces look both bitter and basic. There appears to be little acrimony between her and Martin (they’re reportedly on vacation now) — bravo! And bravo, too, for a star so devoted to her persona as the font of human wisdom that she can turn her divorce into an opportunity to enlighten us all.

One would think this is the best Goop will ever get, that it’s all downhill from here. That may be true, but consider. Paltrow’s about to start dating again, and enlightening us on what the modern dating scene is for single folks, both those with access to the finest things on earth and those who can’t afford much more than beer and pizza. I’m already refreshing goop.com once an hour.

Daniel D’Addario is a staff reporter for Salon’s entertainment section. Follow him on Twitter @DPD_

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Por que Gwyneth Paltrow é a atriz mais odiada do planeta

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Imagine uma estrela de cinema mimada, arrogante e ingênua, que batiza seus filhos como “Apple” e “Moisés”, recomenda uma dieta que até Mahatma Gandhi acharia intolerável e reafirma sua posição privilegiada na sociedade, declarando: “Eu sou quem eu sou. Eu não posso fingir ser alguém que ganha US$ 25 mil por ano”. A mesma celebridade também tem seu próprio website — GOOP – e aconselha seus seguidores a ir às compras, recomendando roupas e acessórios que custam US$ 458 mil. Ela ainda indica a sua legião de fãs que comprem uma marca rara de queijo que custa US$ 4 mil o quilo e precisa ser importado especialmente do Senegal. E, como uma medida de suas credenciais feministas, aconselha as mulheres que estão irritadas com seus maridos que passem a fazer um blow job como uma forma de aliviar a tensão.

Mas não precisamos imaginá-la. Gwyneth Paltrow, agora com 40 anos, está viva e entregando-se a um ritual de autoindulgência com renovada paixão. Com a recente publicação de seu livro de culinária de auto-ajuda, Paltrow mapeia um caminho brilhante para um nirvana dietético. Mas, como a maioria dos autointitulados messias, Gwyneth meteu os pés pelas mãos e concebeu dietas que médicos respeitáveis estão descrevendo como “cozinha negligente” e “ciência maluca”.

Paltrow é uma espécie de Maria Antonieta pós-moderna que, em vez de aconselhar as massas a “comer bolo”, recomenda “dieta de eliminação” US $ 300 por dia, que promete a salvação através de couve e outros produtos alimentares espartanos. O resultado é tão sofrível que nós somos lembrados daquela frase no filme 300: “Hoje à noite, jantaremos no inferno”.

Paltrow é inconsciente de sua incapacidade de se conectar ao mundo. Seu estilo de vida é corrompido por suas próprias pretensões elitistas. Ela aspira a ser uma fornte de sabedoria prática à maneira de Martha Stewart, mas soa como uma deusa que desce do Olimpo para ensinar as massas ignaras a levar uma vida boa.

Seria impossível inventar Gwyneth Paltrow. Ela existe em seu próprio universo alternativo, o produto de uma família rica de Nova York, cujo pai, o falecido Bruce Paltrow, foi um bem sucedido produtor de TV e diretor, enquanto sua mãe, Blythe Danner, é um atriz premiada. O padrinho de Gwyneth é Steven Spielberg e ela cresceu com as crianças mais ricas do Upper East Side de Manhattan. Logo depois começou a atuar, Hollywood a ungiu como sua última It-Girl e a relação com Brad Pitt rapidamente a transformou em uma celebridade cuja beleza era amplificada pela tela grande. Seu Oscar por “Shakespeare Apaixonado” foi comprado em grande parte pelo svengali da produtora Miramax, Harvey Weinstein, em uma das mais impressionantes campanhas promocionais da indústria cinematográfica. Seu discurso choroso foi talvez o ponto alto de sua fama e ela estava à beira de se tornar uma Grace Kelly moderna.

Mas “Gwynnie”, como seus amigos a chamam, se autoimplodiu. Ela nunca iria encontrar um outro filme ou papel que correspondesse à glória circundante de “Shakespeare”. Casamento e filhos deveriam preencher seu vazio em Hollywood, mas depois de enfrentar uma terrível depressão pós-parto, ela tentou se reinventar com a culinária. Como Anne Hathaway, ela tenta demasiadamente ser amada e aceita, e agora o mundo se virou contra ela. Como Beyoncée, tornou-se intoxicada com sua própria imagem e senso de autoimportância.

