‘Breaking Bad’ Finale Viewing Parties Sweep the Nation

breaking-bad-finale-2

‘Boardwalk Empire’ Renewed by HBO for Fifth Season

hbo-renews-boardwalk-empire

Amanda Seyfried roda filme de calcinha em Nova York

Daniel Radcliffe diz que não vai interpretar Freddie Mercury nos cinemas - 1 (© Getty Images)

Amanda Seyfried ficou bem a vontade durante a gravação de ‘While We’re Young’, nesta terça-feira, 24 de setembro, em Nova York. A atriz de 27 anos foi flagrada usando uma calcinha laranja nas filmagens do longa, no qual contracena com os atores Ben Stiller e Naomi Watts.

A trama, dirigida e roteirizada por Noah Baumbach (o mesmo de ‘Francis Ha’), é centrada na vida de um um cineasta e sua mulher que, ao ficarem amigos de um jovem casal com espírito jovem, percebem que suas vidas perderam completamente o sentido. O longa está programado para estrear somente em 2015.

Greta Gerwig (de ‘Frances Ha’) estava escalada para o papel inicialmente mas deve que deixar o projeto devido a conflito de agendas, o que levou à escalação de Amanda.

‘Marvel’s Agents of SHIELD’ Opens to 11.9 Million for ABC

Mervels Agents of Shield Debut Ratings

Trailer de Grace of Monaco Apresenta Nicole Kidman Como Grace Kelly

Grace Monaco Trailer de Grace of Monaco Apresenta Nicole Kidman Como Grace Kelly

Não importa quem seja o biografado, sempre existe uma grande expectativa em torno de quem vai interpretar uma figura pública. E é justamente essa curiosidade que o primeiro trailer de Grace of Monaco ajuda a matar.

Dirigido por Olivier Dahan, o filme apresenta oficialmente Nicole Kidman no papel da protagonistaGrace Kelly. Alçada definitivamente para o sucesso quando se casou com o Príncipe Raineir 3º, a Princesa de Mônaco deve ter toda sua trajetória retratada no longa, com destaque para sua decisão de abandonar a carreira de atriz para se dedicar ao casamento.

Devendo chegar aos cinemas brasileiros apenas em fevereiro de 2014, o enredo já tem recebido críticas dos filhos de Grace. Segundo eles, algumas cenas foram baseadas inteiramente em ficção, e não devem ser levadas em conta. Confira o trailer:

Sobre Carla Gomes
Carla Gomes é viciada em séries e doente por livros. Jornalista, admira qualquer história bem contada. Escreve para o Blog Na TV e de vez em quando pode ser encontrada no Twitter: @_CarlaGomes_

Conheça as dez maiores teorias da conspiração no cinema

Estariam as estrelas de Hollywood sendo assinadas em série por um sinistro grupo oculto? Alguns filmes foram de fato amaldiçoados por forças malignas de outro mundo? Ou trazem mensagens cifradas sobre comandos de controle da mente ou desafios diretos ao Illuminatis? Kubrick teria dirigido o filme “O Iluminado” para espalhar pistas sobre o falso pouso da Apolo 11 na Lua que ele próprio teria ajudado a produzir? Esse é o estranho mundo das mais bem elaboradas e paranoicas teorias da conspiração envolvendo o cinema. Para seus autores, ir ao cinema é uma perigosa aventura onde o espectador desatento poderá ser programado por mensagens ocultas. Por que tantas conspirações cinemáticas? Talvez porque um produto cultural que atinge tão diretamente nossos corações e mentes seja, afinal, produzido por uma indústria de entretenimento anônima e corporativa.

10. A conspiração dos “Hollywood Star Whackers”

Os Hollywood Star Whackers são perigosos assassinos que estão agindo no centro da indústria do cinema norte-americano. Pelo menos é o que afirma o ator vencedor do Globo de Ouro Randy Quaid e sua mulher Evi. Quaid afirma que os Whackers assassinaram Michael Jackson, David Carradine, Heath Ledger e Chris Penn. E eles ainda teriam na mira Mel Gibson e Robert Blake. Em seguida viriam Britney Spears e Lindsay Lohan. E os Quaids seriam os próximos. Os produtores de Hollywood estariam cansados de pagar somas exorbitantes a seus atores e, então, teriam contratados os Whackers para remover os VIPs. Assim, eles ficariam incógnitos e não teriam mais que desembolsar milhões de dólares.

