A mudança vital de Scarlett Johansson

 

A atriz Scarlett Johansson - Reuters
Scarlett Johansson prepara-se para dar uma reviravolta em sua vida. Em breve será mãe e diretora de cinema, além da sua consagrada carreira de atriz à qual vêm se juntar este ano quatro filmes, o primeiro deles o “Capitão América: o soldado invernal”, com lançamento previsto para quatro de abril.

A nova-iorquina é um desses casos particulares de crianças que se tornam atores ou atrizes e conseguem superar sua adolescência em Hollywood sem perder papéis e cuja fama explode quando chegam à idade adulta – no caso dela como “sex symbol” aos 19 anos, com o filme “Encontros e Desencontros” -, e aprendem a resistir aos olhares curiosos sem criar escândalos.

“Tive sorte e, embora tenha me envolvido em diferentes situações, como todos os adolescentes, consegui ser muito discreta. Nunca tive um estilo de vida chamativo e acho que isso ajudou”, disse Scarlett.

Durante a entrevista, a reservada atriz exibia a aliança que simboliza o compromisso com seu noivo francês Romain Dauriac, e sua roupa dissimulava qualquer sinal de uma gravidez que ainda não confirmada oficialmente, mas que até o presidente do estúdio Marvel, Kevin Feige, tem certeza. 

Scarlett afirmou que seus planos de filmagem não mudaram e será a Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”, que começará a ser rodado no fim do ano, o mesmo papel que ela já interpretou em “Homem de Ferro 2” (2010) e em “Os Vingadores” e agora em “Capitão América – o soldado invernal”, onde participa de muitas cenas de ação.

“É preciso um pouco de tempo para voltar a entrar na pele do personagem e nos atualizarmos sobre como mudou esse universo Marvel em que vivemos”, disse ela. No filme Capital América – o soldado invernal, a Viúva Negra, mestre do embuste, é vítima do seu próprio remédio e mostra-se mais vulnerável e próxima, o que aumenta o interesse sobre uma heroína que pretende ter um dia um filme em que ela será a protagonista.

“Espero que a Marvel me contratou devido à minha capacidade de dar forma a um personagem, porque as pessoas querem ver seu lado humano. Seria um mau uso do meu tempo se a personagem funcionasse como uma máquina de matar”. Com 20 anos de carreira a atriz, que fará 30 anos em novembro, disse que aprendeu com o tempo a ser mais compreensiva e indulgente, o que lhe permitiu entender melhor seus personagens. Uma maturidade que também levou-a a romper com seu estereótipo.

“Tenho muitas ambições relacionadas ao mundo do entretenimento e que vão além de atuar em filmes” disse ela, confessando que, “num futuro não muito distante” pretende dedicar-se à produção e também ao ensino. “Vou dirigir meu primeiro filme em 2015. Sempre achei que minha carreira seguiria este caminho. Adoro trabalhar com atores, posso ver-me um dia dando aulas, talvez até dirigir peças de teatro”, comentou.

Há algum tempo Scarlett vem trabalhando na adaptação para o cinema do primeiro romance de Truman Capote, “Summer Crossing” . Ela mesma escreveu o roteiro e realizará o filme, faltando apenas definir o elenco.“É um grande passo, um grande risco, mas se sair bem do ponto de vista criativo, será um grande sucesso”, acrescentou. A atriz tem muitas expectativas pessoais no tocante a este filme, a ponto de qualificá-lo como uma experiência que mudará sua vida.

“Esperemos que para melhor”, disse. Além disso terá de lidar com um elenco de adolescentes e jovens adultos, uma etapa vital em que “envolveu-se em confusões”, embora numa época em que a mídia não era “tão feroz e impiedosa”. Indagada sobre as polêmicas recentes em que se envolveram famosos como Justin Bieber e Miley Cyrus, Scarlett disse que “compreende a sua situação”, embora não se identifique com ela”.

“Não me lembro de, há dez anos, os tabloides serem tão duros e críticos com relação aos jovens. Isso não ocorria. É terrível como atormentam os jovens famosos e os prejudicam dessa forma”, afirmando ter pena do que essas jovens estrelas estão passado. “Sinto-me afortunada por não ter vivido isto. Agora, se percebo que abusam de mim, posso suportar, aceitar os ataques melhor”, disse Scarlett que em 2011 enfrentou uma péssima situação quando um hacker roubou fotos suas do seu correio eletrônico em que estava nua e que pretendia enviar ao seu marido na época, o ator Ryan Reynolds, e acabaram na Internet. 

Grace Kelly volta aos holofotes em nova biografia e filme com Nicole Kidman

Por que o diretor Gregory Ratoff gostava dela? Nas palavras dele: “Ela é perfeita! O que eu amo nesta garota é que ela não é bonita”.

Falava de Grace Kelly. O ano era 1950 e ela fazia um teste para o filme “Taxi”, no papel de uma jovem irlandesa que chega a Nova York para procurar o marido. Ratoff a queria, mas os executivos da Twentieth Century Fox acharam que Grace era muito elegante e sofisticada para a personagem, e a vetaram.

“Eu estive na categoria do ‘muito’ por longo tempo”, contava ela. “Muito alta, pernas muito longas, muito sofisticada.”

Esses “muitos” não atrapalharam sua carreira. A vida de Grace Kelly tem novas revelações na biografia do escritor Donald Spoto, “High Society: The Life of Grace Kelly” (Alta Sociedade: A Vida de Grace Kelly), lançada em 2010 nos Estados Unidos e que será publicada no Brasil pela editora LeYa, no próximo dia 20.

Reprodução
A atriz norte-americana e princesa de Mônaco, Grace Kelly
A atriz norte-americana e princesa de Mônaco, Grace Kelly

Kelly fez uma exigência a Spoto: o livro só deveria sair 25 anos após sua morte (ela morreu em 1982).

Em 7 de fevereiro, estreia no Brasil o filme “Grace: A Princesa de Mônaco”, com Nicole Kidman no papel principal.

O filme aborda um período -de dezembro de 1961 a novembro de 1962- quando Grace teve um importante papel em uma negociação entre Charles de Gaulle, presidente da França, e o príncipe Rainier, de Mônaco, seu marido.

De Gaulle insistia em que os impostos cobrados dos franceses em Mônaco fossem enviados a Paris e ameaçou Rainier, que não concordava. O príncipe venceu a disputa.

