Shirley Maclaine:. Da fragilidade à fúria

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Shirley MacLaine nunca foi símbolo sexual, ao contrário do irmão Warren Beatty. Atriz de rosto exótico transita entre expressões de fragilidade e fúria, doçura e acidez
por José Geraldo Couto

Ao contrário de seu irmão Warren Beatty, Shirley MacLaine nunca foi símbolo sexual. “Algumas pessoas acham que eu pareço uma batata-doce. Digo que sou uma batata com coração de ouro”, brinca a atriz, que há mais de meio século faz de seu rosto exótico um meio de expressão de fragilidade e fúria, doçura e acidez.

Nascida em Richmond, Virgínia, Shirley foi dançarina desde a infância e cursou a Washington Scholl of Ballet. Na Broadway, atuou como chorus girl e atriz substituta. O produtor Hal B. Wallis a viu no palco e a levou para Hollywood, onde ela estreou por cima, em O Terceiro Tiro (1955), de Hitchcock.

Em poucos anos, mostrou que era boa tanto na comédia (Artistas e Modelos) como na aventura (A Volta ao Mundo em 80 Dias) ou no melodrama (Deus Sabe Quanto Amei, de Vincent Minnelli). Por esse último, de 1958, teve a primeira de suas cinco indicações ao Oscar, que acabaria vindo em 1983 por Laços de Ternura (James Brooks).

Brilhou em especial ao lado de Jack Lemmon em comédias agridoces de Billy Wilder: Se Meu Apartamento Falasse, Irma la Douce. Na meia-idade, trocou a militância democrata pelas palestras e livros sobre espiritualidade e vidas passadas. Aos 79 anos, segue a pleno vapor: está em dois filmes em finalização, Elsa & Fred e The Secret Life of Walter Mitty.

DVDs

O Terceiro Tiro (1955)
Num vilarejo pacato da Nova Inglaterra, um menino (Jerry Mathers) encontra um cadáver no bosque. Várias pessoas julgam tê-lo matado por acidente, inclusive a mãe do garoto (Shirley MacLaine), que reconhece o morto como seu ex-marido. Deliciosa comédia de enganos, exemplar atípico do cinema de Hitchcock.

Se Meu Apartamento Falasse (1960)
Funcionário solteiro (Jack Lemmon) de uma grande seguradora cede seu apartamento para colegas casados usarem como garçonnière. Ele acaba se envolvendo com uma ascensorista da empresa (MacLaine), que é amante de seu chefe. Comédia dramática em que Billy Wilder explora sagazmente as ambiguidades morais e sociais.

Muito Além do Jardim (1979)
Jardineiro (Peter Sellers) que passou a vida dentro da casa do patrão, com a morte deste sai para o mundo, que ele só conhece por meio da tevê. Tornado hóspede de um magnata (Melvyn Douglas) e sua avoada esposa (MacLaine), Chance é tomado por um sábio que fala por metáforas. Parábola de Hal Ashby sobre a alienação moderna.

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As várias fases de Kaley Cuoco

Kaley Christine Cuoco (Camarillo, Califórnia, 30 de novembro de 1985), é uma atriz estadunidense. É mais conhecida por seus papeis nas séries, The Big Bang Theory, 8 Simple Rules, como Bridget Hennessey com o já falecido John Ritter, e na série sobrenatural de drama Charmed como Billie Jenkins.

Cuoco nasceu em Camarillo, Califórnia, é a filha mais velha de Layne Ann, uma dona de casa, e Gary Carmine Cuoco, um corretor de imóveis.1 Ela é de meia ascendência italiana.Quando criança, Cuoco foi tenista amadora, ela começou a praticar quando tinha três anos de idade e parou de jogar em 2002, aos 16.

Em setembro de 2007, recebeu um papel de protagonista na sitcom da CBS The Big Bang Theory. Ela interpreta Penny, uma aspirante a atriz e empregada no Cheesecake Factory, vizinha de dois nerds cientistas, Sheldon Cooper e Leonard Hofstadter. Antes da temporada de 2010-2011, ela ganhou 60 mil dólares de um episódio da série, o mesmo que seus colegas de elenco. Em 2010, cada ator passou a ganhar US $ 200.000 por episódio.

