Breaking Bad_Campanha reúne artes inspiradas na série

Como mais novo viciando em Breaking Bad, drama do canal AMC, tudo que vejo relacionado à série chama minha atenção. Portanto, não tenho como não dividir com vocês essas belas artes produzidas para o “Breaking Bad Art Project”, campanha que está sendo promovida para, entre outras coisas, divulgar a 5ª (e última) temporada. (Cuidado, algumas imagens podem conter spoiler!)

(Clique para ampliar)

A campanha foi lançada pela Sony Pictures e consiste em divulgar o trabalho de 16 artistas e designers gráficos que foram selecionados para representar em suas artes as cenas mais memoráveis, os personagens e os momentos chocantes de Breakig Bad. O projeto serve como uma contagem regressiva para a estreia da 5ª temporada da série, e quando a campanha chegar ao fim será montada uma exposição com os cartazes de cada artista numa galeria de Hollywood, CA. Vocês podem acompanhar as novas artes que forem saindo pelo site breakinggifs.com, através do qual também é possível comprar os cartazes, enquanto eles não se esgotarem (somente 200 impressões de cada serão realizadas).


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Yvonne Strahovski revela detalhes sobre seu papel em Dexter

Como dito antes, Yvonne Strahovski estará no elenco de Dexter na 7ª temporada. A atriz falou sobre seu novo papel durante o “Australian Breakthrough Awards”.
 

“Me sinto muito sortuda por ter vindo de “Chuck”, depois ir direto para um filme, “I, Frankenstein”, e então para algo completamente diferente de novo com “Dexter”. Dexter é respeitado pela qualidade do trabalho que os atores e escritores, e todo mundo, dá a este programa”, ela continuou elogiando a serie que agora chama de lar. “É realmente muito bom fazer parte de algo que é tão celebrado nesta industria.”
Yvonne também disse que seu personagem, Hannah McKay, é “uma mulher que é assombrada por seu passado, e se envolve em resolver um assassinato através de Dexter.” E porque exatamente ela é tão bondosa em ajudar nesta investigação? Strahovski ri, “É um mistério que eu não posso revelar!”


Gisele Bündchen posta foto nua atrás de câmera

Gisele Bündchen é uma super modelo com anos de carreira, mas sempre preservou bastante seu corpo. Porém, a top resolveu inovar e postou uma foto em seu Facebook para lá de ousada. Na imagem, ela aparece nua atrás de uma câmera fotográfica antiga. “A vida é como uma câmera. Foque apenas no que é importante, capture os bons momentos, e se concentre neles. Avalie os negativos e se as coisas não funcionarem, basta fazer um novo clique”, escreveu ela na legenda da foto

Dexter-Yvonne Strahovski atriz de Chuck entra para o elenco da 7°temporada


A 7ª temporada de Dexter acaba de ficar mais interessante! A bela atriz Yvonne Strahovski, que por cinco temporadas viveu a agente Sarah na série Chuck (NBC), acaba de ser anunciada como a mais nova integrante do elenco da próxima temporada do drama do Showtime, que tem estreia marcada para o dia 30 de setembro, nos EUA.
Yvonne participará de um arco composto por vários episódios, e dará vida a Hannah McKay, uma mulher independente e forte com um passado que ela se esforça para deixar enterrado. Porém, por conta de alguns acontecimentos, o Departamento de Polícia de Miami precisará contar com a colaboração de Hannah na solução de alguns casos, forçando-a a ter que lidar seus segredos. Parece ser um personagem promissor, não? Será que ela é apenas uma vítima traumatizada ou mais um membro do “time do Dexter”?

Além da loira (se é que ela aparecerá loira, né?), já foram anunciadas as participações especiais de Jason GedrickRay Stevenson e Katia Winter na 7ª temporada.

