Archie Panjali (Kalinda Sharma) linda e marcante

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Archie Panjabi é um brilho – assim como sua personagem em The Good Wife, Kalinda Sharma, figura fascinante, tão fascinante que nos fez lembrar de Lisbeth Salander, a hacker punk superdotada e superdoida da Trilogia Millennium .

Assim como Lisbeth Salander, Kalinda é uma investigadora de competência extrema, que consegue descobrir o que ninguém mais consegue. Também como Lisbeth, Kalinda é uma mulher misteriosa, fechada em copas. Jamais fala uma palavra sobre si mesma, sobre sua vida pessoal.
No jeito de vestir, é uma Lisbeth mais light – não tem mil piercings e tatuagens como a sueca, mas está sempre de botas, meias negras, saia acima do joelho, blusão de couro negro e maquiagem escura no belo rosto moreno.
Lisbeth é abertamente bissexual; Kalinda a gente nunca sabe bem o que é, mas é capaz de, se necessário para suas investigações, seduzir tanto homens quanto mulheres.
Embora jovem, Kalinda tem experiência, quilometragem de sobra. Conhece gente em todos os lugares, tem fontes inesgotáveis. Já trabalhou, no passado, com Peter Florrick, quando ele era o poderoso chefe da promotoria; agora, trabalha como investigadora para o escritório Stern, Lockhart & Gardner.
E aqui há até uma pequenina falha no roteiro brilhante, porque o escritório tem um monte de advogados, mas sua única investigadora é Kalinda – e Kalinda dá conta de 30 casos ao mesmo tempo.

Kalinda tem faro para tudo; não suporta Cary, o yuppinho, e torna-se amiga de Alicia. As duas, Kalinda, filha de imigrantes pobres, e Alicia, wasp educada, boas oportunidades na vida, são extremamente diferentes uma da outra. Mas têm em comum um ponto importante, fundamental: possuem princípios morais rígidos, e nenhuma disposição de abrir mão deles. Qualidade extremamente rara na selva da competição a toda prova.

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Atriz de “Game of Thrones” comenta sobre polêmica de nudez na série

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A atriz Oona Chaplin, a Talisa Maegyr de “Game of Thrones”, contou que uma das atrizes da série não quer mais fazer cenas em que aparece nua por achar que isso denigre seu trabalho.

“Uma das meninas da série que mais teve seu figurino arrancado nas primeiras temporadas agora não faz nada, porque ela disse: ‘Eu quero ser conhecida pela minha atuação não pelos meus seios”, contou a neta de Chaplin ao jornal inglês “The Telegraph”, sem revelar o nome da atriz.

Segundo a publicação, a atriz em questão seria Emilia Clarke, a princesa Daenerys Targaryen, que voltou a aparecer nua no último episódio do seriado.

Oona afirmou não ter problemas com cenas de nudez e disse apreciar o corpo das mulheres. “Se as cenas são feitas de um modo bonito, que exalte as formas femininas, fico feliz em vê-las”, contou. Sinto-me confortável em tirar minhas roupas, então, se quiserem, eu direi, ‘sim, mandem ver, estou nua, nenhum problema”, acrescentou.

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A Vida de Adèle vence o prêmio da crítica em Cannes

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Cannes — A Fipresci acaba de eleger seus filmes preferidos e foi para Abedllatif Kechiche e seu La Vie d’Adèle o prêmio principal. A entidade é a federação de críticos que representa profissionais de todo o mundo e a cada edição dos principais festivais internacionais seleciona um grupo para eleger os melhores filmes. Uma das importâncias do prêmio é apontar preferidos para o júri principal, e no caso aqui a Palmarés, ou seja, as Palmas. Kechiche, como já disse aqui no blog, tem sido eleito pelos jornalistas que participam de rankings em publicações especializadas. O diretor já voltou a Paris, e foi representado por um produtor na cerimônia. Como a capital é próxima, não é o caso de pensar que ele está descartado da premiação oficial. Mas é difícil crer que Spielberg e seus colegas de júri concedam a Palma de Ouro ao filme. Será feio se não conceder ao menos um prêmio importante, e me parece que eleger as garotas que vão ao limite em um relacionamento homossexual possa ser a saída. Saberemos amanhã a partir das 7 da noite no horário local, duas da tarde aí no Brasil.