INFLUÊNCIA FAMILIAR

Grace Kelly nasceu em 12 de novembro de 1929 na Filadélfia, EUA, filha de John B. Kelly, irlandês, e Margareth Majer Kelly, alemã. Eram ricos.

Grace foi uma garota alegre, sempre sorridente, que fazia amigos com facilidade. Inspirou-se em seus tios, Walter Kelly e, principalmente, Georges Kelly, dois atores ligados ao teatro e ao cinema, e desde menina sonhava ser atriz.

Georges era um homossexual com quem a família não convivia muito bem. Mas foi por insistência dele que John Kelly aceitou que Grace fizesse, aos 12 anos, seu primeiro papel no teatro.
No final dos anos 1940, ela matriculou-se na Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York. Na época, trabalhou como modelo e morava em pensionato de moças.

“Eu me rebelei contra minha família e fui para Nova York para descobrir quem eu era e quem não era”, diria ela mais tarde a Donald Spoto.

De 1947 a 1949, foi modelo. Começou ganhando US$ 7,50 por hora. Fez muito sucesso, foi capa de revistas como “Cosmopolitan” e seu salário subiu para US$ 400 semanais.

Em 1948, fez sua primeira peça na Broadway, “The Father” (O Pai). Foi vista por Edith Van Cleve, agente teatral que se ofereceu para trabalhar com ela. Também em 1948 completou o curso na academia estrelando a peça “The Philadelphia Story”, de Philip Barry, que mais tarde seria transposta para a tela no filme “Alta Sociedade”, o último dos 11 filmes de Grace.

Também para a tela grande foram, entre outras, as peças da Broadway “Disque M para Matar” e “Amar É Sofrer”. Por este último, recebeu o Oscar de melhor atriz.

O produtor Sol C. Siegel, da Twentieth Century Fox, havia visto “The Father” e indicou Grace para o diretor Henry Hathaway, que estava formando o elenco de “Catorze Horas”.

Ele a chamou, fez um teste e a convidou para um pequeno papel no filme. Ela aceitou, recebeu US$ 500 e este foi seu primeiro papel no cinema.

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Nicole Kidman como Grace Kelly em cena de 'Grace: A Princesa de Mônaco', que estreia em fevereiro no Brasil
Nicole Kidman como Grace Kelly em cena de ‘Grace: A Princesa de Mônaco’, que estreia em fevereiro no Brasil

‘MATAR OU MORRER’

Em junho de 1951, Edith Van Cleve mandou fotos de Grace para a agência MCA, de Jay Kanter, quando o produtor Stanley Kramer e o diretor Fred Zinnemann fechavam o cast de “Matar ou Morrer”.

O personagem principal seria o xerife Will Kane, papel rejeitado por Marlon Brando, Montgomery Clift, Charlton Heston, Kirk Douglas e Gregory Peck. Gary Cooper aceitou.

Entre as opções para a heroína, Amy Fowler Kane, recém-casada com o xerife, havia, entre vários nomes, o de Grace Kelly, da qual tinham uma foto. Era novata, não custaria muito, e Kramer a contratou por US$ 750 a semana, em um total de seis semanas. Gary Cooper receberia pelo filme o Oscar de melhor ator.

“Eu era muito nova quando fiz ‘Matar ou Morrer'”, diria Grace. “E Zinnemann me disse ‘Grace, eu sinto muito, mas não posso ajudá-la da maneira que deveria’.”

Depois de “Matar ou Morrer”, Grace retomou lições com Sanford Meisner, lenda como professor de atores.

Foi então que John Ford viu as filmagens de seu teste para “Taxi”. Logo depois, Jay Kanter ligaria para Grace convidando-a para um teste com Ford, que preparava um filme para ser rodado na África e teria Clark Gable e Ava Gardner como atores. Ela embarcou rapidamente para Los Angeles.

“Aceitei porque em ‘Mogambo’ trabalharia com John Ford e Clark Gable em filmagens na África. Se fosse no Arizona, eu não aceitaria.”

UM CASO COM GABLE?

As filmagens duraram um ano, entre 1952 e 1953. Grace e Gable estavam constantemente juntos, jantavam todas as noites e era óbvio que gostavam muito um do outro. Logo surgiram boatos de que estavam tendo um caso, e uma frase foi atribuída a Grace:

“O que se espera se você está só em uma tenda na África com Clark Gable?”

Em seu livro, Donald Spoto não endossa a versão. Ele diz que, aos 50 anos, Gable havia perdido muito pouco de seu charme viril, comportamento protetor e calor paternal. Longe do conforto de casa, Grace desenvolveu uma intensa afeição por ele, mas é impossível dizer inequivocamente que o seu caso se concretizou.

“Mogambo” deu a Grace sua primeira indicação para o Oscar e seu primeiro Globo de Ouro, de atriz coadjuvante.

Ela assinou contrato de sete anos com a Metro, mas fez algumas exigências, entre elas continuar morando em Nova York, porque pretendia estar disponível para o teatro.
Fez várias peças e atuou na TV, até que, em junho de 1953, recebeu ligação de Kanter.

Alfred Hitchcock também havia visto o teste para “Taxi”, e queria conversar com ela. Grace foi a Los Angeles. Ela contaria como foi o primeiro encontro dos dois:

“Estava muito nervosa, mas ele foi muito agradável e me colocou à vontade. Falamos de viagens, culinária, vinhos, música, moda. Tudo, parece, menos da personagem.”

No dia 22 de julho foi anunciado que Grace Kelly seria Margot no filme “Disque M para Matar”, de Hitchcock. O diretor era conhecido pelo mau humor e discussões durante as filmagens. Dizia que atores vêm e vão, e que os diretores é que são importantes.

É claro que algo teria que acontecer entre ele e Grace, e foi na sequência em que tentam matá-la. Ela contou a Donald Spoto:

“Ele queria que fizessem um robe de veludo para mim. Disse que era para um efeito de luz e sombra no veludo. Então disse a ele que não achava que o robe se encaixava na cena. Se Margot se levantasse no meio da noite para atender ao telefone, e estivesse só no apartamento, ela não pegaria um robe”, explicou Grace.

“Ele ficou vermelho, o que sempre acontecia quando estava contrariado, e me perguntou o que eu usaria. Não usaria nada, respondi, eu simplesmente atenderia ao telefone com minha camisola.” “Provavelmente você está certa”, ele respondeu. E a cena foi filmada assim.