Tudo muito bom, mas… O que todos querem ver mesmo é a repercussão do grande “cliffhanger” do final da 6ª temporada, né? O site TV Guide até já divulgou a primeira foto da nova temporada que mostra exatamente o grande confronto

Kalinda’s Apartment

Great Response to Kalinda’s Apartment – Here are a few tweets:
Kalinda’s apt.such a great reflection of her…such a mystery, no tells…
KALINDA’S APARTMENT. ALL THE AWARDS. SO PERFECTLY HER.
Kalinda’s apt is perfect for a person prepared to flee: impersonal & unlike her bold wardrobe. The setting made me think noir
How did you approach the challenge of decorating Kalinda’s place? She’s such a closed off character. Perfect job btw 🙂

Thanks to all who were so patient (almost three season’s worth) and taken with Kalinda’s apartment. Much thought went into what her environment should be with a directive that it needed to look like an apartment and not a hotel room. To accomplish that we looked towards the small details of an intercom, apartment door numbers and sconces. Shopping for Kalinda’s was a flashback to my days on Fringe when doing an all white set was common for me. This was a first on The Good Wife as it is an extremely different aesthetic than what has been created to date. Here the key was to keep it devoid of any kind of layer of life on the outside but reveal those secrets of what was stashed in her drawers (such as those little orange notebooks she is never with out) and of course what she keeps for emergencies behind that sledge hammered wall. With our show creator, Robert King as our season finale director every element was discussed and planned so that the further reveal of Kalinda’s character and her world continues to captivate.

Please tell us more about Kalinda’s apartment!! Where could we get that fabulous mirror??
The mirror was a last minute impulse purchase but turned into the perfect hand prop for Kalinda. It is from Jonathan Adler and described at http://www.jonathanadler.com “ The Queen Anne mirror as a modern twist of 17th Century opulence in a mod-tastic lacquer finish. Its clean and curvilinear silhouette is a pared down take on traditionalia. It can complement any room, yet it’s bold enough to stand alone on a wall.” The white screen and some of Kalinda’s other decorative accessories are also from Jonathan Adler.

We have seen the Florrick’s old house a few times now but it was almost empty in the season finale. How do you create a set or location like that when you are not decorating an entire room?
Great question! Almost harder than anything is to create character and serve the script when the set is described as filled with moving boxes. In the finale it was scripted that we were seeing Peter and the kids eating on move in day so it felt reasonable to have the dining room set up with a table and chairs. We used boxes for just about everything else but did a lot of work with practical lamps and along with the Director of Photography set the mood for the night scene with light instead of other set dressing. It was important for the house to look warm and inviting even in the state it was in and I hope we accomplished that.

Now that Carey is back at Lockhart Gardner will he have an office or will he be stuck working at the conference table?
Sorry, but I am going to save the answer to that question for Season 4. I will be back with more news on The Good Look Of The Good Wife and updates on the The Good Wife home decor line launching with Mitchell Gold + Bob Williams and Interlude Home soon!


X-Men-Primeira Classe 2 poderá ser inspirado em quadrinho clássico

A sequênca de X – Men-Primeira Classe pode ter um título. Segundo o site Ain´t It Cool News, a 20th Century Fox registrou o nome Days of Future Past para o novo longa da franquia.

O mesmo nome batizou uma série da Marvel Comics de 1981, escrita por Chris Claremont e desenhada por John Byrne, em que os mutantes vivem num futuro opressor em campos de prisioneiros sendo vigiados por robôs Sentinelas. Para evitar isso, Kitty Pride tem sua mente do futuro tranferida para sua versão do passado e pode, dessa forma, alertar seus amigos sobre o assassinato do senador Robert Kelly pela Irmandade de Mutantes. Principal causa da onda antimutante que os condenará.


Boatos à parte, o filme inicia as filmagens em janeiro de 2013 e tem previsão de chegar nos cinemas americanos em 18 de julho de 2014. Matthew Vaughn está confirmado como o diretor, Bryan Singer como produtor e Simon Kinberg como roteirista.


Continuum_Fast Times_Season1E02

No segundo episódio de Continuum, a Kiera deu continuidade a sua missão de deter os Liber8 com a ajuda do Alec. Mas ao descobrir que os terroristas estavam planejando outra viagem, desta vez para 2071, ano no qual eles deviam ter aterrissado da primeira vez, ela teve que controlar sua vontade de capturá-los em troca de uma carona pro futuro. Antes disso, a Protetora teve que passar por uma situação complicada: a descoberta de sua “fake ID” pelo Departamento de Polícia!



Achei muito bom que os roteiristas foram direto ao ponto e não demoraram pra lidar com o disfarce de Kiera. Tinha receio que isso fosse passar batido, e que ninguém iria desmascarar a Protetora tão cedo. Mas a Kiera tinha que continuar trabalhando com a polícia, pra garantir o lado procedural da série, então o Alec, aka o aprendiz de “Finch” (pra quem não entendeu, foi uma referência a Person of Interest, ok?), criou arquivos que apontavam que Kiera trabalhava pro FBI e estava realizando uma missão TOP SECRET-ÍSSIMA. Pronto, agora a Kiera ganhou passe-livre definitivo no DP, e, de quebra, vai trabalhar na força-tarefa criada especialmente para caçar os Liber8!

Outra coisa que gostei de ver foi o “fora” adiantado que Kiera deu no Carlos. Ela deixou bem claro pro detetive que não tem interesse algum nele, portanto sua admiradora do Departamento poderia ficar sossegada. Não que isso não mude mais pra frente (e é provável que mude), mas ainda tá muito cedo pra investir numa “tensão sexual” entre eles — embora tenha rolando uma troca de olhares quando o elevador deu pane e Carlos segurou a Kiera. Por enquanto, Kiera está focada em voltar para o convívio do marido e do filho — impressão minha ou ela só sente saudades de verdade do filho?Fiquei feliz em ver que o episódio mostrou mais do futuro! Vimos o dia em que Kiera começou seu trabalho como Protetora, em 2077, para meio que contrastar com o fato dela está no seu primeiro dia de trabalho no Departamento de Polícia de Vancouver. A cena no futuro nos mostrou Kiera recebendo seu chip líquido, que a permite funcionar quase como uma super-máquina, e sua arma “Transformer”. O mais interessante foi quando seu superior lhe disse que em sua função de Protetora ela terá que confiar mais na tecnologia do que nos seus instintos. É a ditadura da tecnologia!


Notaram só fiz elogios até agora, né? Mas nem tudo me agrada na série… Continuo achando conveniente demais que a roupa da Kiera (a qual ela NUNCA tira!), é capaz de tudo, como dar choque nos colegas (o Alec adorou ver que a Kiera derrubou o Carlos, né?) e ligar um carro roubado. Não que a roupa-pode- tudo não seja legal, mas com o tempo essa facilidade toda vai ficar um pouco chata, não acham? Espero que a explosão que atingiu Kiera e os Liber8, quando eles usavam a “pokebola” pra tentar voltar pro futuro, tenha ocasionado alguns danos à tecnologia da super-vestimenta. Quero continuar vendo os elementos futuristas na série, claro, mas também gostaria de ver a Kiera tendo que se virar com os recursos limitados da nossa época — parte da trama é focada nessa adaptação da protagonista à nova realidade.

Também não gostei do fato de terem apressado essa tentativa de volta para o futuro. Até parece que eles iam conseguir, né? Não teve clímax algum, pois caso a viagem de volta tivesse dado certo, a premissa da série estaria prejudicada! Se isso tivesse acontecido no “season finale”, aí tudo bem, poderia gerar um suspense maior. Acho que eles só fizeram isso para que o Liber8 perdesse a parte da bola-máquina-do-tempo, que foi parar nas mãos do DP e que, provavelmente, será “furtada” pela Kiera.Por fim (caramba, o review ficou mais extenso do que eu pretendia), ficou evidente que os Liber8 foram parar em 2012 por engano. O objetivo do grupo era voltar apenas alguns anos, não décadas! Um deles (Kellog) quis ficar em 2012 por achar que mesmo muito distante da dominação das grandes corporações (queria descobrir mais sobre isso) que eles querem derrubar, eles poderiam atuar informando às pessoas do que está por vir. Ele foi voto vencido, mas, no fim, tá todo mundo preso em 2012, por enquanto! Já pensou se a série entrar nessa de ficar saltando no tempo? Corre o risco de complicar tudo — e criar milhões de paradoxos!O episódio também investiu em momentos cômicos, como do Carlos algemado no elevador e da Kiera aprendendo a dirigir. Isso permitiu que os dois personagens se tornassem um pouco mais carismáticos. Carlos, que no primeiro episódio não me impressionou muito, demonstrou ter mais personalidade neste. Também gosto do contraste da Kiera Protetora, sempre séria e focada, da Kiera mãe que bota o filho pra dormir. Rachel Nichols tá se saindo bem como protagonista, e ela só tem a crescer no papel — vai depender da ajudinha dos roteiros também. Agora o Alec precisa fazer algo mais além de apenas ficar naquele celeiro/base secreta e de bancar o “stalker” da Kiera. Será ele fica espiando o tempo todo?! Eu ficaria… 😛