A Fipresci também elege os melhores das seções paralelas. Da paralela Un Certain Regard, ou Um Certo Olhar, o escolhido foi o filme iraniano Manuscripts Don’t Burn, uma decisão também política, na medida em que a obra é uma crítica aberta e assumida ao regime do país a partir de um drama de escritores que são censurados e perseguidos pela máquina repressora do governo. No início um tanto novelesco, o filme ganha força na metade de suas duas horas e vinte minutos quando entra em cena a ação propriamente física dos agentes da censura. Uma boa escolha, mas o contexto seguramente pesa mais que a obra. Já a Quinzena dos Realizadores e a Semana da Crítica são unidas num só prêmio e saiu da primeira o vencedor, Blue Ruin, de Jeremy Saulnier.

Junto com a Fipresci, o Júri Ecumênico também apresenta seus melhores, e Ashgar Farhadi com seu Le Passé compreensivelmente se encaixa no perfil do prêmio como o escolhido. Houve ainda duas menções, a Valeria Golino, com Mel, e Tal Pai, Tal Filho, de Kore-eda, esta da competição oficial. O diretor japonês também já se foi de Cannes e fica mais difícil imaginar ele retornando amanhã, o que descartaria um prêmio maior. Mas enfim… Daqui a pouco veremos a cerimonia do juri oficial da paralela Un Certain Regard. Volto com notícias.

Por Orlando Margarido

Cannes – E o festival começou!

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É o meu sétimo ano na Croisette e não me lembro de uma sessão de abertura tão fria e desinteressante quanto a que tivemos hoje nesta 66ª edição. Mas como, se é Baz Luhrmann? Vocês já sabem, claro, que ele se arvorou a uma nova versão de O Grande Gatsby, o clássico F. Scott Fitzgerald já filmado em 1974 por Jack Clayton. Pode não ser o melhor dos filmes, mas está na memória o charme, beleza, enfim apelo, do casal central Robert Redford e Mia Farrow. Isso é só um tanto do que falta a essa revisão, em parte por um repetitivo Leonardo di Caprio, agora no papel de Jay Gatsby, e muito mais pela pouco atraente Daisy Buchanan de Carrey Mulligan. Afinal, trata-se de um milionário de novo dinheiro nos anos 20 que constrói um sonho opulento de vida para reconquistar a mulher que na sua idealização ainda pensa existir. Não consegui ver tamanha impressão em Mulligan.

Não deixa de ser um fator importante essa falta de fascínio. Mas aí temos, como em todo o cinema de Luhrmann, a música e aquele excesso de mise-en-scène que pode ter empatia como em Moulin Rouge e Romeu e Julieta, mas aqui retira o filme de um contexto próprio de ascensão e queda de um herói para dar-lhe um tipo hedonista. Sim, os tempos loucos dos anos 20 permitiam os excessos, e Luhrmann até faz sua crítica ao capital selvagem e destrutivo da dignidade humana que alimentava com luxo e riqueza aquele mundo dos ricos, na visão dos trabalhadores miseráveis. Mas como quase tudo ali é puro falseamento a aproximar dois universos díspares, simbólico do passado pobre de Gatsby.

Enfim, o festival só está começando. O Gatsby de Luhrmann passou fora de concurso e a competição começa daqui a pouco com o representante mexicano Heli, de Amat Escalante. Depois a programação prossegue com uma vitrine que só mesmo Cannes costuma promover. Filmes de François Ozon, Jia Zhangke, Asghar Farhadi (do premiado A Separação), Kore-Eda, Despleschin, os irmãos Coen, Valeria Bruni-Tedeschi, atriz em seu terceiro longa na direção, Mahamat-Saleh Haroun, Nicolas Winding Refn, Abdellatif Kechiche, Alexander Payne, James Gray, Polanski… Enfim, tudo isso e mais as paralelas cheias de atrações. Acompanhem por aqui a cobertura, até!