Houve rumores de que Grace e Ray Milland, seu marido no filme, tiveram um caso, mas nunca foi comprovado.

As filmagens terminaram no dia 30 de setembro, e Hitchcock falava sempre de “Janela Indiscreta”, seu próximo filme. Em novembro, um novo telefonema de Jay Kanter: Hitchcock a queria.

Ela faz o papel de Lisa Fremont, uma refinada dama apaixonada por L.B. Jefferies, fotógrafo free-lancer com uma perna quebrada, em cadeira de rodas, interpretado por James Stewart. Jeff passa os dias com sua máquina fotográfica, com teleobjetiva, focalizando os vizinhos. Então desconfia que um crime foi cometido.

O ANO DOS PRÊMIOS

Grace recebeu dois prêmios de melhor atriz do ano de 1954: dos críticos de Nova York por “Janela Indiscreta” e o Oscar por “Amar É Sofrer”, que faria depois de “As Pontes de Toko-Ri”.
Neste, teve papel pequeno como Nancy Brubaker, ao lado de William Holden, que interpretava Harry, seu marido, herói da Guerra da Coreia.

Foi quando teve um romance com William Holden, que durou apenas três semanas. No ano anterior, 1953, ela havia conhecido Oleg Cassini, um estilista de muito prestígio, que havia acabado de se divorciar de Gene Tierney. Foi um caso mais longo e Grace gostou muito dele.

Bing Crosby a pediu em casamento durante as filmagens de “Amar É Sofrer”, mas, embora a mídia tenha especulado um caso entre os dois, isso não aconteceu. Jornais e revistas de fofocas listam, entre seus casos, Gary Cooper, Clark Gable, Ray Milland, Bing Crosby e William Holden.

Quando Donald Spoto a estava ouvindo para escrever seu livro, Grace disse a ele que se apaixonava o tempo todo. Mas, no caso, frisa o escritor, se apaixonar não significava ir para a cama.

VIDA DE PRINCESA

Em 1955, fez “Ladrão de Casaca”, mais uma vez com Hitchcock, e, em 1956, “O Cisne” e “Alta Sociedade”. Durante as filmagens deste, conheceu o príncipe Rainier.

Ela foi convidada a integrar uma comitiva americana que iria ao Festival de Cannes. Em uma sessão de fotos, foi apresentada ao príncipe. Um ano depois eles anunciaram o casamento. Depois de casada, Grace abandonou a carreira. Tiveram três filhos, Caroline, Albert e Stephanie.

No dia 13 de setembro de 1982, dirigindo a caminho de Mônaco, voltando da quinta de Rocagel, propriedade do príncipe, Grace teve um mal súbito e desmaiou; seu carro se desgovernou e ela caiu em um precipício. Sua morte seria anunciada no dia seguinte, 14. Grace tinha 53 anos.

O carro que provocou a morte de Grace Kelly foi compactado, transformado em um cubo, transportado por barco e hoje jaz no fundo das águas azuis do Mediterrâneo.

 

Bianca Comparato é a atriz do ano para os leitores do DCM

Um dos últimos suspiros da MTV Brasil, “A Menina Sem Qualidades”, trouxe ar fresco para as séries nacionais. O diretor Felipe Hirsch explorou um lado do universo jovem que havia sido deixado de lado na TV desde “Confissões de Adolescente”, da TV Cultura.

Sem ser inocente e, sobretudo, sem se preocupar com o politicamente correto, a série mostra as dificuldades que uma adolescente enfrenta ao entrar no mundo adulto, com todas as neuroses e as mudanças de hormônios.

Deste contexto, apareceu a figura de Bianca Comparato, interpretando Ana, uma menina que passa por todas essas transformações típicas de adolescentes – apenas, talvez, um pouco mais intensificadas –, cuja entrega deu vida e complexidade à personagem.

Bianca tem 28 anos e é uma atriz experiente, embora tenha interpretado uma adolescente. Ela até ja saiu na Playboy – calma, não em ensaio nu, mas na seção “Mulheres Que Amamos”.

A atriz estreou na televisão em 2004, algum tempo depois de sua estreia no teatro. Fez uma participação na série “Carga Pesada” da TV Globo. Posteriormente, no mesmo ano, participou da novela “Senhora do Destino”, da mesma emissora.

Em 2005, seu primeiro papel de maior destaque foi como Maria João na novela “Belíssima”. Era uma menina que vivia em guerra com a sua irmã. Dede então, não parou mais de trabalhar na TV – participou das novelas e séries “Cobras e Lagartos”, “Toma Lá Dá Cá”, “Amazônia”, “Beleza Pura”, “Aline”, “Tapas e Beijos”, “A Vida da Gente”, “As Brasileiras”. Trabalhou na série da MTV que lhe rendeu a indicação e o prêmio Criadores e Criações e atualmente faz parte do elenco de “Sessão de Terapia”, da GNT.

Ela também teve passagens pelo cinema. Protagonizou o curta-metragem “Pedro, Ana e A Verdade”, e participou dos filmes longas-metragens “Anjos do Sol” e “Como Esquecer”. Sua última participação no cinema foi como Carmem Teresa, irmã de Renato Russo, em “Somos Tão Jovens”, filme que conta a história do poeta e músico, líder da Legião Urbana.

Mas a moça não deixou o teatro para trás. Participou de várias peças, que incluem “Últimos Remorsos Antes do Esquecimento”, “A Fruta e a Casca”, “Rock N’ Roll”, “Mordendo os Lábios” e “A Escola do Escândalo”.

E o DCM deseja mais pelo menos 28 anos de carreira, não de sucesso no sentido mais comum da palavra, mas mais que tudo, no sentido de realizações.