Emmy Wards 2013:. Conheça os indicados

Os indicados ao Emmy Awards 2013, foram anunciados na manhã desta quinta-feira (18) em um evento transmitido ao vivo pela internet, como já é tradicional.
As indicações foram apresentadas pelo ator Aaron Paul, de “Breaking Bad”, e por Neil Patrick Harris, de How I Met Your Mother, que também será o mestre de cerimônia.
A 65ª edição do prêmio acontece no dia 22 de setembro no Nokia Theatre, em Los Angeles.
Veja abaixo os principais indicados ao Emmy 2013 (a lista completa, com as categorias técnicas, pode ser vista no site oficial).

Melhor ator em série dramática


Kevin Spacey (“House of Cards”)

Hugh Bonneville (“Downton Abbey”)

Jon Hamm (“Mad Men”)

Damian Lewis (“Homeland”)

Bryan Cranston (“Breaking Bad”)

Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática


Michelle Dockery (“Downton Abbey”)

Elizabeth Moss (“Mad Men”)

Claire Danes (“Homeland”)

Vera Farmiga (“Bates Motel”)

Kerry Washington (“Scandal”)

Robin Wright (“House of Cards”)

Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática


Emilia Clarke (“Game of Thrones”)

Anna Gunn (“Breaking Bad”)

Maggie Smith (“Downton Abbey”)

Morena Baccarin (“Homeland”)

Christina Hendricks (“Mad Men”)

Christine Baranski (“The Good Wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática


Aaron Paul (“Breaking Bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)

Jim Carter (“Downton Abbey”)

Peter Dinklage (“Game of Thrones”)

Jonathan Banks (“Breaking Bad”)

Mandy Patinkin (“Homeland”)



Melhor série de comédia


“Louie”

“Girls”

“30 rock”

“Veep”

“Modern Family”

“The Big Bang Theory”

Melhor série dramática

“Breaking Bad”

Game of Thrones”

“Mad Men”

“Downton Abbey”

“Homeland”

“House of Cards”

Melhor ator em série de comédia

Alec Baldwin (“30 Rock”)

Jason Bateman (“Arrested Development”)

Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of Lies”)

Matt Leblanc (“Episodes”)

Jim Parsons (“The Big Bang Theory”)

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern (“Enlightened”)

Lena Dunhan (“Girls”)

Edie Falco (“Nurse Jackie”)

Tina Fey (“30 Rock”)

Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)

Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”)

Merritt Wever (“Nurse Jackie”)

Julie Bowen (“Modern Family”)

Sofía Vergara (“Modern Family”)

Jane Krakowski (“30 Rock”)

Jane Lynch (“Glee”)

Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill (“Modern Family”)

Jesse Tyler Ferguson (“Modern Family”)

Ty Burrell (“Modern Family”)

Eric Stonestreet (“Modern Family”)

Bill Hader (“Saturday Night Live”)

Max Greenfield (“New Girl”)

Melhor minissérie ou filme
“American Horror Story” 

“Behind the Candelabra”

“The Bible”

“Phil Spector”

“Political Animals”

“Top of the Lake”

Melhor ator em minissérie ou filme


Benedict Cumberbatch (“Parade’s End”)

Matt Damon (“Behind the Candelabra”)

Michael Douglas (“Behind the Candelabra”)

Toby Jones (“The Girl”)

Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme


Jessica Lange (“American horror story”)

Laura Linney (“The Big C”)

Helen Mirren (“Phil Spector”)

Elizabeth Moss (“Top of the lake”)

Sigourney Weaver (“Political animals”)



Melhor reality show de competição


“The Amazing Race”

“Dancing With The Stars”

“Project Runaway”

“So You Think You Can Dance”

“Top Chef”

“The Voice”

Melhor série de variedades


“The Colbert Report”

“The Daily Show”
“Jimmy Kimmel Live”

“Late night with Jimmy Fallon”

“Real time with Bill Maher”

“Saturday Night Live”

Postado por Camis Barbieri-Seriadores Anônimos

‘Glee’ Star Cory Monteith Dead at 31

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Cory Monteith, who played jock-turned-gleek Finn Hudson on Fox’s musical phenomenon “Glee” and had recently been treated for addiction, was found dead Saturday at a Vancouver hotel. He was 31.