Por Mano, em 07/06/2012


Breaking News: Spartacus To End After One More Season


Fans of Spartacus: Vengeance were stunned when six major characters, including Lucy Lawless’ much-loved Lucretia, were killed off in the Season 2 finale last March. But that’s nothing compared to this shocker! Starz has decided to end Spartacus after just one more season even though it’s the cable channel’s highest-rated show and a smash around the world. What are these people thinking? TV Guide Magazine got the scoop from the program’s creator Steven S. DeKnight.

TV Guide Magazine: We’re told this is all your idea. What are you doing to us Spartacus fans? This is devastating news!
DeKnight: I know! It’s very sad news, and I’ve been living with it for quite a while now. My original plan was to go five to seven seasons but I want to leave on top. [Laughs] That’s something new in television but we’re going to give it a whirl!

TV Guide Magazine: Why did the plan change?
DeKnight: I guess things started to alter when we lost [the original Spartacus] Andy Whitfield. We’ve had some real challenges and tragedies with this show, and that was definitely part of what shifted our plans. Also, the more I delve into the history of Spartacus, the more repetitive it gets. From this point on in the real story, it’s wave after wave of Romans chasing him here and there. Spartacus and his rebels didn’t seem to have much of a plan — they went north, south, west, east, then north again. They were roaming all over the place. So we decided to go with just the best parts. We’re going to condense all that into a 10-episode final season —Spartacus: War of the Damned — that’s full of fantastic surprises and we will wrap up the story in a grand way. It’ll leave you wanting more.

TV Guide Magazine: You’re confident this is the right decision? You don’t wake up in the middle of the night going, “What the hell have I done?”
DeKnight: [Laughs] Oh, all the time! There’s always a twinge of doubt and regret, especially with a show that’s still working so well and is still so popular and still so much fun to make. You just hope you’re doing the right thing. For me and my partners, Rob Tapert, Sam Raimi and Josh Donen, the most important thing, when the smoke clears, is that the audience is satisfied. Did they have a good journey? You don’t want them saying, “Thank God, that’s finally over!” It would be the worst thing to stay one season too long. And many shows do.

TV Guide Magazine: When exactly did you make this decision?
DeKnight: We were 90 percent sure about this as we were wrapping up Vengeance.

TV Guide Magazine: Didn’t any of your partners or anyone at Starz try to talk you out of this?
DeKnight: It wasn’t so much a matter of talking me out of it but there was a lot of debate about how to end things. There were a couple of months where we went through various permutations. Should we wrap it up with 16 episodes and show them in two blocks of eight? Should we do 20 episodes? Finally it was decided that a really spectacular 10 was the best way to go. Starz completely supported us, just as they always have. Every single season of Spartacus has been a gamble. Season 1 we did by our bootstraps — “Hey, let’s put on a show!” — and we got off to a rocky start before we became something special. Then, unfortunately, when Andy fell ill, we had to roll the dice on a prequel, which everybody thought we were nuts to do. Then we had to find a new Spartacus, Liam McIntyre. This show has always been a crapshoot, but that’s one of the things that makes it so exciting. Starz has been amazing at every step. If the star of your show —the guy who plays your title character — falls gravely ill, most other networks or cable channels would have rolled up the sidewalk and cancelled the show. But Starz really wanted to tell the story through to its end. They didn’t want to leave anything hanging.