* texto escrito em conjunto com Felipe Ventura e Jaqueline Salomão

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Sobre o Autor

Emir Ruivo é músico e produtor formado em Projeto Para Indústria Fonográfica na Point Blank London. Produziu algumas dezenas de álbuns e algumas centenas de singles. Com sua banda, Aurélios, possui dois álbuns lançados pela gravadora Atração. Seu último trabalho pode ser visto no seguinte endereço: http://www.youtube.com/watch?v=dFjmeJKiaWQ

Pelo segundo ano, Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV, diz Forbes

NOVA YORK, 4 Set (Reuters) – Sofia Vergara, da série cômica “Modern Family”, da rede ABC, foi pelo segundo ano consecutivo a atriz mais bem paga da TV dos Estados Unidos, recebendo estimados 30 milhões de dólares, segundo ranking divulgado nesta quarta-feira pela revista Forbes.
A voluptuosa atriz de origem colombiana superou com folga Mariska Hargitay, de “Law and Order: Special Victims Unit”, da NBC, e Kaley Cuoco, de “The Big Bang Theory”, da CBS, ambas com um rendimento estimado em 11 milhões de dólares.
A Forbes.com afirmou que Vergara, de 41 anos, é “a rainha dos contratos de publicidade com celebridades (graças em grande parte ao seu portfolio bilíngue)”.
Ela tem uma linha de roupas e produtos domésticos à venda na rede varejista Kmart e é garota-propaganda de marcas como Pepsi e Proctor & Gamble.
A lista da Forbes, disponível em inglês no site Forbes.com, leva em conta cachês artísticos, verbas publicitárias e outros rendimentos, com base em conversas com agentes, empresários e advogados.
A revista estima que as 20 atrizes mais bem pagas da TV dos Estados Unidos tenham recebido, juntas, 183 milhões de dólares no período de um ano até junho de 2013.
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Keira Knightley

Keira Knightley nasceu no sul de Londres, nos subúrbios de Teddington, em Richmond. É filha do ator Will Knightley e da atriz que se tornou escritora Sharman MacDonald. O seu irmão mais velho, Caleb, nasceu em 1979.
Keira conta que aos três anos de idade, quando viu o agente de seus pais sair de sua casa, decidiu pedir também um agente para si, mas como Keira era apenas uma criança os pais recusaram. Três anos mais tarde descobriu-se que tinha um problema em ler e escrever, embora não fosse oficial que ela sofria de dislexia.
Keira esforçou-se muito para ultrapassar o problema e com a ajuda da sua família conseguiu. Como recompensa do seu esforço os pais decidiram contratar um agente para a pequena Keira.
Aos sete anos teve o seu primeiro papel na televisão no episódio “Royal Celebration” (1993) da série Screen One.
Em 4 de abril de 2013, Keira Knightley casou-se com o noivo, o cantor James Righton, em Mazan, no sudeste de França na presença de apenas apenas 11 convidados.

Carreira
Também entrou nos filmes Innocent Lies (1995) e Treasure Seekers (1996) e ainda entrou na série britânica The Bill, onde interpretou uma personagem chamada Sheena Rose no episódio “The Swan Song”, e foi para o ar em Abril de 1995. Em 1999 entrou em mais um filme Coming Home, onde teve uma participação maior. Embora fossem papéis muito pequenos a Keira já era uma estrela de cinema desde pequena.

A primeira vez que o seu nome foi mencionado no mundo inteiro foi quando foi revelado (um segredo do diretor George Lucas) que ela interpretou o papel de Natalie Portman em Star Wars Episode I: The Phantom Menace (Star Wars: Episodio I: A Ameaça Fantasma) devido às semelhanças entre as duas atrizes.

Depois disso estrelou outras séries de televisão como Oliver Twist (1999) e Princess of Thieves (2001) onde interpretou Gwyn, a filha de Robin Hood. Também em 2001 entrou no filme The Hole onde teve a sua primeira cena de nudez, mas Keira tinha apenas 15 anos por isso os produtores tiveram de esperar ela fazer 16 anos para poder lançar o filme.
Keira estudava no colégio Esher as matérias de literatura inglesa e história da política, mas continuou a ter vários papéis no cinema.

Embora tenha tido participações em todos esses filmes e séries o seu primeiro grande papel no mundo do cinema foi Bend It Like Beckham (2001), um filme sobre uma garota de origem indiana que adora futebol e os problemas que teve de ultrapassar para conseguir conservar a sua cultura e religião mesmo jogando futebol.
O filme custou 3,5 milhões de dólares, e conseguiu arrecadar 75 milhões no mundo todo.

Entrou em outros filmes como Thunderpants e Pure, mas em 2003 entrou numa grande produção de Jerry Bruckheimer, Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl (Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra; Piratas das Caraíbas – A Maldição do Pérola Negra), onde interpretou Elizabeth Swann, pelo qual ficou famosa mundialmente.

As filmagens duraram desde outubro de 2002 até março de 2003 e nunca pensaram que o filme seria um sucesso. Mais tarde decidiram criar mais dois filmes onde Keira voltou com a sua personagem Elizabeth Swann em Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest (2006) e Pirates of the Caribbean: At World’s End (Piratas do Caribe – No Fim do Mundo; pt: Piratas das Caraíbas – Nos Confins do Mundo).
Entre os filmes dos piratas também estrelou em Love Actually ( Simplesmente Amor; pt: O Amor Acontece; 2003), King Arthur (Rei Arthur, 2004), The Jacket ( Camisa de Força; pt: Colete de Forças, 2005), Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito, 2005) e Domino (2005). Também apareceu nos filmes Silk (Paixão Proibida), Atonement ( Desejo e Reparação; Expiação), The Edge of Love (O Limite do Amor; : No Limite do Amor) e The Duchess (A Duquesa).
Em 2006, com apenas 20 anos, Keira foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz, por sua atuação no filme Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito).

Em Dezembro de 2012,ela confirmou sua presença no quinto filme de ‘Pirates of the Caribbean’,que será lançado em 2015.