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O livro de receitas suicidas
Em uma época de reality shows depravados e acelerada degradação cultural, Paltrow evoluiu para uma Paris Hilton. Alegando ter quase morrido depois de um aborto espontâneo, ela quer levar aos fãs um apocalipse gastronômico pós-vegan. O ódio de Paltrow, a diva da dieta detox, pode ser explicado em alguns itens:

1. Sua dieta

Com o seu site GOOP, Paltrow apresenta-se como guru de um estilo de vida saudável. Mas, ao longo dos últimos anos, criou um regime exigente e rarefeito que inspirou descrença generalizada e a condenação de fãs, médicos e nutricionistas.

Embora ela esteja nessa balada hoje, em 2010 admitiu que passou três meses de Nashville se entupindo de frango frito e cerveja enquanto trabalhava no filme “Country Strong”. Durante esse tempo, ela admitiu ter ficado “nua e chorando” no set e falava para seus filhos: “Não, vocês não podem visitar a mamãe hoje”.

2. Sua pretensão crônica

Suas inúmeras gafes e a propensão a fazer pronunciamentos oraculares em vida são terríveis. Ela pontifica de uma forma que irrita, surpreende e causa vômitos projetivos.

“Eu sou apenas uma mãe normal, com as mesmas lutas de qualquer outra mãe que está tentando fazer tudo de uma vez e tentar ser uma esposa e manter um relacionamento. Não há absolutamente nada perfeito da minha vida, mas eu tento arduamente torna-la perfeita.”

“Sou realmente muito boa no meu trabalho. Pessoas que são interessantes e importantes sabem disso e o que importa.”

“Eu prefiro morrer a deixar meus filhos comerem sopa instantânea”.

“Eu me sinto em perfeita harmonia comigo mesmo.”

“Eu não preciso comprar maçãs porque eu tenho um pomar no quintal da minha casa (uma mansão nos Hamptons)”.

“Eu tenho a bunda de uma stripper de 22 anos de idade.”

“Eu prefiro fumar crack a comer queijo industrializado.”

3. Sua arrogância e delírios de grandeza

“Quando você vai a Paris e seu concierge te recomenda algum restaurante, sua reação deve ser: ‘Prefiro um bar com vinhos orgânicos. Onde posso obter um depilação na virilha em Paris?’”

“Eu não tenho amigos que bebem. Meu amigos são adultos. Acho incrivelmente embaraçoso quando as pessoas estão bêbadas. É ridículo. Eu penso: ‘Oh, você está se envergonhando agora ficando bêbado em público”.

4. Sua ingenuidade e estupidez

Em uma recente entrevista para a revista Harper’s Bazaar, Gwyneth fez uma reflexão filosófica:

“O que torna a vida interessante é encontrar o equilíbrio entre cigarros e tofu.”

E emendou: “Não é simplesmente maravilhoso ser Gwyneth Paltrow?”

Harold Von Kursk-Diário do Centro do Mundo-DCM

Alemão, naturalizado canadense, Harold tem 52 anos e é, além de jornalista, diretor de cinema. Em mais de 20 anos, entrevistou atores e cineastas para a mídia americana e europeia. Com todas teve grandes conversas. Exceto por Scarlett Johansson. “Ela é uma linda diva mimada”, diz.

Gwyneth Paltrow revela que segredo para um bom casamento é fazer sexo oral

Gwyneth Paltrow contou o segredo para manter o relacionamento de dez anos com Chris Martin, vocalista do Coldplay.

Durante participação no programa “Chelsea Lately”, a atriz revelou ter aconselhado uma amiga que passava por crises no relacionamento. “Seja lá o que estiver te irritando, esqueça, entre em casa cheia de amor e faça um sexo oral nele”, disse.

Após a revelação, Gwyneth ficou envergonhadíssima e abaixou a cabeça. “E se minha mãe estiver assistindo?”, lamentou.

Leiam e assistam na íntegra no link abaixo_

http://www.huffingtonpost.com/2013/04/30/gwyneth-paltrow-love-advice-chelsea-lately_n_3184434.html

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