FireShot Screen Capture #113 - 'Cannes – E o festival começou! — CartaCapital' - www_cartacapital_com_br_blogs_orlando-margarido_cannes-2013-e-o-festival-comecou

Flavio Mogadouro-Carta Capital
Quando falta fascínio na personagem, não tem jeito. E olha que no filme Shame essa jovem Carrey Mulligan parecia cumprir bem seu papel. Por último: vontade de estar em Cannes

A tirania do mau gosto nos blockbusters do cinema by Harold Von Kursk

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Jean-Luc Godard, o apóstolo profano da Nouvelle Vague, disse certa vez que, que em algum momento, “Hollywood vai fazer apenas um filme e todo mundo vai ver.” Essa declaração, de 1968, foi uma leitura profética do destino manifesto da indústria cinematográfica internacional, que atingiu a apoteose com a abominação Avatar, de James Cameron, e se espalhou como um vírus através de telas do mundo.

Com uma trama que deveria envergonhar até mesmo um roteirista aspirante, Avatar foi um divisor de águas na história do cinema, uma vez que criou um clima incomparável de cobiça dentro das torres de marfim dos grandes estúdios. Agora, a notícia é que Homem de Ferro 3 já faturou cerca de 700 milhões de dólares de bilheteria em todo o mundo em sua primeira semana de lançamento. O filme possui todos os clichês para alcançar um triunfo extraordinário do nada.

Nada nele é real. Não há nenhum ponto, nenhum significado, nenhuma substância, nada que se aproxime de uma verdadeira aparência da personalidade humana. É como se a aplicação do conceito de “suspensão da descrença” – a velha ideia de que o público está disposto a suspender as percepções comuns da lógica e da compreensão para permitir que a imaginação aceite narrativas, personagens e enredos artificiais – tivesse alcançado o orgasmo total.

Num excelente filme de Wim Wenders, de 1976, No Decurso do Tempo, um dos personagens principais afirma: “Os ianques colonizaram nosso subconsciente.” O que aconteceu com Hollywood?

Nos anos 60 e 70, o cinema americano ainda estava vivo e bem em termos de sua capacidade de produzir um quinhão de filmes notáveis ​​que os estúdios não estavam dispostos a bancar.

No início dos 70, por exemplo, os estúdios faziam coisas aclamadas pela crítica, como Cada Um Vive Como Quer, Operação França, Os Implacáveis, O Poderoso Chefão, Chinatown, O Estranho no Ninho, O Longo Adeus et al. Diretores como Arthur Penn, Robert Altman, Roman Polanski, Bob Rafelson, Sam Peckinpah e William Friedkin eram os “touros indomáveis” (como Peter Biskin os definiu em seu livro Easy Riders, Raging Bulls) de uma brilhante nova geração de cineastas.

Ao longo do caminho, diretores altamente iconoclastas e inventivos como David Lynch e John Dahl tentaram abrir caminho em favor de um cinema mais corajoso, antes de desaparecer no esquecimento. A paisagem, uma vez sublime, do cinema americano deu lugar à estupidificação generalizada que tem deixado autores de lado, na busca desesperada de financiamento e distribuição. Os estúdios se prostraram diante de um algoritmo de marketing infernal, que deriva do impulso de fazer filmes para adolescentes em busca da promessa de sexo pós-pipoca.

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“Crepúsculo”
É por isso que Robert Redford, ex-golden boy de Hollywood, decidiu tornar-se um produtor independente e fundou o Instituto Sundance como um meio de criar um fórum permanente para o cinema independente. Enquanto ainda era escravo das tarifas dos estúdios, Redford usou seu nome e suas finanças pessoais para financiar uma grande variedade de filmes – O Candidato, Jeremiah Johnson e Todos os Homens do Presidente, a crônica de Watergate. Seu último filme, The Company You Keep, sobre o movimento subversivo Weather Underground, mostra que ele ainda tem o compromisso de combater o sistema em algum nível.

Significativamente, os grandes estúdios de Hollywood nunca contribuíram com um centavo para o Sundance. Sexo, Mentiras e Videotape, de Steven Soderbergh, foi gerado lá, como muitas outras pedras preciosas independentes, como O Balconista e Cães de Aluguel.

Mas esses diretores enfraqueceram quando assumiram seu compromisso com a popularidade. Tarantino tem se fetichizado em uma orgia repetitiva de violência e excesso como em Django. Soderbergh aparentemente decidiu se aposentar. Apenas os irmãos Coen continuam firmes. Onde Os Fracos Não Têm Vez ganhou o Oscar de melhor filme e o mais recente Inside Llewyn Davis, co-estrelado por Justin Timberlake e Carey Mulligan, foi selecionado para o Festival de Cannes deste mês.