Filmografia

1993 – Screen ne (TV)
1995 – Innocent Lies como Jovem Celia
1995 – The Bill (TV) como Sheena Rose
1995 – A Village Affair (TV) como Natasha Jordan
1996 – The Treasure Seekers (TV) como Princesa
1998 – Coming Home (TV) como Jovem Judith
1999 – Oliver Twist (TV) como Rose Fleming
2001 – The Hole (O Buraco, O Buraco do Medo) como Frances ‘Frankie’ Almond Smith
2001 – Princess of Thieves (TV)
2002 – The Seasons Alter como Helena
2002 – Doctor Zhivago (TV)
2002 – New Year’s Eve como Leah
2002 – Pure como Louise
2002 – Bend It Like Beckham ( Driblando o Destino, Joga Como Beckham) como Juliette ‘Jules’ Paxton
2003 – Love Actually ( Simplesmente Amor, O Amor Acontece) como Juliet
2003 – Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl (Piratas do Caribe – A Maldição do Peróla Negra, Piratas das Caraíbas – A Maldição do Pérola Negra) como Elizabeth Swann
2004 – King Arthur ( Rei Arthur, Rei Artur) como Guinevere
2005 – Domino ( Domino: A Caçadora de Recompensas, Domino) como Domino Harvey
2005 – Pride and Prejudice ( Orgulho e Preconceito) como Elizabeth Bennet
2005 – The Jacket ( Camisa de Força, Colete de Forças) como Jackie Price
2006 – Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest (Piratas do Caribe: O Baú da Morte, pt: Piratas das Caraíbas – O Cofre do Homem Morto) como Elizabeth Swann
2007 – Silk (Paixão Proibida, Seda) como Helène Joncour
2007 – Atonement (Desejo e Reparação, Expiação) como Cecilia Tallis
2007 – Pirates of the Caribbean: At World’s End (Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, pt: Piratas das Caraíbas – Nos Confins do Mundo) como Elizabeth Swann
2008 – The Duchess (A Duquesa) como Georgiana Spencer, Duquesa de Devonshire
2008 – The Edge of Love (Amor Extremo, No Limite do Amor) como Vera Phillips
2009 – Last Night como Joanna Reed
2010 – Never Let Me Go como Ruth
2010 – London Boulevard como Lilian Palmer
2011 – A Dangerous Method(Um método perigoso) como Sabina Spielrein
2012 – Anna Karenina
2012 – Seeking a Friend for the End of the World

Prêmios e Indicações

Oscar 2006
Melhor atriz: Orgulho e Preconceito
Globo de Ouro (2006)
Melhor atriz – Comédia ou musical: Orgulho e Preconceito
Globo de Ouro (2008)
Melhor atriz – drama: Desejo e Reparação

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Shirley Maclaine:. Da fragilidade à fúria

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Shirley MacLaine nunca foi símbolo sexual, ao contrário do irmão Warren Beatty. Atriz de rosto exótico transita entre expressões de fragilidade e fúria, doçura e acidez
por José Geraldo Couto

Ao contrário de seu irmão Warren Beatty, Shirley MacLaine nunca foi símbolo sexual. “Algumas pessoas acham que eu pareço uma batata-doce. Digo que sou uma batata com coração de ouro”, brinca a atriz, que há mais de meio século faz de seu rosto exótico um meio de expressão de fragilidade e fúria, doçura e acidez.

Nascida em Richmond, Virgínia, Shirley foi dançarina desde a infância e cursou a Washington Scholl of Ballet. Na Broadway, atuou como chorus girl e atriz substituta. O produtor Hal B. Wallis a viu no palco e a levou para Hollywood, onde ela estreou por cima, em O Terceiro Tiro (1955), de Hitchcock.

Em poucos anos, mostrou que era boa tanto na comédia (Artistas e Modelos) como na aventura (A Volta ao Mundo em 80 Dias) ou no melodrama (Deus Sabe Quanto Amei, de Vincent Minnelli). Por esse último, de 1958, teve a primeira de suas cinco indicações ao Oscar, que acabaria vindo em 1983 por Laços de Ternura (James Brooks).

Brilhou em especial ao lado de Jack Lemmon em comédias agridoces de Billy Wilder: Se Meu Apartamento Falasse, Irma la Douce. Na meia-idade, trocou a militância democrata pelas palestras e livros sobre espiritualidade e vidas passadas. Aos 79 anos, segue a pleno vapor: está em dois filmes em finalização, Elsa & Fred e The Secret Life of Walter Mitty.

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O Terceiro Tiro (1955)
Num vilarejo pacato da Nova Inglaterra, um menino (Jerry Mathers) encontra um cadáver no bosque. Várias pessoas julgam tê-lo matado por acidente, inclusive a mãe do garoto (Shirley MacLaine), que reconhece o morto como seu ex-marido. Deliciosa comédia de enganos, exemplar atípico do cinema de Hitchcock.

Se Meu Apartamento Falasse (1960)
Funcionário solteiro (Jack Lemmon) de uma grande seguradora cede seu apartamento para colegas casados usarem como garçonnière. Ele acaba se envolvendo com uma ascensorista da empresa (MacLaine), que é amante de seu chefe. Comédia dramática em que Billy Wilder explora sagazmente as ambiguidades morais e sociais.

Muito Além do Jardim (1979)
Jardineiro (Peter Sellers) que passou a vida dentro da casa do patrão, com a morte deste sai para o mundo, que ele só conhece por meio da tevê. Tornado hóspede de um magnata (Melvyn Douglas) e sua avoada esposa (MacLaine), Chance é tomado por um sábio que fala por metáforas. Parábola de Hal Ashby sobre a alienação moderna.

Por que Gwyneth Paltrow é a atriz mais odiada do planeta

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Imagine uma estrela de cinema mimada, arrogante e ingênua, que batiza seus filhos como “Apple” e “Moisés”, recomenda uma dieta que até Mahatma Gandhi acharia intolerável e reafirma sua posição privilegiada na sociedade, declarando: “Eu sou quem eu sou. Eu não posso fingir ser alguém que ganha US$ 25 mil por ano”. A mesma celebridade também tem seu próprio website — GOOP – e aconselha seus seguidores a ir às compras, recomendando roupas e acessórios que custam US$ 458 mil. Ela ainda indica a sua legião de fãs que comprem uma marca rara de queijo que custa US$ 4 mil o quilo e precisa ser importado especialmente do Senegal. E, como uma medida de suas credenciais feministas, aconselha as mulheres que estão irritadas com seus maridos que passem a fazer um blow job como uma forma de aliviar a tensão.

Mas não precisamos imaginá-la. Gwyneth Paltrow, agora com 40 anos, está viva e entregando-se a um ritual de autoindulgência com renovada paixão. Com a recente publicação de seu livro de culinária de auto-ajuda, Paltrow mapeia um caminho brilhante para um nirvana dietético. Mas, como a maioria dos autointitulados messias, Gwyneth meteu os pés pelas mãos e concebeu dietas que médicos respeitáveis estão descrevendo como “cozinha negligente” e “ciência maluca”.

Paltrow é uma espécie de Maria Antonieta pós-moderna que, em vez de aconselhar as massas a “comer bolo”, recomenda “dieta de eliminação” US $ 300 por dia, que promete a salvação através de couve e outros produtos alimentares espartanos. O resultado é tão sofrível que nós somos lembrados daquela frase no filme 300: “Hoje à noite, jantaremos no inferno”.