O buraco mais perceptível nessa teoria da conspiração é que Randy Quaid nunca foi o que poderia se chamar de “estrela”. Além disso, segundo o procurador do distrito de Santa Bárbara na Califórnia, essa história seria uma invenção de Quaid para escapar de graves encargos legais: os Quaids foram presos várias vezes por roubos, invasão de domicílio e danos materiais. Para evitar as cobranças legais, os Quaids partiram para o Canadá alegando fugirem dos Whackers. Nesse momento, os Quaids enfrentam problemas no pedido de estadia permanente no Canadá, provavelmente porque este país não deseja lidar com sua loucura… ou se meter com os “Hollywood Star Whackers”.

9 – A conspiração da “Bruxa de Blair”

Em 1999, o filme A Bruxa de Blair tornou-se uma sensação de bilheteria de milhões de dólares. Grande parte deste sucesso devido a um esquema de marketing inteligente centrado em torno de um site, blairwitch.com.

A premissa do site (e do filme) foi que em 1994 três estudantes de cinema desapareceram na floresta perto Burkitsville, Maryland, enquanto filmavam um documentário sobre a lenda local da Bruxa de Blair. Supostamente a Bruxa de Blair era Elly Kedward, uma mulher que havia sido acusada de bruxaria e assassinato de crianças por volta de 1785 e que tinha sido banida da cidade, deixada para morrer de frio na floresta. Muitos acreditavam que seu espírito ainda assombrava a área.

Visitantes blairwitch.com poderiam ver informações históricas detalhadas sobre a lenda da Bruxa de Blair, incluindo fotografias antigas, relatórios policiais, cartas e entrevistas com funcionários. Era tudo tão convincente que muitas pessoas foram enganadas em acreditar que Elly Kedward foi uma figura histórica real, e que realmente havia uma lenda de uma bruxa de Blair.

Por muito tempo grupos de jovens fizeram expedições a essa localidade de Maryland em busca de vestígios do grupo desaparecido. Para eles, o próprio filme teria sido parte de uma conspiração de Hollywood para encobrir a verdade.

O site revolucionou marketing na internet. Os estúdios de cinema começaram a produzir sites hoax para acompanhar seus filmes, na esperança de gerar o mesmo tipo de lenda urbana que a Bruxa de Blair. Mas nenhum desses esforços ainda se equipara ao sucesso de BlairWitch.com.

8 – A maldição de “O Exorcista”

Aqui não temos uma conspiração da elite de Hollywood, mas uma conspiração de forças das trevas! “O Exorcista” (1973) é um dos mais famosos filmes de terror de todos os tempos. O filme fez o nome da atriz Linda Blair e tem sido elogiado pela crítica por muitos anos. Muitos contos e lendas urbanas têm circulado ao longo dos anos sobre esse filme. Algumas são verdadeiras.

Houve uma série de incêndios nos estúdios durante a filmagem. Num deles, a maior parte do conjunto que formava a casa do personagem McNeal incendiou e o mais bizarro é que somente o quarto da possuída Regan manteve-se intacto.

Devido à tensão reinante entre técnicos e atores nos estúdios, o diretor William Friedkim teria arrumado um padre para performar um ritual de exorcismo para todos se sentirem melhor. O padre recusou fazer um exorcismo e se limitou a abençoar a todos com porções de água benta.

Outra lenda que circula sobre o filme relata nove mortes que envolveram a equipe de produção, incluindo um bebê de um assistente de câmera, um vigia noturno e a atriz que fez o papel da mãe do padre Karras. As outras mortes aconteceram depois que o filme foi lançado.

Isso sem falar em um sério acidente que provocou uma lesão medular na atriz Ellen Burstyn. Em uma cena em que era jogada longe pela filha possuída, o equipamento empurrou-a de forma mais violenta do que o previsto. O grito de dor que o personagem dá no filme foi realmente produzido pelo acidente. Burstyn afirma que até hoje tem problemas nas costas por causa dessa cena.

7 – A Operação Clark Gable

Durante os anos 1930 e 1940, Clark Gable era o Rei de Hollywood e o principal ator da MGM (Metro Goldwin Mayer). Gable ganhou um Oscar por seu desempenho em “Aconteceu Naquela Noite” e alcançou a imortalidade em “E o Vento Levou”. No entanto, apesar de seu sucesso Gable era alcoólatra. Depois de uma noite regada a muita bebida em 1942, ele envolveu-se em um acidente ao bater seu carro em uma árvore na Sunset Boulevard.

Felizmente para Gable, representantes MGM apareceram a tempo e diante dos repórteres disseram que Gable havia sido fechado por outro carro. Ninguém acreditou neles, e as pessoas começaram a sussurrar sobre o que realmente aconteceu naquela noite. A teoria mais louca era que o bêbado Gable teria atropelado uma infeliz mulher. Obviamente, a MGM não queria que sua grande estrela fosse para a prisão por homicídio culposo. Para evitar isso, o chefe do estúdio, Louis B. Mayer, fez um acordo com um executivo da MGM de nível inferior. Se o executivo assumisse a morte da mulher, ele teria um emprego na MGM para o resto de sua vida e obteria um bom aumento. Segundo a história, o executivo ficou um ano atrás das grades, e Gable seguiu sua vida profissional na MGM.