Infelizmente, com o declínio e desaparecimento dos Altmans, Rafelsons, Ashbys, Peckinpahs, Friedkins, Lynchs e Dahls, o cinema independente americano foi englobado e subvertido por Hollywood. Hoje, a inteligência das pessoas foi corrompida por uma fonte incessante de blockbusters de destruição em massa, com sua demanda cada vez maior de efeitos especiais e personagens de desenho animado. Mesmo após o renascimento fracassado de Super Homem, de 2007, um novo filme está para estrear, com a esperança de reviver a marca.

Durante a última década, temos visto uma explosão de longas inspirados em desenho animado que beira o absurdo – Demolidor, Mulher-Gato, Elektra, X-Men, e, claro, o criminoso degenerado Lanterna Verde, para não mencionar Hulk (pode haver algo mais absurdo do que Ang Lee dirigindo um filme sobre um mutante radioativo com o cabelo ruim?)

A série Crepúsculo transformou os protagonistas Robert Pattinson e Kristen Stewart em ícones, deliciando os tablóides com fofocas. Os filmes são tão mal dirigidos quanto novelas da Globo (sim, eu tentei assistir no Canadá). O filósofo Walter Benjamin expressou sua decepção com a degradação estética da Europa, referindo-se a ela como a “tirania do mau gosto.” Ele fez essa declaração em 1932. Penso no que teria dito ao testemunhar o suicídio cultural atual.

Eu fico ouvindo a melodia melancólica de Pete Seeger em Where Have All the Flowers Gone enquanto vejo a lista de blockbusters, pensando em como ficou fácil saturar as plateias com lixo. De alguma maneira, é preciso fugir disso. Talvez com Sidney Bechet ou John Coltrane como um antídoto para a dor. Ou com uma assinatura da HBO para ver Mad Men e driblar o tédio, como disse uma vez John Malkovich para Clint Eastwood.

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Harold Von Kursk-Diário do Centro do Mundo-DCM

Documentos revelam como a CIA interferiu em ‘Zero Dark Thirty’

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Usar uma consultoria para um filme ou um livro não é, em si, um pecado e pode impedir um autor de cometer muita bobagem. Mas o que Bigelow e Boal fizeram, aparentemente, é outra coisa: publicar a história oficial, com base em um suposto acesso privilegiado aos meandros da operação. A “licença artística” e a “abordagem jornalística”, que os dois disseram aos críticos ter sido as guias do filme, eram na verdade um pretexto para fazer um longo comercial autorizado da CIA e de Obama.

A mão peluda da agência no controvertido filme sobre a caçada a Osama Bin Laden foi muito além de uma consultoria.
Que Zero Dark Thirty – A Hora Mais Escura, no Brasil – era um filme de propaganda da Era Obama, você já sabia. A diretora Kathryn Bigelow se defendeu como pôde das acusações de ter perpetrado um panfleto ao contar a história da caçada a Bin Laden. “Eu apoio firmemente o direito de artistas criarem suas obras sem a interferência do governo”, disse.

Balela de Bigelow.

O site Gawker obteve, com exclusividade, um memorando da CIA que expõe como a agência colocou sua mão peluda no roteiro de Mark Boal, de modo a remover ou alterar cenas em que aparecia mal na fita.

Boal, diz o documento, “concordou em compartilhar os detalhes do script conosco, então estamos absolutamente confortáveis com o que ele estará mostrando”.

Ele respondeu ao Gawker por email: “Como em qualquer obra de arte, as decisões finais quanto ao conteúdo foram tomadas pelos cineastas”.

Segundo o Gawker, uma pessoa que participou da produção confirmou que houve mudanças específicas após sugestões da CIA. Um papel de 2012 fala em cinco teleconferências cuja intenção era “ajudar a promover um retrato adequado da agência e da Operação Bin Laden”.

A sequencia em que a protagonista Maya apenas observa um preso ser submetido a uma sessão de afogamento (water boarding), sem tomar parte diretamente, foi, aparentemente, uma das orientações. Ao que tudo indica, ela punha a mão na massa numa primeira versão. “Nós enfatizamos que ela não administrou técnicas de interrogatório”, diz o memo.