Paltrow é inconsciente de sua incapacidade de se conectar ao mundo. Seu estilo de vida é corrompido por suas próprias pretensões elitistas. Ela aspira a ser uma fornte de sabedoria prática à maneira de Martha Stewart, mas soa como uma deusa que desce do Olimpo para ensinar as massas ignaras a levar uma vida boa.

Seria impossível inventar Gwyneth Paltrow. Ela existe em seu próprio universo alternativo, o produto de uma família rica de Nova York, cujo pai, o falecido Bruce Paltrow, foi um bem sucedido produtor de TV e diretor, enquanto sua mãe, Blythe Danner, é um atriz premiada. O padrinho de Gwyneth é Steven Spielberg e ela cresceu com as crianças mais ricas do Upper East Side de Manhattan. Logo depois começou a atuar, Hollywood a ungiu como sua última It-Girl e a relação com Brad Pitt rapidamente a transformou em uma celebridade cuja beleza era amplificada pela tela grande. Seu Oscar por “Shakespeare Apaixonado” foi comprado em grande parte pelo svengali da produtora Miramax, Harvey Weinstein, em uma das mais impressionantes campanhas promocionais da indústria cinematográfica. Seu discurso choroso foi talvez o ponto alto de sua fama e ela estava à beira de se tornar uma Grace Kelly moderna.

Mas “Gwynnie”, como seus amigos a chamam, se autoimplodiu. Ela nunca iria encontrar um outro filme ou papel que correspondesse à glória circundante de “Shakespeare”. Casamento e filhos deveriam preencher seu vazio em Hollywood, mas depois de enfrentar uma terrível depressão pós-parto, ela tentou se reinventar com a culinária. Como Anne Hathaway, ela tenta demasiadamente ser amada e aceita, e agora o mundo se virou contra ela. Como Beyoncée, tornou-se intoxicada com sua própria imagem e senso de autoimportância.

paltrow
O livro de receitas suicidas
Em uma época de reality shows depravados e acelerada degradação cultural, Paltrow evoluiu para uma Paris Hilton. Alegando ter quase morrido depois de um aborto espontâneo, ela quer levar aos fãs um apocalipse gastronômico pós-vegan. O ódio de Paltrow, a diva da dieta detox, pode ser explicado em alguns itens:

1. Sua dieta

Com o seu site GOOP, Paltrow apresenta-se como guru de um estilo de vida saudável. Mas, ao longo dos últimos anos, criou um regime exigente e rarefeito que inspirou descrença generalizada e a condenação de fãs, médicos e nutricionistas.

Embora ela esteja nessa balada hoje, em 2010 admitiu que passou três meses de Nashville se entupindo de frango frito e cerveja enquanto trabalhava no filme “Country Strong”. Durante esse tempo, ela admitiu ter ficado “nua e chorando” no set e falava para seus filhos: “Não, vocês não podem visitar a mamãe hoje”.

2. Sua pretensão crônica

Suas inúmeras gafes e a propensão a fazer pronunciamentos oraculares em vida são terríveis. Ela pontifica de uma forma que irrita, surpreende e causa vômitos projetivos.

“Eu sou apenas uma mãe normal, com as mesmas lutas de qualquer outra mãe que está tentando fazer tudo de uma vez e tentar ser uma esposa e manter um relacionamento. Não há absolutamente nada perfeito da minha vida, mas eu tento arduamente torna-la perfeita.”

“Sou realmente muito boa no meu trabalho. Pessoas que são interessantes e importantes sabem disso e o que importa.”

“Eu prefiro morrer a deixar meus filhos comerem sopa instantânea”.

“Eu me sinto em perfeita harmonia comigo mesmo.”

“Eu não preciso comprar maçãs porque eu tenho um pomar no quintal da minha casa (uma mansão nos Hamptons)”.

“Eu tenho a bunda de uma stripper de 22 anos de idade.”

“Eu prefiro fumar crack a comer queijo industrializado.”

3. Sua arrogância e delírios de grandeza

“Quando você vai a Paris e seu concierge te recomenda algum restaurante, sua reação deve ser: ‘Prefiro um bar com vinhos orgânicos. Onde posso obter um depilação na virilha em Paris?’”

“Eu não tenho amigos que bebem. Meu amigos são adultos. Acho incrivelmente embaraçoso quando as pessoas estão bêbadas. É ridículo. Eu penso: ‘Oh, você está se envergonhando agora ficando bêbado em público”.

4. Sua ingenuidade e estupidez

Em uma recente entrevista para a revista Harper’s Bazaar, Gwyneth fez uma reflexão filosófica:

“O que torna a vida interessante é encontrar o equilíbrio entre cigarros e tofu.”

E emendou: “Não é simplesmente maravilhoso ser Gwyneth Paltrow?”

Harold Von Kursk-Diário do Centro do Mundo-DCM

Alemão, naturalizado canadense, Harold tem 52 anos e é, além de jornalista, diretor de cinema. Em mais de 20 anos, entrevistou atores e cineastas para a mídia americana e europeia. Com todas teve grandes conversas. Exceto por Scarlett Johansson. “Ela é uma linda diva mimada”, diz.

Gwyneth Paltrow revela que segredo para um bom casamento é fazer sexo oral

Gwyneth Paltrow contou o segredo para manter o relacionamento de dez anos com Chris Martin, vocalista do Coldplay.

Durante participação no programa “Chelsea Lately”, a atriz revelou ter aconselhado uma amiga que passava por crises no relacionamento. “Seja lá o que estiver te irritando, esqueça, entre em casa cheia de amor e faça um sexo oral nele”, disse.

Após a revelação, Gwyneth ficou envergonhadíssima e abaixou a cabeça. “E se minha mãe estiver assistindo?”, lamentou.

Leiam e assistam na íntegra no link abaixo_

http://www.huffingtonpost.com/2013/04/30/gwyneth-paltrow-love-advice-chelsea-lately_n_3184434.html

Celeste Holm _A Malvada(All About Eve)

A atriz norte-americana e vencedora do Oscar Celeste Holm morreu, aos 95 anos, na tarde deste domingo (15) de causas ainda desconhecidas. As informações são da emissora de TV NY1.

Holm sofria do coração e se recuperava de uma forte desidratação.