The Canadian actor’s body was found just after noon at the Fairmont Pacific Rim Hotel, Vancouver police confirmed at a news conference Saturday night. They did not give a cause of death, but foul play was not suspected.

Monteith had recently finished a stint in rehab for substance abuse, after previously seeking help for addiction at age 19.

“On behalf of the Vancouver Police, I want to pass on our condolences to the family, friends, castmates and millions of fans of Mr. Monteith,” acting chief Doug LePard said. “As was the case in countless homes, I watched ‘Glee’ regularly with my daughters, and I know there will be shock and sadness in many households with the news of his tragic death.”

As Finn Hudson on “Glee,” Monteith helped make it cool again to sing on scripted shows. He served as a surrogate for those in the audience who weren’t sure about embracing music — and delivered jawdropping renditions of songs like U2’s “One” and Michael Jackson’s “Man in the Mirror.”

We are deeply saddened by this tragic news. Cory was an exceptional talent and an even more exceptional person,” Fox said in a statement on behalf of the network, the show’s producers and 20th Century Television. “He was a true joy to work with and we will all miss him tremendously. Our thoughts and prayers are with his family and loved ones.”

Monteith had seemed to have turned a corner recently, emerging from rehab and appearing last month with girfriend and co-star Lea Michele at a charity ball.

Police responded within minutes of receiving a call from the BC Ambulance Service regarding a sudden death in a room on the 21st floor of the Fairmont Pacific Rim Hotel at 1038 Canada Place in downtown Vancouver.

Upon arriving at the scene, paramedics advised the officers that Monteith was dead. Coroner’s staff was also on the scene.

Officials said no cause of death was apparent at this time, but that Monteith had been dead for several hours before his body was discovered.

According to the police statement, Monteith checked into the hotel on Saturday, July 6 and was due to check out Saturday. Monteith had guests Friday night, but video and key entry records show him returning by himself in the early morning, and police believe he was alone when he died.

Hotel staff discovered his body after he missed check-out. Forensic detectives joined the investigation and police have secured hotel video and room access records.

An autopsy is scheduled for Monday. The Coroner will be determining the next steps with respect to establishing cause of death, but all indications are that there was no foul play.

Born in Calgary on May 11, 1982, Monteith began his acting career in Vancouver.

An original “Glee” castmember, Monteith played football jock-turned-lovable-lead singer Finn Hudson since the Fox series debuted in 2009. He also stars in the upcoming independent film, “All the Wrong Reasons.”

The actor admitted himself into a facility for substance addiction earlier this year and completed the treatment program in April.

The actors representatives didn’t immediately respond to TheWrap’s request for comment on his death.

Monteith leaves behind his parents Joe Monteith and Ann McGregor, who raised him as a single mother, and a brother, Shaun.

Catherine Zeta-Jones chama a atenção em pré-estreia nos EUA

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Catherine Zeta-Jones marcou presença na pré-estreia de RED 2, nessa quinta-feira (11), em West Village, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Com um vestido preto, a atriz chamou a atenção por sua beleza. Ela estava acompanhada do ator Byung-hun Lee. O filme estreia no dia 2 de agosto no Brasil.

O Cavaleiro Solitário:.Johnny Depp estrela filme de Gore Verbinski

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John Reid é um advogado que acaba de retornar à sua cidade-natal, onde vive seu irmão Dan, a cunhada Rebecca e o sobrinho Danny. John está disposto a cumprir a justiça ao pé da letra, levando os criminosos ao tribunal, apesar da resistência local. Ao acompanhar o irmão e outros Texas Rangers em uma patrulha pelo deserto, o grupo é atacado pelos capangas de Butch Cavendish, um bandido que tem a fama de comer carne humana.

FATIANDO O DEXTER: PERSONAGEM GANHA BOLO EM TAMANHO REAL!