6 – A animação “Branca de Neve” é sobre cocaína

A Walt Disney tem sido o centro de inúmeras teorias da conspiração, a maioria deles sobre mensagens subliminares de sexo para crianças. No entanto, alguns afirmam que o tio Walt também queria introduzir as crianças a outros vícios, e que tinha a intenção de que  Branca de Neve e os Sete Anões se tornasse um clássico atemporal sobre a cocaína. O maior “evidência”

apoiando esta teoria seriam os nomes dos personagens: “Branca de Neve” é uma gíria para cocaína, e os nomes dos anões representariam as diferentes fases do vício. Em primeiro lugar, os usuários estão felizes (Feliz), e então eles começam a espirrar (Espirro). Eventualmente, eles ficam com sono (Soneca), e, em seguida, eles vão se sentir deprimidos (Zangado) ou tímidos (Dengoso). Em seguida, os usuários vão agir como Dunga e, eventualmente, eles precisam ver um doutor (Mestre).

Não surpreendentemente, não há nenhuma prova real para apoiar estas alegações. Walt Disney nunca afirmou que usava drogas ou que incentivasse seus empregados a usar drogas recreativas. “Branca de Neve” foi lançado em 1937 e a grande droga dos anos 30 era o álcool, não cocaína.

5 – Bruce e Brandon Lee foram assassinados

 

Bruce Lee, o artista mais icônico na história do cinema, morreu de um edema cerebral, quando ele tinha 32 anos. Em uma triste ironia do destino, ele faleceu logo antes de seu filme “Operação Dragão” (1973) se tornar um sucesso internacional. Vinte anos mais tarde, seu filho Brandon morreu durante as filmagens de “The Crow” (1994).

Ocorreram vários incidentes na filmagem. Logo no início, um dos carpinteiros responsáveis por todo o cenário, sofreu queimaduras durante o trabalho. Um assessor de imprensa se metera em acidente de carro e parte dos cenários havia sido destruída por um trator fora de controle.

O trágico incidente de Brandon aconteceu enquanto filmava uma cena na qual era baleado. A arma era para ser carregada com festim, porém o projétil verdadeiro foi disparado em Lee e se instalou em sua espinha depois de perfurar o seu abdômen.

São fatos perfeitos para uma teoria da conspiração: pai e filho, eles eram jovens, e morreram antes dos lançamentos de seus filmes mais populares. Há duas teorias principais sobre a forma como os Lee morreram. A primeira é que a máfia chinesa matou Bruce por compartilhar segredos das artes marciais para o mundo. Após a morte de Bruce, Brandon pegou o manto de seu pai e teve que ser eliminado segundo outra teoria que envolve os “Triads”, um grupo de gangsters associados com a indústria cinematográfica chinesa. Supostamente, os Triads queria Bruce para estrelar em alguns de seus filmes. Quando Bruce virou as costas para eles, o acertaram. E porque gangsters guardam rancor, mataram Brandon também.

Hugh Jackman Doesn’t Read Movie Reviews

prisoners

Nova miss EUA é vítima de comentários racistas e xenófobos

Internautas atacaram origem indiana da vencedora; outros não sabiam diferenciar entre árabe, muçulmano ou indiano

Segundos depois de ser declarada vencedora do concurso Miss Estados Unidos e receber a coroa reservada às vencedoras da competição, a norte-americana Nina Davuluri começou a ser alvo de uma avalanche de comentários racistas na internet, em especial no microblog Twitter, principalmente em razão de sua etnia.

Nina, de 24 anos, eleita na noite de sábado (14/09) em Atlantic City (estado de Nova Jersey), nasceu na cidade de Fayetteville (Nova York). Primeira norte-americana de origem indiana a ganhar o prêmio, ela não comentou os ataques que recebeu. Filha de um médico, contou em sua rede social que teve de combater a bulimia quando era mais jovem e que sua aspiração é estudar medicina no futuro.

Um dos comentários mais repercutidos no microblog foi do jornalista Todd Starnes, da rede de TV conservadora Fox News. Ele afirmou que “não reconhece o julgamento liberal do [concurso] Miss America, mas a Miss Kansas perdeu porque representa realmente os valores americanos”. Starnes se refere a Theresa Vail, uma das candidatas derrotadas, branca e loira, que se apresentou em trajes militares e disse, durante entrevistas, que gosta de realizar ensaios com temáticas de caça.