O estado de saúde da atriz teria se agravado após um incêndio que atingiu o apartamento do ator Robert De Niro no dia 8 de julho. Dentro do mesmo prédio viviam a atriz Celeste Holm e seu marido, Frank Basile.
Nascida em Nova York e de origem norueguesa, estudou arte dramática na Universidade de Chicago e estreou na Broadway em 1936 . Assinou com a 20th Century Fox em 1946 e nesse mesmo ano actuou no seu primeiro filme, Three Little Girls in Blue. No terceiro filme em que participou, Gentleman’s Agreement (1947), ganhou o Óscar e o Globo de Ouro de melhor Actriz Secundária. Foi indicada mais duas vezes ao prémio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas , por Come to the Stable (1949) e All About Eve (1950).

Dando preferência ao teatro , Celeste participou em poucos filmes nos anos 50 , entre eles os musicais Tender Trap (1955) e High Society (1956). Em 1954 conduziu programa próprio na televisão , chamado Honestly Celeste. Nas as últimas duas décadas, Celeste apareceu regularmente na televisão, em mini-séries , filmes e séries . No cinema fez Tom Sawyer (1973) e 3 Men and a Baby (1987).

Possui uma estrela na Calçada da Fama , localizada no número 41 da Hollywood Boulevard .

Filmography

Three Little Girls in Blue (1946)
Carnival in Costa Rica (1947)
Gentleman’s Agreement (1947)
Road House (1948)
The Snake Pit (1948)
Chicken Every Sunday (1949)
A Letter to Three Wives (1949); voiceover as “Addie Ross”
Come to the Stable (1949)
Everybody Does It (1949)
Champagne for Caesar (1950)
All About Eve (1950)
The Tender Trap (1955)
High Society (1956)
Bachelor Flat (1962)
Rodgers and Hammerstein’s Cinderella (1965)
Doctor, You’ve Got to Be Kidding! (1967)
Tom Sawyer (1973)
Bittersweet Love (1976)
The Private Files of J. Edgar Hoover (1977)
Backstairs at the White House (1979)
The Shady Hill Kidnapping (1982); teleplay by John Cheever
Three Men and a Baby (1987)
Once You Meet a Stranger (1996)
Still Breathing (1997)
Broadway: The Golden Age, by the Legends Who Were There (2003); documentary
Alchemy (2005)
Driving Me Crazy (2012)
College Debts (2013)

Stage Apparence
Teatro(Broadway)Stage Appearances

Gloriana [Broadway] – Cast as Lady Mary. (1938)
Another Sun [Broadway] – Cast as Maria. (1940)
The Return of the Vagabond [Broadway] – Cast as His Daughter. (1940)
The Time of Your Life [Broadway] – Cast as Mary L. (1940)
Eight O’Clock Tuesday [Broadway] – Cast as Marcia Godden. (1941)
My Fair Ladies [Broadway] – Cast as Lady Keith-Odlyn. (1941)
Papa Is All [Broadway] – Cast as Emma. (1942)
All the Comforts of Home [Broadway] – Cast as Fifi Oritanski. (1942)
The Damask Cheek [Broadway] – Cast as Calla Longstreth. (1942)
Oklahoma! [Broadway] – Original Production – Cast as Ado Annie Carnes. (1943)
Bloomer Girl [Broadway] – Original Production – Cast as Evelina. (1944)
Affairs of State [Broadway] – Cast as Irene Elliott. (1950)
The King and I [Broadway] – Original Production – Cast as Anna Leonowens [Replacement]. (1951)
Anna Christie [Broadway] – Cast as Anna Christopherson. (1952)
His and Hers [Broadway] – Cast as Maggie Palmer. (1954)
Interlock [Broadway] – Cast as Mrs. Price. (1958)
Third Best Sport [Broadway] – Cast as Helen Sayre. (1958)
Invitation to a March [Broadway] – Original Production – Cast as Camilla Jablonski. (1960)
Mame [Broadway] – Original Production – Cast as Mame Dennis [Replacement]. (1966)
Candida [Broadway] -Cast as Candida. (1970)
Babylove [Replacement].
The Grass Harp [Broadway] – Original Production. (1971)
Mama [Broadway] – Closed on the road. (1972)
Habeas Corpus [Broadway] – Cast as Lady Rumpers – A Pillar of the Empire. (1974)
The Utter Glory of Morrissey Hall [Broadway] – Original Broadway Production – Cast as Julia Faysle Headmistress.(1979)
I Hate Hamlet [Broadway] – Cast as Lillian Troy. (1991)
Allegro [Off-Broadway] – Encores! Concert – Cast as Grandma Taylor. (1994)

TV appearances

“Columbo” Old Fashioned Murder (1976)
Honestly, Celeste! as Celeste Anders
Jessie (1985) as Molly Hayden
Kilroy as Mrs. Fuller
Loving as Lydia Woodhouse (1986) / Isabelle Dwyer Alden (#2) (1991-1992)
Nancy Abigail as ‘Abby’ Townsend
Promised Land as Hattie Greene
The Academy Awards as Herself – Host
The Delphi Bureau as Sybil Van Loween (pilot film)
Archie Bunker’s Place as Estelle Harris
Falcon Crest as Anna Rossini
The New Hollywood Squares as Herself
Alcoa Premiere as Laura Bennett in Cry Out in Silence
American Playhouse as Herself in The Shady Hill Kidnapping
Burke’s Law as Helen Forsythe in Who Killed the Kind Doctor?
Celebrity Time as Herself on 5/6/1951
Cheers as Grandmother Gaines in No Rest For the Woody
Christine Cromwell as Samantha Cromwell in Vito Veritas
Climax as Mary Miller in The Empty Room Blues
Columbo as Phyllis Brandt in Old Fashioned Murder
Disneyland as Deirdre Wainwright in Bluegrass Special
Dr. Kildare as Nurse Jane Munson in The Pack Rat and Prima Donna
Fantasy Island (1978) as Sister Veronica inLook-Alikes / The Winemaker
Fantasy Island (1978) as Mabel Jarvis in The Beachcomber / The Last Whodunit
Follow The Sun as Miss Bullfinch in The Irresistible Miss Bullfinch
Ford Startime as Host/Special Guest Star in Fun Fair
Four Star Revue as Guest on November 8, 1950
The Fugitive (1965-1967)
Goodyear Television Playhouse as Maggie Travis in The Princess Back Home
Great Performances as Performer in Talking With
Hallmark Hall Of Fame as Phoebe Meryll in The Yeoman of the Guard
Inside U.S.A. with Chevrolet as Herself in Celeste Holm
Insight as Mrs. Berns in Fat Hands and a Diamond Ring
Kraft Music Hall as Herself in Celeste Holm
Long Hot Summer as Libby Rankin in Face Of Fear
Lucan in You Can’t Have My Baby
Magnum, P.I. as Abigail Baldwin in The Love That Lies
Manhunter Clara in The Truck Murders