Para celebrar a temporada final de Dexter no Reino Unido, o canal FOX (que exibe o drama do Showtime por lá) encomendou um bolo em tamanho real do nosso querido “serial killer” à artista Annabel de Vettenhttp://www.annabeldevetten.co.uk/Com as mesmas dimensões do ator Michael C. Hall, o bolo demorou 100 horas para ficar pronto. Vejam o resultado:

E aí, alguém ficou desejando um pedacinho? 😛

Fonte: BuzzFeedhttp://www.buzzfeed.com/periwinklejones/dexter-cake-is-deliciously-murderous-adho
http://caldeiraodeseries.blogspot.com.br/2013/07/fatiando-o-dexter-personagem-ganha-bolo.html#more

Under the Dome 1×02 :. The Fire

A tensão começou a se espalhar por Chester’s Mill! Uma coisa que senti falta no piloto foi exatamente uma agitação maior por parte dos residentes da cidade “enclausurada”. Todos se comportavam como se a redoma fosse desaparecer a qualquer momento, ao invés de surtarem por estarem presos e não saberem quando terão contato com o resto do mundo novamente. Felizmente as coisas começam a pegar fogo neste segundo episódio, literalmente!

Como cada episódio representa um dia na vida dos “Chestersmillenses”, acompanhamos o segundo dia pós-redoma. Descobrimos algumas informações novas sobre a barreira invisível, como, por exemplo, que ela é capaz de deixar atravessar pequenas doses de água, mas não fumaça. O garoto Joe é um dos únicos estudando a redoma do lado de dentro, e usou seu conhecimento matemático pra calcular o diâmetro da enorme barreira: aproximadamente 10 quilômetros.

Para nos ajudar a entender melhor as “regras da redoma”, o canal CBS liberou uma listinha de coisas relacionadas a misteriosa barreira invisível. Vejamos:

1)Você levará um choque na primeira vez que tocar a redoma, mas depois não vai mais. (hm, curioso…)
2)Aviso: Aqueles com marca-passo ou equipamentos a bateria nunca devem tocar a redoma! (Se o Duke tivesse lido essa regra antes
estaria vivo agora!)
3)A redoma é semipermeável. Vestígios de água podem atravessar de ambos os lados. (Bom saber… ¬¬)
4)A redoma produz seu próprio micro-clima. (Olha só!)
5)As nuvens podem se reunir dentro da redoma. (Ok)
6)Haverá vento dentro da redoma. (Ok[2])
7)A mudança climática da Terra não está afetando a redoma. (Pode estar caindo o céu lá fora, mas dentro da redoma fazendo um maior solzão… É isso?)
8)Não é possível fazer ligações telefônica de dentro da redoma. (Ah…)
9)Não tem wi-fi dentro da redoma. (ME MATA!)
10)Não tem sinais de TV dentro da redoma. (WTF! Sem séries?! ME MATA![2])

Do lado de fora, os militares continuam montando guarda e fazendo experimentos. Porém, estão pouco se lixando pra galera que está do lado de dentro. Tudo bem ignorarem as tentativas da jornalista Julia de fazer contato, mas acho muito estranho os cientistas não perguntarem pro Joe se tava vazando água pela barreira. Como é que eles vão obter respostas se não usarem as pessoas que estão dentro da redoma?! Não faz sentido, faz?

E o desfecho do “cliffhanger” do primeiro episódio foi trágico: o xerife Duke não sobreviveu à explosão de seu marca-passo! E logo ele, que parecia ser um dos personagens principais da série e guardião de alguns dos segredos mais obscuros da cidade… Uma pena. Mas sua morte possibilitou um “rebuliço” na máfia do Propano, que além do Big Jim, tem também o reverendo Coggins como membro. E que reverendo mais f**, esse, hein! E que segredo todo é esse envolvendo propano? Deve ser algum MUITO importante pra justificar tanto alarde…

Falando em morte, tivemos um flashback revelador do embate entre o Barbie e o Peter, marido da Julia. O médico morreu da forma mais clichê possível: num confronto com arma carregada e tiro disparado sem querer, querendo. Bastou um tiro e “ploft”, Peter morreu. Isso serviu apenas pra mostrar que o Barbie não é um “bad guy”, apenas agiu em legítima defesa. Mas ainda temos que descobrir muito mais sobre o “forasteiro” antes de rotulá-lo de mocinho da trama… Embora seus atos estejam se tornando sendo cada vez mais heroicos.

Enquanto isso, Junior continua alimentando seu lado vilão! Continuo não suportando o personagem (e olha que estamos apenas no segundo episódio) e seu ciúme desenfreado pela Angie. Pelo menos descobrimos qual é o objetivo do rapaz: ele quer “curar” a (ex)namorada por achar que sua mente foi afetada pela redoma. Será que a teoria do filho do Big Jim tem algum fundamento? Será que ele sabe mesmo o que está acontecendo, como alegou? Hm, para as duas perguntas minha resposta seria “não”. Ele tá apenas surtado. Não duvido nada que ele fundamente suas suspeitas com religião – é tudo obra do capeta!!!

Ah, e pelo menos a única estação de rádio que ainda funciona na cidade vai ter uma finalidade, digamos, mais vantajosa… Graças a Julia, os residentes de Chester’s Mill agora tem um programa de notícias para informar sobre o que for descoberto sobre a redoma, e o programa se chama… Under the Dome! Taí a justificativa pro nome da série! 😛

O que gostaria de ter visto mais neste segundo episódio era um mergulho maior em alguns personagens, já que é para eles que estou tentando direcionar meu interesse pela série. Por enquanto só tivemos uma abordagem mais superficial, mostrando que ninguém (ou pelos menos algumas pessoas, como o Barbie e o Big Jim) é inteiramente bom ou mau. Isso é bom, pois quando mais nuances tiverem os personagens, melhor a trama pode ficar. E o caos que promete começar a ganhar força – e foi iniciado pelo incêndio na casa do finado Duke –, tem tudo para fazer com que muitos deixam aflorar seu pior lado. Prova disso foi o que aconteceu com o tal policial que surtou e acabou matando o colega ao dar um tiro em direção à redoma — É, ser policial nessa cidade não é uma boa… Te cuida, Linda!

Vamos ver até quando vai durar essa política de boa vizinhança… Logo, logo vai estar todo mundo querendo preservar seu estoque de alimentos e lutando por sua própria sobrevivência (pelo menos é o que espero). Vou ser sincero com vocês, ainda não estou convencido de que Under the Dome é uma série que vale a pena acompanhar. Mas como ela se tornou o “hit do verão” (sério, não se fala em outra coisa! :P), vou continuar assistindo-a e comentando-a por aqui até onde conseguir, blz?

Acesse o Artigo Original: http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2013/07/under-dome-1×02-fire.html#ixzz2YEBHepjE

Por Mano-Caldeirão das Séries

A VITÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA SOBRE O ECAD

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Carlos Henrique Machado

Não é raro as regras estabelecidas pelas empresas afetarem mais a sociedade do que as regras criadas pelo Estado. Mas quando o Estado se associa às empresas, como foi o caso do período Collor e, depois, de FHC com o Ecad, foi produzida uma atmosfera de insegurança no mundo musical que desnorteou, principalmente os criadores com pouca visibilidade na mídia.
A partir de Collor e FHC, todo um processo conduzido pelo Ecad foi nos revelando a necessidade de produzir novas formas de organização que pudessem se contrapor a um oceano de pegadinhas que verificamos no mundo do direito autoral imposto pelo Ecad. E a luta para que o feitiço virasse contra o feiticeiro foi árdua e não contou somente com os músicos, uma parcela da população começou a perceber que era também lesada, então aumentaram as reclamações contra o sistema criado por Collor e patenteado por FHC.

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Finalmente chegou a 8° temporada de Dexter – 8×01 A Beautiful Day

“Serial Killers não tem inimigos. Todos são uma vítima em potencial.” – Dra. Evelin Vogel

Seria esta a mais perfeita descrição de Dexter? Se sim, estive hoje mais certa de que o serial killer mais amado da América está realmente perto do fim. Dexter, que bom que você voltou, e que falta você fez. Cabe a nós, meros voyers da atribulada vida do analista forense mais perigoso de Miami, aproveitar os últimos 12 relatos desta sanguinária história.

Penso eu que Scott Buck não poderia ter começado com o pé mais direito: afinal a morte de LaGuerta não poderia resolver mais uma vez os problemas de Dex, ao contrário do que o próprio serial killer tinha imaginado. Dexter caçou tanto a confusão na temporada anterior que ela finalmente chegou a ele, e de uma maneira que nem ele imaginava que iria alcançá-lo: através de Deb.