Boal também retirou uma cena em que um cachorro intimidava um suspeito: “Nós objetamos que essas táticas não são usadas”. O animal foi retirado – embora essa técnica tenha sido usada à larga em Guantánamo e Abu Ghraib, com fotos que rodaram o mundo. Boal e Bigelow também deixaram de fora uma festa em Islamabad em que um soldado enche a cara e dispara uma rajada de AK-47 para o alto.

Usar uma consultoria para um filme ou um livro não é, em si, um pecado e pode impedir um autor de cometer muita bobagem. Mas o que Bigelow e Boal fizeram, aparentemente, é outra coisa: publicar a história oficial, com base em um suposto acesso privilegiado aos meandros da operação. A “licença artística” e a “abordagem jornalística”, que os dois disseram aos críticos ter sido as guias do filme, eram na verdade um pretexto para fazer um longo comercial autorizado da CIA e de Obama.

Rambo, francamente, é mais honesto.

Kiko Nogueira-DCM

Por que Gwyneth Paltrow é a atriz mais odiada do planeta

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Imagine uma estrela de cinema mimada, arrogante e ingênua, que batiza seus filhos como “Apple” e “Moisés”, recomenda uma dieta que até Mahatma Gandhi acharia intolerável e reafirma sua posição privilegiada na sociedade, declarando: “Eu sou quem eu sou. Eu não posso fingir ser alguém que ganha US$ 25 mil por ano”. A mesma celebridade também tem seu próprio website — GOOP – e aconselha seus seguidores a ir às compras, recomendando roupas e acessórios que custam US$ 458 mil. Ela ainda indica a sua legião de fãs que comprem uma marca rara de queijo que custa US$ 4 mil o quilo e precisa ser importado especialmente do Senegal. E, como uma medida de suas credenciais feministas, aconselha as mulheres que estão irritadas com seus maridos que passem a fazer um blow job como uma forma de aliviar a tensão.

Mas não precisamos imaginá-la. Gwyneth Paltrow, agora com 40 anos, está viva e entregando-se a um ritual de autoindulgência com renovada paixão. Com a recente publicação de seu livro de culinária de auto-ajuda, Paltrow mapeia um caminho brilhante para um nirvana dietético. Mas, como a maioria dos autointitulados messias, Gwyneth meteu os pés pelas mãos e concebeu dietas que médicos respeitáveis estão descrevendo como “cozinha negligente” e “ciência maluca”.

Paltrow é uma espécie de Maria Antonieta pós-moderna que, em vez de aconselhar as massas a “comer bolo”, recomenda “dieta de eliminação” US $ 300 por dia, que promete a salvação através de couve e outros produtos alimentares espartanos. O resultado é tão sofrível que nós somos lembrados daquela frase no filme 300: “Hoje à noite, jantaremos no inferno”.

Paltrow é inconsciente de sua incapacidade de se conectar ao mundo. Seu estilo de vida é corrompido por suas próprias pretensões elitistas. Ela aspira a ser uma fornte de sabedoria prática à maneira de Martha Stewart, mas soa como uma deusa que desce do Olimpo para ensinar as massas ignaras a levar uma vida boa.

Seria impossível inventar Gwyneth Paltrow. Ela existe em seu próprio universo alternativo, o produto de uma família rica de Nova York, cujo pai, o falecido Bruce Paltrow, foi um bem sucedido produtor de TV e diretor, enquanto sua mãe, Blythe Danner, é um atriz premiada. O padrinho de Gwyneth é Steven Spielberg e ela cresceu com as crianças mais ricas do Upper East Side de Manhattan. Logo depois começou a atuar, Hollywood a ungiu como sua última It-Girl e a relação com Brad Pitt rapidamente a transformou em uma celebridade cuja beleza era amplificada pela tela grande. Seu Oscar por “Shakespeare Apaixonado” foi comprado em grande parte pelo svengali da produtora Miramax, Harvey Weinstein, em uma das mais impressionantes campanhas promocionais da indústria cinematográfica. Seu discurso choroso foi talvez o ponto alto de sua fama e ela estava à beira de se tornar uma Grace Kelly moderna.

Mas “Gwynnie”, como seus amigos a chamam, se autoimplodiu. Ela nunca iria encontrar um outro filme ou papel que correspondesse à glória circundante de “Shakespeare”. Casamento e filhos deveriam preencher seu vazio em Hollywood, mas depois de enfrentar uma terrível depressão pós-parto, ela tentou se reinventar com a culinária. Como Anne Hathaway, ela tenta demasiadamente ser amada e aceita, e agora o mundo se virou contra ela. Como Beyoncée, tornou-se intoxicada com sua própria imagem e senso de autoimportância.

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O livro de receitas suicidas
Em uma época de reality shows depravados e acelerada degradação cultural, Paltrow evoluiu para uma Paris Hilton. Alegando ter quase morrido depois de um aborto espontâneo, ela quer levar aos fãs um apocalipse gastronômico pós-vegan. O ódio de Paltrow, a diva da dieta detox, pode ser explicado em alguns itens:

1. Sua dieta

Com o seu site GOOP, Paltrow apresenta-se como guru de um estilo de vida saudável. Mas, ao longo dos últimos anos, criou um regime exigente e rarefeito que inspirou descrença generalizada e a condenação de fãs, médicos e nutricionistas.

Embora ela esteja nessa balada hoje, em 2010 admitiu que passou três meses de Nashville se entupindo de frango frito e cerveja enquanto trabalhava no filme “Country Strong”. Durante esse tempo, ela admitiu ter ficado “nua e chorando” no set e falava para seus filhos: “Não, vocês não podem visitar a mamãe hoje”.

2. Sua pretensão crônica

Suas inúmeras gafes e a propensão a fazer pronunciamentos oraculares em vida são terríveis. Ela pontifica de uma forma que irrita, surpreende e causa vômitos projetivos.

“Eu sou apenas uma mãe normal, com as mesmas lutas de qualquer outra mãe que está tentando fazer tudo de uma vez e tentar ser uma esposa e manter um relacionamento. Não há absolutamente nada perfeito da minha vida, mas eu tento arduamente torna-la perfeita.”

“Sou realmente muito boa no meu trabalho. Pessoas que são interessantes e importantes sabem disso e o que importa.”

“Eu prefiro morrer a deixar meus filhos comerem sopa instantânea”.

“Eu me sinto em perfeita harmonia comigo mesmo.”

“Eu não preciso comprar maçãs porque eu tenho um pomar no quintal da minha casa (uma mansão nos Hamptons)”.

“Eu tenho a bunda de uma stripper de 22 anos de idade.”

“Eu prefiro fumar crack a comer queijo industrializado.”

3. Sua arrogância e delírios de grandeza

“Quando você vai a Paris e seu concierge te recomenda algum restaurante, sua reação deve ser: ‘Prefiro um bar com vinhos orgânicos. Onde posso obter um depilação na virilha em Paris?’”

“Eu não tenho amigos que bebem. Meu amigos são adultos. Acho incrivelmente embaraçoso quando as pessoas estão bêbadas. É ridículo. Eu penso: ‘Oh, você está se envergonhando agora ficando bêbado em público”.

4. Sua ingenuidade e estupidez

Em uma recente entrevista para a revista Harper’s Bazaar, Gwyneth fez uma reflexão filosófica:

“O que torna a vida interessante é encontrar o equilíbrio entre cigarros e tofu.”

E emendou: “Não é simplesmente maravilhoso ser Gwyneth Paltrow?”

Harold Von Kursk-Diário do Centro do Mundo-DCM

Alemão, naturalizado canadense, Harold tem 52 anos e é, além de jornalista, diretor de cinema. Em mais de 20 anos, entrevistou atores e cineastas para a mídia americana e europeia. Com todas teve grandes conversas. Exceto por Scarlett Johansson. “Ela é uma linda diva mimada”, diz.

Gwyneth Paltrow revela que segredo para um bom casamento é fazer sexo oral

Gwyneth Paltrow contou o segredo para manter o relacionamento de dez anos com Chris Martin, vocalista do Coldplay.

Durante participação no programa “Chelsea Lately”, a atriz revelou ter aconselhado uma amiga que passava por crises no relacionamento. “Seja lá o que estiver te irritando, esqueça, entre em casa cheia de amor e faça um sexo oral nele”, disse.

Após a revelação, Gwyneth ficou envergonhadíssima e abaixou a cabeça. “E se minha mãe estiver assistindo?”, lamentou.

Leiam e assistam na íntegra no link abaixo_

http://www.huffingtonpost.com/2013/04/30/gwyneth-paltrow-love-advice-chelsea-lately_n_3184434.html

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