Matt Houston as Catherine Hershey in Company Secrets
Medical Center as Dr. Linda Wilson in No Margin for Error
Medical Center as Geraldine Stern in Web of Intrigue
Mr. Novak as Guest Star in An Elephant is Like a Tree
Pat Boone Chevy Showroom as Herself on November 28, 1957
Producers’ Showcase as Mad Meggie in Jack and the Beanstalk
Run for Your Life as Margot Horst in The Cold, Cold War Of Paul Bryan
Schlitz Playhouse of Stars as Guest Star in Four’s a Family
Schlitz Playhouse of Stars as Guest Star in The Wedding Present
Spenser: For Hire Rose in Haunting
Studio 57 as Guest Star in Robin
Stump The Stars as Herself on April 15, 1963
The Academy Awards as Herself in The 70th Annual Academy Awards
The Academy Awards as Herself in The 75th Annual Academy Awards
The Academy Awards as Herself – Performer in The 25th Annual Academy Awards
The Beat (2000) as Frances Robinson in Can I Get A Witness?
The Beat (2000) as Frances Robinson in Three Little Words
The Colgate Comedy Hour as Guest on 4/15/1951
The Colgate Comedy Hour as Cameo on 8/7/1955
The Dick Cavett Show as Herself on October 20, 1972
The Ed Sullivan Show as Herself in Edith Piaf / Celeste Holm / Betty Comden & Adolph Green / Pat Suzuki
The Ed Wynn Show as Guest in Celeste Holm
The Eleventh Hour (1962) as Billie Hamilton in How Do I Say I Love You?
The F.B.I. as Flo Clementi in The Executioners (2)
The F.B.I. as Flo Clementi in The Executioners (1)
The Fugitive (1963) as Pearl in Concrete Evidence
The Fugitive (1963) as Flo Hagerman in The Old Man Picked a Lemon
The Jimmy Durante Show as Guest on 11/19/1955
The Jimmy Durante Show as Guest on 11/19/1955
The Love Boat as Guest Star in The Buck Stops Here/ For Better or Worse/Bet On It
The Love Boat as Eva McFarland in The Love Boat II
The Love Boat as Estelle Castlewood in A Good & Faithful Servant/Secret Life of Burl Smith/Tug of War/Designated Lover
The Lux Video Theatre as Katherine Case in The Bargain
The Lux Video Theatre as Miss Prynne in Lost Sunday
The Lux Video Theatre as Margaret Best in Second Sight
The Lux Video Theatre as Eliza in The Pacing Goose
The Mike Douglas Show as Herself on Week of May 11, 1970
The Mike Douglas Show as Herself on May 6, 1971
The Mike Douglas Show as Herself on September 10, 1970
The Mike Douglas Show as Herself on February 2, 1965
The Mike Douglas Show as Herself on April 5, 1973
The Name of the Game as Irene Comdon in The Brass Ring

The Play of the Week as Virginia in A Clearing in the Woods
The Rosie O’Donnell Show as Herself in Show #806
The Streets of San Francisco (1972) as Mrs. Shaninger in Crossfire
The Tonight Show Starring Johnny Carson as Guest in 700525
The United States Steel Hour as Madge Collins in The Bogey Man
The Vic Damone Show as Herself on September 24, 1956
The Virginia Graham Show as Herself on September 4, 1970
Third Watch as Florence in Transformed
Toast of the Town as Herself in The Richard Rodgers Story (Part 2)
Toast of the Town as Herself in Tribute to Rodgers & Hammerstein w/Celeste Holm; John Raitt; Florence Henderson
Toast of the Town as Herself in Eartha Kitt / Celeste Holm / John Raitt / Janis Paige
Touched by an Angel as Hattie Greene in Vengeance Is Mine (1)
Touched by an Angel as Hattie Greene in Promised Land
Touched by an Angel as Hattie Greene in The Road Home (1)
Trapper John, M.D. as Claudia in The Shattered Image
Trapper John, M.D. as Lillie Townsend in Don’t Rain on My Charade

We, The People as Guest Star in Edith Piaf/Celest Holm
What’s My Line? as Mystery Guest in EPISODE #446
What’s My Line? as Guest Panelist in EPISODE #306
What’s My Line? as Mystery Guest in EPISODE #41
Whoopi as Diana in The Squatter
Wonder Woman (1979) as Dolly Tucker in I Do, I Do
Zane Grey Theater as Sarah Kimball in Fugitive

Private Pratice sem Kate Walsh?


Depois de noticiarmos que Private Practice sofrerá mais um desfalque no seu elenco quando retornar para sua 6ª temporada, chegou a vez de comentarmos o boato de que a atriz Kate Walsh também poderá estar fazendo suas malas em breve! Whaaat?!

Segundo o site Deadline, Kate Walsh, que interpreta a Dra. Addison, só renovou seu contrato para participar de 13 episódios, que, supostamente, foi a quantidade encomendada pela ABC para a próxima temporada do drama médico. Especula-se que a 6ª temporada seja a última. Porém, caso não seja, ou que seja, mas tenha mais episódios encomendados para finalizá-la, a série poderá continuar em a presença de seu grande protagonista.

Tendo em vista que o spinoff de Grey’s Anatomy foi criado justamente para focar na personagem de Kate Walsh, não faria muito sentido o drama continuar sem ela, certo? Além do mais, o canal ABC já anda demonstrando perda de interesse/confiança no drama criado por Shonda Rhimes, pois além de ter encomendado uma temporada reduzida (ainda não sabemos de quantos episódios exatamente), a mudou de dia, tirando-a da companhia de sua “série mãe” e colocando Scandal no seu lugar.

Perder integrantes do elenco não é novidade para Private Practice. Tim Daly acaba de sair, e antes dele Audra McDonald e Chris Lowell disseram “adeus” ao drama. Bom, pode ser que Kate Walsh só tenha assinado por mais 13 episódios porque não sabia quantos seriam encomendados para a próxima temporada… E nada impede que a atriz negocie com a emissora novamente caso queira permanecer na série.
Por Mano, em 01/06/2012 – Caldeirão da Series

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