Aliás, quero abrir um parênteses aqui, antes de continuar a review do episódio, para saudar a maravilhosa e impecável atuação de Jennifer Carpenter neste caótico episódio da season finale. A atriz, que já andava merecendo um Emmy há algumas temporadas, deixou qualquer interpretação deste episódio no chão (inclusive a de Michael C.Hall, sempre impecável). Carpenter hoje, para mim, mereceu um Oscar. Ela desconstruiu uma Debra que amávamos (ou amávamos odiar) de tal maneira que, ao menos na minha opinião, deu medo. Medo porque acho que nunca imaginei que Deb poderia chegar num patamar tão baixo, com drogas, armas e bebidas, mas mais ainda, porque nunca acreditei que ela conseguiria odiar Dexter. E se este ódio realmente existe, a situação é muito preocupante para o serial killer e, porque não, para nós também.

Deb desconstruida, e perigosa?

Voltando ao episódio, acho que foi interessante nos mostrar como os irmãos Morgan respondem de maneiras diferentes ao ocorrido na season finale da 7ª temporada. Dexter, como ocorreu após a morte de Doakes, sentiu que havia renascido das trevas (dai o título “A Beautiful Day”), afinal sem Maria e sem James na sua cola ele poderia voltar a fazer o que mais sabe: matar para “controlar seu caos”. O vemos voltando ao grupo de boliche, treinando o time de futebol de Harrison e até arrumando alguns romances ocasionais (sem é claro esquecer de Hannah). Ele sabia que Deb estava mal, só não sabia que ela estava tão mal. E para Dex sua irmã sempre foi uma espécie de porto seguro, a quem ele sempre podia recorrer em qualquer situação. A ausência dela, e mais, as palavras que saíram de sua boca (“eu atirei na pessoa errada naquele trailler”) doeram no nosso analista forense, e doeram tanto que, logo em seguida, Dexter se perdeu: agrediu um homem em uma briga de trânsito, foi rude com Batista sobre a situação de LaGuerta, e, a pior de suas atitudes, colocou seu próprio filho em perigo. E além de tudo isto, ele ainda provou que sua presença é extremamente prejudicial para sua irmã, colocando-a, mais uma vez, como cúmplice de um crime. Eu vi um Dexter caótico no final deste episódio, e ao meu ver, a tendência é só piorar.

“Sou eu que estou perdido. Uma pessoa melhor deixaria ela ir, mas eu não sei como. Sem ela eu não sei quem eu sou mais.” – Dexter

Seria Harrison mais uma vítima das irresponsabilidades de Dex?

Gostaria de ressaltar um ponto altamente positivo do episódio que foi a presença da Dra Evelin Vogel no enredo que embalará esta temporada. Eu gosto de ameaças ao Dexter, mas esta mulher ainda não mostrou ao que veio e porque ela procura o serial killer. A revelação sobre o código de Harry no final do episódio deixou um gancho excelente para a participação da mesma nos próximos que irão por vir e, pelas cenas exibidas junto com os créditos, podemos saber que a situação só piora para Dex.

Junto com ela me agrada que Quinn parece que, finalmente, terá alguma relevância para a série (aquele plot na 5ª temporada não me convenceu que ele era um personagem importante), espero também um Batista com sede de vingança pela morte de Maria LaGuerta e uma Jamie menos inocente em relação ao pai de Harrison. De Massuka ainda não sei o que esperar, além das piadinhas sexualmente incorretas. Só sei que, no final das contas, por mais que meu coração sempre torça para que Dexter saia ileso, eu quero uma temporada que retire o máximo das atuações de Hall e Carpenter, mesmo que eu tenha que sofrer no final.

Dexter e Vogel: há algo muito estranho por ai.

Observações:

*Ponto positivo para a fotografia do episódio: jogos de câmera espetaculares, lembrando o porquê esta série é tão especial.

*Que saudade que eu estava da abertura de Dexter. Até parei para ver (e escutar) todas as cenas. Épica.

*Fuckingpassword. Dexter conhece a irmã de maneira suficiente para saber a sua senha favorita.

*MCH me faz chorar com suas atuações. Ele sempre se supera. É um mito. E Carpenter, novamente, digna de Oscar.

*Jesus F****** Christ Dexter! Eu juro que estava com saudade da boca suja de Deb.

Até semana que vem!

Escrito por Marina Sousa-Apaixonados Por Series- em 1 de julho de 2013 |

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