TV Guide Magazine: So you’re saying this outcome would be different if Whitfield hadn’t been forced to leave the show?
DeKnight: That’s a question I’ve often asked myself and there’s really no way to answer. We may have run longer. You just never know. I wish I would have had the opportunity to find out. Andy is deeply, deeply missed, not just as our leading man, but as a human being. He was wonderfully warm and kind. It was a great personal loss.

TV Guide Magazine: McIntyre does a strong job as Spartacus but, perhaps due to his youth, he doesn’t have the gravitas and complexity Whitfield did. He doesn’t have that deep, tortured soul, which seemed to be creative gold. As a storyteller, did you feel more limited or confined with McIntyre in the role?
DeKnight: Not at all. Liam is certainly a different kind of Spartacus but, the truth is, we were originally looking for someone his age — someone mid-twenties — when we were originally casting the role. Realistically, gladiators didn’t live much past that, so we wanted all our gladiators to be that young. But as we were casting we realized that the younger actors we were seeing didn’t have Andy’s world-weary feel. One of the things we responded to in Liam’s audition was that he had some of that wounded sensibility. Spartacus may be a badass who readily kills people but he doesn’t come to it from a place of anger, but rather from a deeply wounded heart.

TV Guide Magazine: How will you deal with the fact that the slave revolt ends on a great big bummer?
DeKnight: We all know Spartacus dies at the hands of the Romans. The challenge is to end the series on a note of hope. It’s like the Titanic problem. How do you keep them interested when they know the boat’s going to sink? It’s all about the emotions that get you to the end of the story. You can’t do three seasons of a show — well, four counting our prequel — and then have everybody die and have it be all for nothing. [Laughs] That would be one bad ride! So we’re looking for the deeper messages here. What does victory really mean? What does defeat really mean? As we constructed the ending, it was just as important to look at the Julius Caesar-Marcus Crassus side of things, as it was to look at the side of the rebels. Both sides will have victories and defeats. Both will suffer great personal loss.

TV Guide Magazine: Did the productions costs come into play in your decision to close up shop? Thus far, Spartacus has been a rather small-scale epic but now you’re moving into the part of his story where he gathered, according to the historians, as many as 120,000 followers and waged massive battles against the Romans.
DeKnight: It absolutely makes the show more difficult to produce. Spartacus no longer has 40 followers. Season 3 picks up six months to a year after the end of Vengeance, and we see that he has become the leader we’ve slowly been building him up to be. He now has thousands and thousands of followers. There will be some very large and awesome battles and some major events along the lines of the arena collapse in Season 2. I have to take my hat off to Rob Tapert and the entire production machine in New Zealand. I sit in L.A. and dream up crazy stuff and hand it over to them, and somehow they make it all happen. This show would not be a success without Rob. But all the spectacle means nothing without people the audience really cares about. The sex and the gore are great, but it’s the cast that keeps you coming back.

TV Guide Magazine: Which is why it’s so hard to imagine the show without Lucy Lawless, Viva Bianca [Ilythia] and some of the others you eliminated at the end of last season. They just didn’t fit into the bigger picture?
DeKnight: It just killed us all to see Lucy and Viva go because they were such a great part of the Spartacus saga. And I did noodle for quite a while to find a way to keep one of them, but it just would not fit. Their chapter of the story had to close because we’re now bringing in Crassus and Caesar. Lucretia and Illythia don’t play into the Roman side of the story and there was no way to bring them onto the rebel side.

TV Guide Magazine: There was a lot of talk in your season finale about the dead folks reuniting in the next world. Hey, how about a spinoff? Spartacus: Afterlife!
DeKnight: [Laughs] That’s a sitcom waiting to happen! But there actually has been talk — very preliminary talk — about doing some sort of follow-up series. We might do a spinoff using the same background that’s not tied to history like the story of Spartacus. It’s a thrilling world to explore, so you never know. It’s always a possibility!
Jun 4, 2012 09:00 AM ET
by Michael Logan


O Dexter que há em cada um de nós

“Todos escondem quem são pelo menos parte do tempo. Às vezes, você enterra essa parte de si mesmo tão fundo, que precisa ser lembrado de que ela está lá. E, às vezes, você só quer esquecer quem você é de verdade.” (Dexter Morgan)