Reprodução

Nina Davuluri no momento em que é coroada Miss Estados Unidos 2013

Muitos explicitaram seu preconceito através da xenofobia – aparentemente, para estes internautas, a vencedora do concurso deveria ser de origem “genuinamente local”. “Miss America é indiana… com todo respeito, aqui é América!”, disse a internauta identificada como @Savannah_Dale97. “Juro que não sou racista mas aqui é America”, diz @JAyres15 (Jessica Ayres). “Dança Egípcia? Aqui é América. #MissAmerica”, esbraveja @ColtonSEvans.
Outros comentários questionavam: “Se você é Miss America então você não deveria ser americana?”; ou “Quando uma mulher branca ganhará um Miss America?”.
A ignorância geográfica também esteve muito presente entre os críticos. Muitos, sem demonstrar menor conhecimento sobre a origem dos povos, a classificaram como árabe, e não indiana. “E uma árabe vence a Miss América… Clássico”, retrucou @Granvil Colt. “Como o Ca&@#%$ de uma estrangeira vence o Miss América? Ela é árabe! #Idiotas”, diz @jakeamick5 (Jake Amick).

Muitos demonstravam confusão entre árabe, muçulmano, indiano ou estrangeiro: “”Eleger uma muçulmana para Miss America deve ter feito [o presidente Barack] Obama muito feliz”, foi outro comentário muito repercutido. Nina, que não é muçulmana, recebeu o mesmo preconceito de que Obama é alvo desde quando era candidato pela primeira vez à Presidência por opositores radicais – ser muçulmano e não ter nascido em território norte-americano.

Muitos comentário relacionavam a ganhadora com referências à proximidade do 11 de Setembro. “Miss America ou Miss Al Qaeda?”, escreveu @Shann_Wow (Shannon McCann). “Felicitações, Al Qaeda. A Miss America é uma de vocês”, disse @Blayne_MkltRain (De la Rutheford). Já outros questionavam o fato dela ter sido eleita poucos dias após o aniversário do atentado. “11 de Setembro foi há quarto dias e ela ganha o Miss America?”, disse @Luke Brasili (Luke Brasili)”.

No entanto, ela foi defendida por um grande número de internautas norte-americanos, que se indignaram com os comentários preconceitos contra Nina. “Gostaria de pedir desculpas ao mundo, eu juro que nem todos de nós são tão estúpidos”, disse @farGar (Faress Jouejati). E muitos dos que proferiram comentários preconceituosos foram intensamente trolados.

Em 2010, o mesmo episódio se repetiu quando Rima Fakih, de origem libanesa, foi eleita Miss América. Nessa ocasião, os comentários tentaram associá-la ao grupo militante islâmico Hezbollah. A miss universo angolana Leila Lopes, recebeu comentários duríssimos de racismo ao ser coroada em 2011.
download

download (1)

download (2)

images

images (1)

Noah: um filme como você nunca viu

Com uma narrativa de 17 minutos inteiramente rodada a partir de uma tela de computador, “Noah” junta forma e conteúdo digital com amor

Que as relações pessoais estão mudando com a internet você já sabe há muito tempo. Mas “Noah”, curta-metragem canadense exibido semana passada no Festival Internacional de Cinema de Toronto, exemplifica a máxima de uma forma poética e realista ao extremo. A partir de uma narrativa de 17 minutos inteiramente conduzida pela tela de um computador de um adolescente (com pequenas participações da tela de seu iPhone), “Noah” é um raro tipo de obra na qual o meio é também parte da história –tornando tudo mais real, interessante e aflitivo.

Me lembro da irritação de Clara Averbuck em uma conversa que tive com ela anos atrás. A escritora gaúcha lamentava-se pela milésima vez que alguém a classificara como “uma das escritoras da nova safra da internet” –ou algo que o valha. “Escritora é escritora, e texto é texto, não interessa a plataforma”. A frase dela não era exatamente essa, mas era o que queria dizer. É o mesmo quando alguém fala: “Filme X é incrível, foi inteiramente filmado com celulares”. A melhor resposta para esse comentário deveria ser: “e daí?”. Pode ser rodado com o que for, o que interessa é o conteúdo.

Achava que essa regra valeria para toda produção artística até assistir à incrível narrativa dramática-amorosa de Noah. Nunca foi tão tenso assistir a um mouse passeando pra lá e pra cá por cima de um botão do Facebook.

No filme dos estudantes canadenses de cinema Walter Woodman e Patrick Cederberg, forma e conteúdo se fundem e são ambos protagonistas de uma historieta de amor tão angustiante e (supostamente) fria como nossa rotina digital.

Assista abaixo (em inglês):

 

%d bloggers like this: