Juliette Binoche expõe sua alma em “Camille Claudel”

A atriz interpreta a escultora que foi amante de Rodin, mas se viu abandonada e internada em um manicômio

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Recentemente homenageado com uma retrospectiva no Cinesesc, o cineasta francês Bruno Dumont (A humanidade, Flandres) entra no circuito comercial com seu trabalho mais recente. A história aborda o início de um período muito difícil da vida da artista plástica francesa Camille Claudel (1864-1943). Interpretada com afinco por Juliette Binoche, a protagonista vive reclusa e cada vez mais paranoica em um manicômio.

Trailer do filme _ http://www.youtube.com/watch?v=kskWcgph3Wg&feature=player_embedded

Em meio à melancólica rotina do lugar, ela tem esperança de que uma prometida visita de seu irmão, o poeta Paul Claudel (Jean-Luc Vicent) represente sua volta para casa (na verdade, ela passaria três décadas internada, até sua morte). Em sua filmografia, Dumont é adepto dos longos silêncios. Esse filme, porém, tem muitos diálogos. O cineasta ambém abre mão de trabalhar com atores amadores e apoia-se bastante na atuação de Juliette. Ela, por sua vez, se presta ao jogo de cena – muitas vezes, contemplativo demais – proposto pelo diretor.

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CAMILLE CLAUDEL *** (França, 2013). Gênero: drama. Duração: 95 min.

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