Passamos a vida usando máscaras. Trocamos de máscara várias vezes ao dia, milhões de vezes ao longo de uma vida. Não é fingimento, mas papéis que precisamos desempenhar ainda que não estejamos com vontade, passes para transitar no mundo e fazer nossas conquistas pessoais. Na reunião de trabalho usamos a máscara da mulher provedora. Se a demanda for pela mãe afetiva, ajudamos o filhote com o dever da escola, ou ralhamos com ele para que tome seu leite pela manhã, ou o deixamos no curso de inglês. Em algum momento chega a hora de dar vida à mulher que precisa manter a forma apesar de tudo: na academia de ginástica, ioga, pilatis ou seja lá o que for. Se houver marido, há o momento esposa, cafuné num pescoço cansado, ouvir novidades ou queixumes, falar se houver oportunidade. Se a vida estiver saudável, invariavelmente entra em cena a mulher fatal, em nome de suas próprias demandas e desejos e/ou para manter acesa a chama de uma relação. Se há um namorado, o papel tem outras nuances, mas permanece a necessidade de colocar na linha de frente a mulher atraente, desejável. As máscaras servem para mostrar o melhor de nós, dependendo da necessidade. Mas e o pior de cada um de nós, pra onde vai?

O pior, de preferência, só a gente conhece. E transparece, às vezes, sem querer, em pequenos delitos diários, no trânsito, em pensamentos e desejos mórbidos que nos tomam de assalto, durante brigas em que perdemos o controle, diante do terapeuta que desvenda nosso lado inconfessável.  Certo dia aluguei na locadora a série Dexter, produção norte-americana indicada por uma amiga jornalista aficionada por séries televisivas. Alguns episódios depois, fui arrebatada pela história de um serial killer cheio de métodos cruéis e sanguinários, que durante o dia usa a máscara do perito em sangue que trabalha para a polícia de Miami, é um namorado atencioso, um irmão carinhoso. Sua história de vida tão surpreendente e triste e sua predileção por aniquilar apenas pessoas más, que “merecem morrer”, nos comovem ao mesmo tempo em que horrorizam. De alguma forma, Dexter nos põe em contato com um instinto natural de todos nós: fazer justiça com as próprias mãos, eliminando da terra as pessoas que não consideramos merecedoras de um lugar nessa terra.

Dexter personifica o ser humano maltratado pelo destino, que parece ter adquirido o direito de viver – ainda que silenciosamente – sua persona cruel e oculta, e ser aceito. Mas ele é aceito, assim, com seu lado sombrio, não pelos que o rodeiam, claro – que não conhecem sua verdadeira identidade – mas pelo telespectador que o assiste e o conhece verdadeiramente. Um justiceiro que comove porque carrega consigo um trauma de infância de proporções inenarráveis. Passei os primeiros 12 episódios da série dividida entre a simpatia e o horror. E chego à conclusão de que Dexter toca porque também nós somos animais domesticados, contidos numa espécie de rotina que nos controla e evita que nos deixemos levar por um imenso potencial para o delito. Guardadas as devidas proporções, claro.

Somos seres humanos que bailam a dança da aceitação, tentando ser amados e aceitos, o tempo todo: nas nossas carreiras, pelos nossos parceiros, filhos, parentes, amigos. Lutamos incessantemente, usando nossas máscaras para ter um lugar no mundo. Buscamos rótulos e mais rótulos para obter aprovação: a filha estudiosa, a pessoa honesta, a profissional dedicada, a mãe protetora, a namorada sexy, a patroa compreensiva. Nossos desejos de chutar o balde nos confundem e precisam ser reprimidos, controlados, escondidos em caixinhas que guardamos em compartimentos bem disfarçados. Mexemos neles de vez em quando, mas aprendemos a reprimi-los cuidadosamente, através da terapia, da meditação, da ioga, e por aí vai. Volta e meia, explodimos sem saber bem porque, culpamos a TPM, o trabalho, o stress, a fechada no trânsito, a noite mal dormida, a doença de um parente, a fila do supermercado.

Nosso herói, Dexter, foi talhado para ser um louco mais “aceitável” na TV: um serial killer com uma história triste, bem apessoado, que mata apenas “quem merece”. Uma “besta adorável”. Uma espécie de divindade dos tempos modernos, com poder de aniquilar quem sai da linha – o que segundo seus princípios é fazer justiça ao manter o mundo livre de canalhas e psicopatas. Como coloquei, guardadas as devidas proporções, Dexter é nosso alter-ego, nosso “self” escancarado e vivido intensamente, ainda que apenas durante uma parte do dia. À noite, ao aniquilar pessoas, ele ganha forças e entusiasmo para viver sua máscara de bom moço durante o dia. Por linhas meio tortas, Dexter nos aponta um caminho interessante para este dilema existencial que é tentar disfarçar o tempo todo nossas imperfeições e inseguranças: a possibilidade de fazer amizade com o monstrinho que nos habita. Metaforicamente, claro. Seja qual for o monstrinho, ele certamente é o que nos revela imperfeitos, inseguros, até mesmo cruéis. Entrar em contato com ele e reconhecê-lo pode ser libertador e reconfortante. Uma carta de alforria merecida, um perdão sem penitência alguma. Que pode até mesmo nos fazer botar de molho de vez algumas das máscaras que usamos, sem medo que o mundo nos enxergue como realmente somos: pessoas comuns, com defeitos, medos, oscilações de humor, manias, preguiça, desejos descabidos, sonhos, limites de paciência e tolerância, limites de sabedoria e conhecimento.  O que me lembra uma frase da escritora Inês Pedrosa, que eu gosto bastante, que reconhece sua “sombra” com dignidade: “Enfrentando a imperfeição, aprendi a perdoar. Olho para a raiz das ações, e concluo que também eu podia ter cometido. A pior delas.”

Texto escrito por: Claudia Penteado
Fonte: Mulher 7 por 7 – Revista Época
Dica de: @mari_fnandes

Lanterna Verde original é o novo personagem gay da DC Comics

A DC Comics informou recentemente que mudaria a orientação sexual de um de seus super-heróis consagrados na reformulação editorial, conhecida como Novos 52, a que está submetendo todo o seu universo de personagens. Agora, a editora oficializa o nome do personagem.

O roteirista James Robinson, responsável pela mudança, informou que Alan Scott, o Lanterna Verde original, foi o escolhido. Veja imagem na galeria que o mostra beijando outro homem.

O personagem é um herói já estabelecido e proeminente, que faz parte do Universo DC há 72 anos. Mas talvez para evitar controvérsia, o escolhido a sair do armário vive hoje na Terra 2, uma das realidades alternativas do Universo DC. Ele não deve ser confundido com o Lanterna Verde Hal Jordan, protagonista de um recente filme. Alan Scott surgiu em 1940, durante a chamada Era de Ouro dos Quadrinhos, quando o Lanterna Verde tinha seus poderes explicados com uma mistura de misticismo e profecia, ao contrário do Lanterna Verde pós-1959, que redefiniu o personagem escorado na ficção científica espacial.

Scott chegou a figurar brevemente na DC pós-recomeço editorial: teve uma breve participação no primeiro número de Earth 2, série que estreou este mês nos EUA. A novidade será mostrada na edição número dois de Earth 2, que sai em junho nos EUA – veja prévia na galeria.

[ATUALIZADO, 12h] Enquanto isso, outro roteirista, James Robinson adiantou: vem mais por aí. Em entrevista ao site da revista The Advocate, Robinson diz que: “Tem outro personagem [gay] mais para a frente, mas é um personagem que vai demorar para aparecer, então talvez seja cedo demais para falar nele. Alan Scott não será o único personagem gay em Earth 2, eu garanto.”O escritor também comentou que também haverá mudanças de gênero – heróis que vão virar heroínas, ou vice-versa – e de raça em Earth 2. O Eléktron, por exemplo, deve ganhar versão feminina.

As ações são parte de um esforço da indústria de quadrinhos – que inclui o primeiro casamento gay na Marvel – de diversificar seus personagens, tornando-os mais coerentes com a diversidade do próprio público.


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